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Eleições 2006 -
Estadão acusa TV Cultura de favorecer Geraldo Alckmin na cobertura das eleições
A TV Cultura foi acusada pelo jornal O Estado de S.Paulo de favorecer a candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin na cobertura das eleições 2006. No caderno 2 desta quinta-feira (03/08), uma nota na seção "Entrelinhas" afirmou que o "Jornal da Cultura" da última terça-feira (01/08) "mencionou a agenda de todos os presidenciáveis, com uma diferença notável - Alckmin teve, sozinho, o mesmo tempo dedicado a todos os outros candidatos, dos nanicos a Lula".
Segunda a Assessoria de Imprensa da TV Cultura, a informação não procede. "Não existe privilégio. Algum dia pode acontecer de ter mais assunto sobre determinado candidato". Ainda segundo a Assessoria, uma das maiores preocupações do coordenador da cobertura, Dácio Nitrini, é equalizar o tempo dedicado aos presidenciáveis nos jornais e não privilegiar partidos, nem candidatos.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 19h08
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Emprego: Folha abre vaga para repórter
Redação Portal IMPRENSA
O jornal Folha de S.Paulo está recebendo currículos de profissionais para trabalhar como repórter no caderno Construção/Imóveis. Os interessados devem enviar duas reportagens já publicadas e currículo sintetizado para o e-mail treina@uol.com.br (não como anexo, mas sim diretamente no corpo da mensagem) ou por carta para o endereço do jornal – Alameda Barão de Limeira, 425, 4o. andar, CEP 01202-900, São Paulo/SP. Os currículos devem ser dirigidos para a Secretaria de Redação, sob a sigla C-948.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 19h07
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EUA obtém acesso de registros telefônicos de jornalistas
Da Redação Fonte:iG
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Nos Estados Unidos, um promotor conseguiu os registros telefônicos de dois jornalistas do The New York Times. O objetivo é a identificação de fontes secretas dos profissionais. A decisão foi aprovada por uma corte federal de Nova Iorque por dois votos a um. As organizações jornalísticas norte-americanas têm sofrido diversas derrotas nos tribunais em processos como este.
O caso surgiu com a investigação de quem falou aos jornalistas Judith Miller e Philip Shenon sobre as ações que o governo planejava contra duas fundações de caridade islâmicas: a Holy Land Foundation, no Texas, e a Global Relief Foundation, em Illinois. Nenhum testemunho foi exigido dos jornalistas. Para George Freeman, vice-presidente e advogado-assistente-geral do The New York Times, Miller e Shenon “estavam conduzindo suas responsabilidades jornalísticas reagindo a uma história já existente”. O advogado afirmou que o jornal ainda não decidiu se irá apelar da decisão.
Segundo a declaração do juiz contrário à nova lei, além de o governo não demonstrar corretamente que necessitava dos registros, sua obtenção poderia modificar a forma de coletar informações jornalísticas.
“O fato de ter sido uma votação de dois a um mostra quão perto essas questões se encontram, bem como a necessidade de uma lei federal de defesa para proteger os jornalistas, seus números de telefone e, por conseguinte, suas fontes”, afirmou uma desapontada Judith Miller, que se aposentou do jornal no ano passado. |
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 19h01
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Jornalista não revela fonte e é preso nos EUA
Da Redação Fonte:Estadao.com.br
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O jornalista e blogueiro Josh Wolf foi preso nesta terça-feira (01/08), em São Franscisco, Califórnia. Ele se recusou a entregar às autoridades americanas um vídeo feito por ele durante o protesto contra a reunião do G8 no ano passado.
Wolf se negou a entregar a gravação original alegando o direito de proteção às fontes. Ele chegou a publicar e vender trechos e imagens da manifestação. O jornalista pode ficar preso por até um ano. |
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 19h00
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Band estréia programa jornalístico: São Paulo Acontece
Da Redação
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A partir da próxima segunda-feira (7/08), a Band terá mais um programa telejornalístico: o São Paulo Acontece. Apresentado por Silvia Vinhas (também apresentadora do BandSports) e José Nello Marques (também na Rádio Bandeirantes), de segunda a sexta, às 13h da tarde. O novo programa terá uma hora e meia de duração. “A região mais importante do País é também alvo de muitos problemas. Portanto, merece atenção especial em nossa programação”, ressalta Frederico Nogueira, diretor geral da Band São Paulo.
O São Paulo Acontece terá informações sobre o trânsito, emprego, consumo, justiça, política, entre outros assuntos. Segundo o release da emissora apoiar a comunidade e propor soluções aos problemas mais freqüentes são alguns dos objetivos. Além disso, o programa terá um forte foco em prestação de serviços. “Berra Bairro” será um quadro em que todos que queiram participar dando dicas, sugestões e reclamações sobre o seu bairro, poderão fazer através de um portal de voz. A experiência já foi bem sucedida na Rádio Bandeirantes.
O programa terá também convidados para entrevistas no estúdio e repórteres pela cidade. O São Paulo Acontece será transmitido para a Grande São Paulo, Baixada Santista e Sorocaba.
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 18h59
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Por conta própria
Eleno Mendonca (*)
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O emprego nunca mais será como antes. Por isso, em vez de a imprensa discutir como fazer voltar o regime de carteiras assinadas para cobrir o enorme rombo da previdência, como tem feito, deveria mostrar qual é afinal essa realidade. Quando o Globo Repórter não se lança a exibir enlatados com bichinhos e imagens bonitas de desertos e cachoeiras, quando investe em reportagem, faz lembrar os programas do passado e mostra que ainda não perdeu a mão. Nesta semana mostrou de forma competente como as pessoas se relacionam com a informalidade. Ficou claro que hoje, ainda que se retirasse um monte de encargos das contratações, muitos ainda permaneceriam no segmento chamado por conta própria.
Aquele emprego a que todos estávamos acostumados, de carteira assinada, de direitos como FGTS e férias de 30 dias não existe mais ou está em extinção. No jornalismo, então, virou artigo raro. Os candidatos deveriam se dar conta desse novo cenário. Muitos estão nessa condição porque acham que ganham mais trabalhando via nota fiscal. A maioria porque é uma imposição do mercado e o governo não tem muito a fazer a respeito. O correto seria lá atrás as autoridades terem desonerado a folha e pagamento, terem dado chance de sobrevivência ao emprego formal. Hoje, quando todas as redações e empresas do setor de comunicação se dão conta de que podem contratar como PJ, que é bem mais fácil a relação, que as rescisões têm menos risco, que o desembolso é de uma relação com fornecedor, pode-se dizer que não tem muito mais o que ser feito.
O governo ficou de braços cruzados e o mercado se ajeitou, como acontece em outros segmentos da economia e da sociedade. Hoje há empresas do segmento que funcionam totalmente nesse regime. Sindicatos frágeis também permitiram esses avanços, que são legais, mas que tiram os direitos trabalhistas de muitos. Para quem emprega é um bom negócio, para quem recebe fica a sensação de se estar tendo menos descontos, mas não se coloca na ponta do lápis vários benefícios, como férias, 30% de férias, FGTS, plano de saúde, aposentadoria e por aí vai.
A nova realidade econômica tem sido poucas vezes retratada na nossa imprensa. O Globo Repórter fez isso bem. Mostrou com base em pesquisa que além de necessidade, boa parte das pessoas está na informalidade porque gosta. Na verdade a pessoa se viu forçada a isso e os que se deram bem passaram a achar mais interessante ser dono do próprio nariz. Ter uma empresinha dá essa sensação, a despeito da quantidade enorme de burocracia e impostos.
Cabe ao governo então tentar dar suporte a essa nova situação. Em vez de ficar assistindo ao fechamento de nove entre dez empresas que se abrem ainda no primeiro ano de vida, deveria pensar numa forma de estimular esses empreendedores, ex-empregados, a se manterem no mercado.
A apatia do governo é tão grande que por esses dias vi uma reportagem mostrando que há um outro dado estatístico a favorecer as autoridades no futuro. Como não tem mais tantos filhos como acontecia até o final dos anos 70, a população está envelhecendo. Assim, logo teremos menos jovens a brigar pelo mercado de trabalho. Daí será a vez de se olhar para os mais velhos. Ou seja, o governo demora tanto que as coisas se acomodam por si.
(*) Também assina uma coluna no site MegaBrasil, é diretor de Comunicação da DPZ e âncora da Bandnews. Ele passou pelo Estado de S. Paulo, onde ocupou cargos como o de chefe de Reportagem e editor da Economia, secretário de Redação, editor-executivo e editor-chefe, Folha de S. Paulo, O Globo e Jornal do Brasil.
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 13h08
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Estréia projeto "Excelências"
Beatriz Moraes, de Curitiba
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Estréia nesta terça-feira (01/08) a primeira fase do projeto "Excelências", uma ferramenta que deverá ser bastante útil para jornalistas que cobrem Política e também para todo cidadão brasileiro que deseje se manter bem informado. Trata-se de um banco de dados com os históricos de deputados que estão buscando a reeleição este ano. O projeto, coordenado pelo jornalista Marcelo Soares, é do site Transparência Brasil.
Além dos que já são deputados, o cadastro inclui ex-ministros, ex-governadores e ex-prefeitos de capitais que sejam candidatos à Câmara nas eleições 2006.
Marcelo Soares informa que ainda não há um endereço definitivo do projeto, mas o link estará acessível, no dia da estréia, a partir dos endereços http://www.transparencia.org.br (o principal da Transparência Brasil) e http://deunojornal.zip.net (blog do projeto Deu no Jornal, também editado por Soares).
"Os históricos incluirão dados a respeito do desempenho parlamentar, como empregaram verbas de gabinete, informações sobre seu financiamento político em pleitos anteriores, menções relevantes no noticiário sobre corrupção e -- o mais importante -- os processos em que os indivíduos são indiciados como réus, se for o caso", avisa o jornalista.
"Como o cadastro incluirá todos os candidatos, possibilitará a comparação entre as ´folhas corridas´ de quem teve uma passagem limpa pela vida pública com aqueles sobre os quais pesam suspeitas", acrescenta Soares.
O projeto estréia com as relações de candidatos de três estados: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Nos dias subseqüentes, os candidatos dos demais estados serão gradualmente incluídos.
Para esclarecimentos ou colaborações, Marcelo Soares se coloca à disposição no email msoares@transparencia.org.br
Fonte: Comunique-se
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Escrito por Sindjor/mt às 13h03
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Globo X Band: 1º round
Tiago Cordeiro
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A guerra das Eleições 2006 já começou. Essa afirmação nada tem a ver com os candidatos e sim com as emissoras. Nesta segunda-feira (31/07), a Band publicou um anúncio de página dupla nos jornais Estadão e Folha de S. Paulo respondendo ao anúncio “Eu Prometo” da TV Globo. O título do texto publicitário "Eles prometem. A Band cumpre" coloca uma série de fatos da política nacional que, segundo a Band, teriam sido omitidos pela concorrente.
"Duro é promessa de quem nem candidato é (...) Para chegar lá, não basta ônibus ou barco. A viagem pela história é bem mais complexa", afirma o anúncio da Band. Depois são lembradas situações como o escândalo do Proconsult ("A Band denuncia o Proconsult no Rio. Eles silenciam"), o comício das “Diretas Já” ("A Band cobre os comícios das Diretas Já. Eles silenciam") e a cobertura da CPI do governo Collor ("A Band entra desde o primeiro momento na cobertura ao vivo da CPI do governo Collor. Eles só aparecem depois").
Ao lembrar ter feito o primeiro debate na TV Brasileira entre os candidatos, a Band afirma que a Rede Globo “manipulou a edição do debate”. Ao fim do texto, a emissora questiona a cobertura da Globo para este ano: "2006 - A Band vai fazer a cobertura mais precisa e imparcial da TV brasileira. E eles? Será que mudaram?".
Nas últimas semanas, a Rede Globo tem anunciado que fará "a maior cobertura jornalística que uma eleição já teve no Brasil" com "isenção, transparência e compromisso com a verdade". Na semana passada, a emissora divulgou o motorhome, uma redação móvel que percorreria as cidades do País. Curiosamente, Adherbal Fortes de Sá Jr, diretor-geral da TV Bandeirantes em Curitiba (PR), ao participar do "Papo na Redação" no Comunique-se, comentou a respeito: " Acredito no ônibus (...). Vale para mostrar o que está acontecendo no Brasil profundo - creio que é essa a intenção da Globo. E vale também como uma lição de tecnologia para todos nós."
A assessora de imprensa da Band resume o objetivo da emissora. “O anúncio é auto-explicativo. Determinados fatos históricos precisam ser colocados na sua devida perspectiva”. A emissora não quis comentar sobre um possível processo da Rede Globo como resposta.
A TV Globo não havia apresentado qualquer resposta até o fechamento deste texto. A campanha dos candidatos começa no dia 15/08.

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Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 13h01
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