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Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso
 

"Nenhuma fonte quis falar...

Cassio Politi

O interlocutor era hábil. Comandara o País por oito anos e, se estivesse decidido a não falar sobre o assunto, simplesmente o projeto de um livro estaria arruinado. O repórter, então, decidiu ser direto com Fernando Henrique Cardoso.

— Presidente, o senhor poderia me contar como foi montada a blindagem internacional que protegeu o ministro Malan e a equipe econômica durante quase dez anos?
— Pois não.

E FHC contou tudo a Guilheme Fiuza, que se surpreendeu ao saber do nível de relacionamento do governo brasileiro com os norte-americanos nos anos 90. Contar como aquele grupo conseguiu ficar oito anos no poder era a pauta. A resposta virou um livro.

Aproximação
Um time de futebol perde dois ou três jogos, e o técnico cai. Algo semelhante ao Ministério da Fazenda: a Economia balança e, naturalmente, o ministro cai. Exceto Malan. Qual a sustentação que havia por trás disso?

Para Guilherme Fiuza, o jornalista-autor, Malan seria o personagem a responder a pergunta e começou a arquitetar uma aproximação, primeiro por Marcelo Pontes, jornalista que assessorou o ex-ministro por muito tempo. Nada feito. A alternativa poderia ser Davi Zilberstein, mas nos quase dez encontros com o genro de FHC, Zilberstein falou apenas de si mesmo.

O terceiro caminho foi o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco. Com ele, matou dois coelhos com uma cajadada só. Entendeu como era a tal blindagem e conseguiu que Franco promovesse uma aproximação com Malan. A questão toda era o tempo. O período para começar a escrever o livro se aproximava e nada de concreto fora apurado.

Gravador desligado
Com a ajuda de Gustavo Franco somada à insistência com assessores de Malan, Fiuza conseguiu um primeiro encontro com o ex-ministro, personagem central da história. “Nessa aproximação, até amizade com a secretária é fundamental”.

— Ministro, o gravador ligado o incomoda?
— Se você acha que eu sou contido falando sem o gravador, com o gravador eu sou muito mais contido.
— Tudo bem. Não preciso do gravador ligado. Vou assumir a responsabilidade do que estou contando. Só quero a informação. Sou capaz de anotar tudo o que o senhor disser. Não tem nenhum problema.
— Não me chame de “senhor”. Me chame de “você”. Vamos conversando.

O gravador desligado gerou a expectativa de uma revelação. Em vão. Falou-se apenas de generalidades. Malan o fitava desconfiado. Queria entender quem era aquela figura e dosar o quanto poderia se abrir. Num segundo encontro, Malan falou apenas superficialmente sobre o governo. A terceira entrevista não foi agendada porque o ex-ministro viajaria. E o tempo corria.

“Pensei que teria de ir diretamente ao Fernando Henrique”. Fiuza já tinha uma base sólida de informações. Mas faltava a confirmação. Paralelamente, a aproximação com a assessoria de FHC deu resultado. “A assessoria me contou que o Fernando Henrique disse pessoalmente que conhecia o meu trabalho em O Globo e no No Mínimo, que me respeitava e que daria a entrevista”.

Pois não
Com gravador ligado, o encontro aconteceu no Instituto Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo. Era preciso entrar logo no assunto, pois não haveria rodadas de entrevista. Nos primeiros minutos de conversa, falou-se do governo. Fiuza deu pequenas voltas antes de ir direto ao assunto..."

OBS.: Por falta de espaço este Blog publica parte da matéria. Mais detalhes no link http://www.comunique-se.com.br 

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 17h08
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Está tudo pronto para o 32º Congresso Nacional dos Jornalistas

 
No ano em que a FENAJ completa 60 anos, o município de Ouro Preto (MG) sediará o 32º Congresso Nacional dos Jornalistas, de 5 a 8 de julho. No evento, que tem como tema central “Liberdade de Imprensa e Democratização da Comunicação”, serão debatidas questões como ética jornalística, formação profissional, mercado de trabalho e o Conselho Federal dos Jornalistas (CFJ). Para falar sobre o processo de preparação do Congresso e seu conteúdo, nossa coletiva virtual é com o 1º Secretário da Federação e presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, Aloísio Lopes.

E-FENAJ – Aloísio, falta pouco menos de um mês para o 32º Congresso Nacional dos Jornalistas. Já está tudo pronto ou ainda falta algo em termos estruturais e organizativos?

Aloísio Lopes – Está tudo pronto. Os últimos detalhes referem-se à programação cultural e alguns convidados que ainda estão sendo confirmados. Se for o caso, poderão ser substituídos, como normalmente acontece em todo evento de grande porte.

E-FENAJ – Como anfitrião, o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais tem um grande desafio, que é garantir a realização do principal evento deliberativo dos jornalistas brasileiros num ano eleitoral e num período que coincide com a Copa do Mundo. Como vocês estão trabalhando com esta realidade?

Aloísio Lopes – Estamos muito animados. O fato de ser ano eleitoral abre a possibilidade de discutirmos as propostas dos candidatos à Presidência e os rumos de nosso país. A Copa é um motivo a mais para comemorar.

Mais detalhes da entrevista no site: http://www.fenaj.org.br

Fonte: Fenaj


Escrito por Sindjor/mt às 16h54
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Agressão: Luana Piovani agride repórter em praia do Rio

Redação Portal IMPRENSA



O repórter Gabriel Reis, do programa "Superpop", da Rede TV!, foi agredido pela atriz Luana Piovani na última terça-feira, informa o site Terra. Luana teria perdido a paciência com o repórter, que a filmava na orla da Praia do Leblon, no Rio de Janeiro.

Segundo o Terra, esta é a segunda vez que Reis é agredido por um artista. Há dois anos, o repórter discutiu e brigou o ator Paulinho Vilhena.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 16h50
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O jornalismo perde Guido Guerra e Fiori Giglioti

Da Redação

Depois de passar por uma série de complicações decorrentes do câncer de pulmão que combatia, Guido Guerra, escritor e jornalista baiano, morreu, aos 64 anos, nesta quarta-feira (07/06), e foi enterrado no mesmo dia no Cemitério Jardim da Saudade, em Brotas, Salvador. E nesta quinta (08/06), os colegas perderam o locutor Fiori Giglioti, aos 77 anos, vítima de complicações depois de uma cirurgia a que foi submetido há uma semana. O enterro está marcado para 16 horas no cemitério do Morumbi, em São Paulo (SP).

Guido Guerra pertencia à Academia Baiana de Letras (ABL). Escreveu "A Noite dos Coronéis". Foi um grande crítico do regime militar. Passou pelas redações da Tribuna da Bahia, Jornal da Bahia e do Bahia Hoje.

Giglioti passou pelas rádios Jovem Pan, Bandeirantes, Tupi, Record e Capital. “Trila o apito o árbitro. Fecham-se as cortinas e termina o grande espetáculo” foi um dos seus mais famosos bordões. Ele cobriu dez Copas do Mundo.

(*) As informações são do Jornal da Mídia e do GloboEsporte.com.



Escrito por Sindjor/mt às 15h18
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Renúncia Fiscal: Governo abre mão de receber parte do Imposto de Renda de TVs

Redação Portal IMPRENSA


Segundo informou a Folha Online, em matéria assinada por Silvana Arantes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria assinado ontem (07/06), em Brasília, um projeto de lei que dá às emissoras de TV o benefício da renúncia fiscal. Parte do Imposto de Renda devido pelas empresas poderá ser usado na co-produção de conteúdo audiovisual.

A reportagem informa que, com exceção das novelas, o dinheiro pode financiar todo tipo de produto audiovisual (telefilme, minissérie, documentário, longa-metragem). Isso se tiver sido assinada a versão do projeto que o governo desenvolvia na semana passada.

A estimativa do governo, com base em cálculos da Receita Federal, é que o montante da renúncia seja de aproximadamente R$ 40 milhões/ano. A aprovação depende do Congresso.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 15h15
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Luto na Copa: Morre Fiori Giglioti, um dos mais populares narradores esportivos do país

Da Redação



Morreu no início da madrugada desta quinta-feira (8/06) o locutor esportivo Fiori Giglioti. O jornalista estava há uma semana internado no Hospital Alvorada, na região de Moema, em São Paulo (SP). Segundo a família do radialista, a causa da morte foi falência múltipla dos órgãos.

Em 60 anos dedicados ao rádio, Fiori Giglioti cobriu dez Copas do Mundo. Neste ano ele não viajaria para a Alemanha e cobriria os jogos direto dos estúdios da Rádio Capital, onde trabalha desde agosto de 2005.

Com passagens pelas rádios Bandeirantes, onde trabalhou por 38 anos, Jovem Pan e Record, Giglioti é o autor de bordões famosos, como “Agüenta coração” e “Uma beleza de gol”.

Nascido em Barra Bonita, no interior do Estado de São Paulo, Fiori estava com 77 anos. O seu corpo está sendo velado no Cemitério do Morumbi e será enterrado às 16 h.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 15h14
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Assessor ganha na Justiça direito de receber horas extras

Da Redação
Fonte:Consultor Jurídico

 

Um assessor de imprensa do Rio Grande do Sul ganhou na Justiça o direito a receber as horas extras referentes a quatro anos de trabalho na Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE). O entendimento da 5ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho é que o jornalista tem jornada de cinco horas diárias em qualquer lugar em que trabalhe.

A empresa tentou reverter a condenação, mas não conseguiu. Segundo informações contidas no processo, o profissional trabalhou sempre oito horas diárias, de 1973 a 1996. Em 92, ele assumiu como jornalista profissional na assessoria de comunicação da empresa e sua jornada de trabalho não foi alterada, o que vai contra o artigo 303 da CLT, que diz que todo jornalista deve cumprir cinco horas por dia.

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 20h10
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Escasso, mas não saturado

Alunos do Centro Universitário Sul de Minas (*)

Cursar uma faculdade é um privilégio de poucos. Segundo dados do Ministério da Educação, apenas 9% dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos estão cursando o terceiro grau, enquanto nos Estados Unidos, esse percentual atinge 80%. A maioria dos formados sofre com a falta de trabalho. Muitos já perceberam que atuar em assessorias de Comunicação é uma boa oportunidade para atuar na área e vencer o desemprego.

Entrar em uma universidade federal é outro dilema. A disputa é grande e apenas aqueles mais bem preparados no Ensino Médio é que conseguem essa façanha. A alternativa de muitos estudantes é a faculdade privada. Nisso, o jovem que quer ingressar em um curso superior esbarra em outro problema – falta de dinheiro.

Alguns buscam nos planos federais, como o Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni), os recursos necessários para custear uma instituição de ensino particular. Outros trabalham duro e até vendem salgados e doces nos intervalos de aulas para  bancarem as mensalidades.

“A gente vê o mercado meio com medo. Mas todas as dificuldades valem a pena”, diz Charles Flausino Mendes estudante do 1o. período de Jornalismo do Unis-MG. A esperança dele é alcançar o sucesso profissional depois de formado. Para isso, ele espera conseguir nas empresas de comunicação de Varginha um bom emprego e uma carreira estável. “Eu gosto de telejornalismo e vou tentar um emprego em Varginha enquanto estiver em formação para já adquirir experiência”, enfatiza. 

Mas o sonho do estudante pode ser frustrado pela baixa absorção do mercado na cidade. Conforme informação da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), as faculdades formam de 6 mil a 7 mil novos jornalistas todos os anos. Somente em Varginha, o Unis-MG já formou mais de 100 profissionais de 2002 a 2006 e, de acordo com uma pesquisa acadêmica realizada por estudantes de jornalismo em 2005, apenas 45 profissionais com curso superior estavam empregados na imprensa local até o ano passado. Os números não mentem: existe mais mão-de-obra que empregos.

Enquanto Charles Flausino sofre com a dúvida, a estudante Mirela Penha, do 5º. período, está otimista com a profissão e pretende buscar trabalho em outras cidades. Desde o primeiro ano de faculdade, ela já vem fazendo estágios. Primeiro em uma TV municipal, depois em uma rádio comercial. Mirela aposta na experiência adquirida com os estágios para conseguir disputar uma vaga nas redações. “Se eu sair de Varginha vou ter muito mais chances. Aqui o mercado está muito disputado”, relata.

O jornalista Lucas Adriano Soares acredita que o ensino das faculdades é insuficiente para formação profissional. Para ele, o ideal é aliar os conhecimentos acadêmicos com a prática diária. “O recém-formado tem que fazer uma reflexão daquilo que ele quer. Se ele quiser ser um profissional sério, a receita é simples, correr atrás. Abrir a cabeça, fazer contatos e aprender”, completa.

Lucas Adriano se formou em 2003 e ficou um bom tempo desempregado. Em 2004, trabalhou como assessor político no período de eleições municipais, mas não traz boas recordações disso e não pretende atuar novamente nesse ramo. Atualmente trabalha como repórter “abelha” em uma TV afiliada da Rede Globo. O “abelha” é uma espécie de jornalista com funções acumuladas. “Faço a parte de produção, monto matérias, sou cinegrafista, saio com os repórteres às vezes, saio sozinho e sou repórter também”, explica.

Esse acúmulo de cargos gera polêmicas entre profissionais. Para Renata Abreu, isso prejudica a abertura de novas vagas nas redações. “Na teoria cada um tem uma função. Mas essa é a realidade das redações do interior”, explica. Para ela, a especialização pode otimizar e agilizar os serviços. “Mas, por outro lado, conhecer várias funções também ajuda no crescimento profissional”, completa.

A jornalista Renata Abreu afirma que os recém-formados não devem buscar emprego somente nas redações e indica como alternativa o ramo de assessoria de comunicação e imprensa. “Podemos perceber claramente que esse mercado tem crescido no Sul de Minas. As empresas estão se preocupando com a percepção pública e com isso estão trabalhando preventivamente”, diz. Ela conta que os pequenos e médios empresários do interior estão descobrindo que a assessoria é um importante instrumento para consolidar a imagem do cliente junto ao público.

Essa opinião é compartilhada pela jornalista Cristiane Souza, formada em 2005. Ela trabalhou em rádio, TV e atualmente exerce a função de assessora de comunicação da Câmara municipal de Paraguaçu. “Eu sou uma pessoa privilegiada. Comecei muito cedo e já trabalhava desde os 14 anos em uma rádio”. Ela alerta que os estudantes devem atentar sobre a importância de atividades laboratoriais e estágios na área, pois se tornou assessora depois de apresentar um projeto de assessoria para os vereadores. “Na faculdade recebi as bases do projeto e quando fiquei desempregada lancei mão dos conhecimentos adquiridos para montar o trabalho. Acredito que seja devido ao meu aprendizado acadêmico que consegui”, conclui.

O assessor Francisco Pereira enfatiza que as assessorias são os espaços mais emergentes em vagas para os jornalistas na atualidade.  Para ele, a área de comunicação tem tanta importância quanto o setor administrativo, financeiro e de produção das instituições. “No Sul de Minas, esse amadurecimento ocorre no tempo e espaço do crescimento e desenvolvimento da região. E, com ele, as oportunidades no mundo do trabalho para o jornalista também aumentam”, finaliza.

(*) Equipe
Maria Cristina Miguez - Professora responsável
Ivanei Salgado, Stefano Lopes, Patrícia Correa – alunos do 7º período de Jornalismo da UNIS-MG

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 20h09
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Reclassificação: Retransmissora do SBT em Mato Grosso tem que adequar grade de programação

Redação Portal IMPRENSA



A retransmissora do SBT em Mato Grosso, a TV Cidade Verde, foi proibida pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso de veicular qualquer programa que esteja fora do horário de classificação estabelecido pelo Ministério da Justiça, informa o site Consultor Jurídico. A decisão foi tomada na tarde de ontem e ainda cabe recurso.

A ação foi impetrada pelo Ministério Público, já que a emissora exibiu o programa do Ratinho às 19h30 durante o horário de verão. A classificação deste programa é “inadequado para menores de 14 anos”, portanto sua transmissão é recomendada para a partir das 21h. Em Mato Grosso, a diferença é de uma hora a menos em relação ao horário oficial de Brasília.

Em caso de descumprimento, a emissora terá que pagar multa diária de R$ 20 mil.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 20h06
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Lançamento: Portal do Estadão estréia cobertura especial

Redação Portal IMPRENSA


O portal do jornal O Estado de S. Paulo (www.estadao.com.br) estreou nesta semana a cobertura especial da Copa do Mundo de futebol. O site da competição, que está no ar desde o sorteio dos grupos do Mundial, no início de dezembro, ganhou mais destaque tanto na página principal como na home page da editoria de Esportes.

Também foram criadas novas seções para garantir que as últimas informações da competição cheguem à tela do PC do internauta. Quando as partidas começarem, na sexta feira, quem entrar no site verá o placar dos jogos que estarão ocorrendo no momento. A cobertura não será feita lance a lance, mas será possível conferir quem levou cartão amarelo ou marcou gol. 

Outra novidade é a seção Bola na Rede, que vai trazer algumas das matérias publicadas no jornal com maior grau de aprofundamento e alguns diferenciais - um infográfico, por exemplo.

As equipes do Estadão e do site enviadas para a Alemanha alimentarão a página com notícias em tempo real. Três blogs também trarão informações exclusivas. Um deles será escrito por 18 jornalistas do Grupo Estado, que foram acompanhar o evento. Outro, mantido pelo editor do portal e do caderno Link, Ricardo Anderáos, traz uma cobertura sem fio da Copa e leva o nome de Wireless. O terceiro terá comentários do editor executivo e colunista do jornal, Daniel Piza, sobre a competição.

Além disso, qualquer pessoa poderá registrar flagrantes relacionados ao evento e mandar fotos para o projeto FotoRepórter.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 20h05
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Lançamento 2: Luís Nassif estréia blog no UOL

Redação Portal IMPRENSA



A partir agora, o jornalista Luís Nassif, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo, além de diretor da Agência Dinheiro Vivo, pode ser lido na internet através de seu blog, hospedado no UOL .

No blog, Nassif escreverá sobre economia, música, crônicas e livros. “O Blog será dividido em quatro categorias principais, o Blog propriamente dito, Crônicas, Minhas Músicas e Livros. Todo o material sairá obrigatoriamente na página do Blog”, disse em seu texto de apresentação.

O jornalista explica, ainda, os motivos que o levaram a aderir aos blogs. “Depois de algum tempo de resistência, resolvi aderir aos blogs. Em parte, por acreditar que o futuro do jornalismo está na Internet. Em parte, devido à enorme e revitalizante interação com o público leitor”.

Confira o blog de Luís Nassif através do link
http://luisnassifonline.blog.uol.com.br.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 20h03
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