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Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso
 

Surpreendente:

Surpreendente: Rede Globo não renova contrato com Franklin Martins

Redação Portal IMPRENSA



Ao voltar de férias, ontem (04/05), Franklin Martins foi informado pela TV Globo que seu contrato não será renovado. A informação foi divulgada na internet, no blog do jornalista Ricardo Noblat (www.noblat.com.br). Segundo o blog, o contrato de Franklin termina no final do mês. Não haverá nenhum comunicado público da TV Globo a esse respeito. Até a semana passada, quem procurasse por Franklin Martins na emissora era informado de que ele estava de férias.

Nas últimas semanas, o jornalista protagonizou um duelo editorial com o colunista Diogo Mainardi, por quem foi acusado de manter conchavos políticos para beneficiar seus parentes e de integrar o comando que quebrou o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa.

Fonte: Revista Imprensa

Entenda a polêmica entre Martins e Mainardi acessando as últimas matérias do Portal Imprensa:



Escrito por Sindjor/mt às 17h46
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OAB estranha atitude de advogado que agrediu jornalista da Record

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso, Francisco Faiad, disse nesta sexta-feira, em Sinop, onde acontece o Colégio de Presidentes de Subseções da OAB, que estranhou a atitude do advogado identificado como Edmar Júnior, acusado de ter agredido a jornalista Lauristela Guimarães, da TV Record. Faiad explicou que não conhece o teor do fato apenas por informações e que pretende se interar ao retornar a Cuiabá. “Posteriormente, vamos dar o direito de defesa ao advogado de se manifestar” – explicou.

Edmar Júnior patrocina a defesa do ex-deputado federal Ronivon Santiago. De acordo com o relato do Sindicato dos Jornalistas, o Edmar teria agredido a jornalista na sede da Delegacia Regional da Polícia Federal, no horário do almoço. “Vamos analisar o contexto de tudo que aconteceu para emitir uma opinião mais abalizada. Porém, a princípio, é de se estranhar porque temos a imprensa como aliada dos ideais da OAB, calcadas nas liberdades democráticas” – acentuou.

MAIORES INFORMAÇÕES
Edilson Almeida ou Daniela Campos
Assessoria de Imprensa da OAB-MT
65 3613-0928 - 8403-3757



Escrito por Sindjor/mt às 17h25
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NOTA DE REPÚDIO

SINDICATO NÃO TOLERA AGRESSÃO FÍSICA A JORNALISTA

 

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor) repudia a agressão física sofrida pela jornalista Lauristela Guimarães, da TV Record, praticada pela defesa do ex-deputado federal Ronivon Santiago (PP-AC), advogado Edmar Júnior. O fato, ocorrido hoje (5/5), na sede da Delegacia Regional da Polícia Federal, no horário do almoço, é inadmissível. Não aceitamos esse tipo de relacionamento da violência. Como o advogado, os profissionais de imprensa, seja quem for, repórteres fotográficos, repórteres cinematográficos e jornalistas estão no dia-a-dia do seu trabalho com a missão de informar a comunidade.

 

A atitude do advogado é contra a liberdade de expressão e de informar a população. Profissionais de imprensa não são culpados pelas mazelas do país e pela tentativa de alguns de fazer prevalecer a impunidade.

 

Reforçamos com este comunicado público apoio às investigações e ações da Polícia Federal em coibir desvios e irregularidades no Brasil. O ato do advogado do ex-deputado federal soa como um presente de grego no Dia Internacional e Nacional das Comunicações e da Comunidade.

 

 

Jonas da Silva

Secretário-Geral e Presidente em Exercício do Sindicato dos Jornalistas

 

Cuiabá, 5 de maio de 2006



Escrito por Sindjor/mt às 16h53
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IMPRENSA

"Publisher" da Folha é homenageado

DA REPORTAGEM LOCAL

O empresário Octavio Frias de Oliveira, "publisher" do Grupo Folha, recebeu anteontem o prêmio Personalidade da Comunicação 2006. Compareceram à cerimônia o governador de São Paulo, Claudio Lembo, o prefeito paulistano, Gilberto Kassab, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador Marco Maciel (PFL-PE).
Estiveram presentes à homenagem empresários, publicitários e jornalistas que trabalham ou trabalharam nesta Folha.
Frias de Oliveira disse que não se considerava merecedor do tributo: "Prefiro ver nesta homenagem o reconhecimento pelo trabalho dos muitos amigos e companheiros que vêm me ajudando ao longo da vida".
O empresário fez uma ponderação sobre o êxito de seus empreendimentos: "Procuro ter em mente aquele verso de [Rudyard] Kipling no qual o escritor inglês fala do sucesso e do fracasso como dois impostores. De minha parte, experimentei ambos. Acima dessas vicissitudes, penso que o mais importante é trabalhar com afinco naquilo de que se gosta".
FHC disse admirar a capacidade de Frias de Oliveira de aliar o sucesso empresarial à defesa de suas crenças. Citou como exemplo a mudança da Folha em 1975, quando o jornal começou a dar voz a críticos dos militares ao mesmo tempo em que mantinha o espaço para aqueles que apoiavam o regime.
"O Frias vem sempre mantendo o que mais admiro nele: a capacidade de ser provocativo, a ironia, o gosto por não deixar as coisas conformes", afirmou.
O governador disse apreciar o que chamou de "a coragem" de Frias de Oliveira de tratar no jornal de questões incômodas aos que ocupam o poder. "Ele transformou a Folha dando essa característica de coragem, que às vezes a gente lê e fica um pouco chateado, mas compreende que é a Folha. Ele atrapalha as nossas manhãs, mas isso faz parte da vida. Ele nos deixa pela manhã um pouco tristes, mas durante o dia a gente vê que a Folha estava certa", afirmou Lembo.
Kassab disse que a premiação é uma homenagem a um empresário "que ajudou a construir a democracia".
O prêmio foi concedido pelo 9º Congresso Brasileiro de Jornalismo Empresarial, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas, organizado pela Mega Brasil. Fernando Xavier, presidente da Telefônica, e Franklin Lee Feder, presidente da Alcoa, integraram a mesa que prestou o tributo a Frias de Oliveira.
Compareceram à homenagem o ex-prefeito José Serra e os ex-governadores Geraldo Alckmin e Orestes Quércia.

Fonte: Folha de S.Paulo



Escrito por Sindjor/mt às 11h47
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TODA MÍDIA

Tentando

Nelson de Sá

Ao vivo da Globo News à CNN em espanhol e aos portais brasileiros, os quatro sul-americanos apareceram lado a lado na entrevista coletiva.
No "Jornal Nacional", depois, "o presidente Lula mudou o tom" sobre a suspensão dos investimentos da Petrobras.
No ar, na verdade, Lula enrolou sobre os investimentos, enquanto Evo Morales se contorcia para ouvir o tradutor:
- É decisão de uma empresa que tem autonomia para investir e vai continuar investindo no estrangeiro, inclusive na Bolívia, de acordo com os acordos que possa ter entre o governo da Bolívia e o governo brasileiro.
Quer dizer, nada "efetivamente", na expressão da CNN. Nem quanto aos investimentos na Bolívia nem quanto aos preços do gás para Brasil e Argentina.
Na manchete on-line do argentino "La Nación", "Acordo para discutir preço equitativo de gás". Acordo para discutir...
O mais preciso talvez seja o enunciado bastante genérico -e no gerúndio- da página inicial do "New York Times":
- Tentando evitar uma crise em torno da iniciativa boliviana.
 
Para registro, da CNN ao "Washington Post", a cobertura nos EUA sublinha que, "no momento, Brasil e Argentina estão pagando um preço muito inferior aos preços internacionais".
No dizer do "WP", mais preciso, "os preços pagos à Bolívia pelo gás natural são a metade dos preços pagos nos EUA".
 
Da BBC ao "New York Times" e ao "Wall Street Journal", ecoou "o temporal de críticas" da mídia do Brasil, em especial da televisão, segundo a BBC, à "resposta suave" de Lula.

AS GUERRAS DE ENERGIA

nytimes.com/Reprodução
Ao lado da foto dos sul-americanos, a manchete era para as críticas de Cheney à "chantagem" da Rússia


Embora a "photo-op" dos quatro ganhasse destaque nas páginas iniciais, não foi a Bolívia que fez manchetes de ontem, do NYT.com ao FT.com, mas a Rússia.
São "as guerras de energia", na chamada de capa da "Economist". Segundo o editorial, "o erro de cálculo dos bolivianos e venezuelanos é similar ao dos russos". É que Vladimir Putin vem ameaçando Europa e EUA de forma semelhante, com a sombra de seu petróleo -e com uma perspectiva de desastre similar para a economia.
 
No meio da reportagem sobre a Bolívia, a "Economist" registrou, sob o intertítulo "Venezuela 1, Brasil 0":
- A nacionalização pareceu uma vitória dos planos regionais de Hugo Chávez e uma derrota daqueles do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.
 
"WP", "Financial Times" e outros vêm anunciando que, com as ações na Bolívia e na Venezuela, "vai ficar bem mais difícil para os moderados que vêm advogando uma política externa pragmática" nos EUA.
Não por coincidência, o ex-chanceler mexicano Jorge Castañeda escreveu num artigo para o "NYT" de ontem, sob o título "Política de bom vizinho", que o candidato Andrés López Obrador "claramente pertence à esquerda errada" de Chávez, Evo Morales etc. E não aos "líderes progressistas de Brasil, Chile e Uruguai, ideologicamente tolerantes e internacionalmente de mente aberta".

Em Uberaba
Do "Jornal Nacional", ontem:
- O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, visitou uma exposição agropecuária em Uberaba, em Minas.
Foi para uma "photo-op" ao lado de Aécio Neves, mas este não deu um sorriso. E Alckmin "defendeu a redução das taxas de juros" e levar o "câmbio mais para o ponto do equilíbrio".

Não empolga
Do blog Primeira Leitura, sobre a pesquisa Setcesp/Ibope:
- A campanha de Alckmin simplesmente não empolga.
Nem mesmo o PSDB, segundo a nota, "conseguiu se unificar em torno de sua candidatura.

Na Bahia
ACM deu entrevista ao blog de Josias de Souza e cobrou aliança "imediatamente" com o PSDB, após obter o apoio incondicional de Alckmin ao PFL baiano:
- Cada dia de demora [na aliança] produz mais desgaste.
Em telefonema ao blog de Ricardo Noblat, horas depois de ACM, o tucano Jutahy Jr. negou a possibilidade de "entendimento" tucano-pefelista na Bahia.

Fome
A Band -sempre ela- leva a sério a greve de Garotinho. Ontem à noite, abriu longamente as câmeras para Rosinha falar.

Fonte: Folha de S.Paulo



Escrito por Sindjor/mt às 11h45
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Foto rasgada

ELIANE CANTANHÊDE

LOS ANGELES - Olhando daqui dos EUA, a foto de Lula, Chávez, Kirchner e, agora, Evo Morales é ainda mais interessante, ou impressionante. Só falta Ollanta Humala, o candidato favorito à Presidência do Peru, para um retrato pronto e acabado do que ocorre na América do Sul.
A mesma foto foi feita na semana passada, mas sem Evo Morales. Foi quando Brasil, Venezuela e Argentina discutiram o supergasoduto de US$ 23 bilhões, apelidado de "transpinel" por setores da Petrobras e chamado de "maluquice" por Morales.
Depois disso, o novo presidente boliviano abriu caminho a cotoveladas e conseguiu espaço na foto dos "companheiros". Ele é o pivô da crise, mas está só equilibrando, ou desequilibrando, a disputa entre os dois gigantes da região, Lula e Chávez.
Evo Morales enxota a brasileira EBX, que já investiu US$ 50 milhões de um total de US$ 330 milhões lá. E, cem dias depois de assumir a Presidência do país, jogou o Exército nas refinarias da Petrobras e ameaça expropriar os ativos da empresa, que tem US$ 1,5 bilhão na Bolívia.
Lula ficou encurralado: não pode cortar os 25 milhões de metros cúbicos de gás boliviano consumidos por dia no Brasil nem romper com o país mais pobre da região, o que seria incoerente com sua política externa. Mas não tem como não reagir.
Do outro lado, o Brasil contribui com algo em torno de 15% do PIB da Bolívia, importa 80% de toda a sua produção de gás, e os bolivianos não têm tecnologia, nem mão-de-obra, nem dinheiro para explorar o próprio gás e cobrir uma eventual falta da Petrobras. É aí, neste ponto crucial, que entra Chávez, dando um trunfo e uma saída estratégica para Morales: se a Petrobras sai, a venezuelana PDVSA pode entrar.
A disputa é entre Lula e Morales, mas quem brilha é Chávez, com seu perfil guerreiro, seu petróleo, sua liderança e um novo dado: sua dubiedade em relação a Lula e ao Brasil.
Eles todos acabam negociando, mas a foto já está rasgada.

Fonte: Folha S.Paulo



Escrito por Sindjor/mt às 11h39
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Julgamento de jornalista mobiliza imprensa

Breno Castro Alves, enviado especial a Ibiúna (SP)

Ibiúna, cidade 64 km distante da capital paulista, é o local onde o jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, então diretor do jornal O Estado de S. Paulo, assassinou no ano 2000 sua ex-namorada Sandra Gomide, também jornalista e ex-editora de Economia do jornal. A pequena cidade é também o local em que está ocorrendo o julgamento do caso desde o dia 03/05, fato que atraiu um grande número de profissionais da imprensa, entre repórteres, pauteiros, editores, videorrepórteres, cinegrafistas e operadores de equipamentos.

A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) realizou até o dia 02/05 o credenciamento dos veículos que gostariam de enviar jornalistas para ter acesso à sala onde, até 19h desta quinta-feira (05/05), horário de fechamento do Comunique-se, estava ocorrendo o julgamento. Entre rádio, TV, Internet, revista e jornal, 30 veículos procuraram a assessoria e foram divididos por sorteio em grupos de dez, mesmo número de lugares disponibilizados na sala pelo juiz Diego Ferreira Mendes para a imprensa.

Coordenador da assessoria de imprensa do TJSP, Antonio Matiello Neto visitou o fórum e conversou com Ferreira Mendes na semana anterior ao julgamento para acertar detalhes sobre a cobertura do evento e colocar a estrutura do Tribunal de Justiça à disposição do magistrado. Matiello aponta que o juiz tem uma postura conciliatória e ponderada, tendo feito algumas concessões mediante pedidos da assessoria.

Apesar disso, quando Ferreira Mendes entendeu que um grupo de fotógrafos havia forçado a entrada na sala do julgamento, decidiu proibir o registro de qualquer imagem, seja em foto ou filme. Em resposta, diversos profissionais se posicionaram no telhado de edifícios vizinhos para tentar obter uma imagem de Pimenta. O juiz, por sua vez, divulgou um comunicado aos membros da imprensa presentes ali, informando que o réu "manifestou sua vontade de não ter registrada a sua imagem e voz, em pedido formulado nos autos, o que foi atendido pelo Juízo". Mesmo assim, algumas emissoras de televisão divulgaram imagens de Pimenta, que agora pode abrir processo contra elas.

Demonstrando seu perfil ponderado, Ferreira Mendes voltou atrás e aceitou o pedido da assessoria de permitir que uma única câmera filmasse a divulgação da sentença. Algumas teles concordaram que a Rede Globo tivesse o papel de filmar e retransmitir o sinal, mas outras, notadamente Bandeirantes e Rede TV!, não abriaram mão do direito. Para decidir o impasse, uma criança que acompanhava a movimentação em frente ao fórum foi chamada para sortear o nome de uma emissora de um saco de papel; assim, a Record foi a escolhida para realizar a tarefa.

Pequena Ibiúna
Muitos curiosos e populares permaneceram durante grande parte do tempo junto aos profissionais de imprensa, apenas observando seu trabalho. Cabos de borracha, sofisticadas antenas via satélite e câmeras de TV não fazem parte do cenário regular da cidade, o que despertou a curiosidade de boa parte da população. Grupos de crianças pediam autógrafos para repórteres de televisão, vestidos de terno e com uma imagem mais conhecida que os colegas em geral. Após reconhecer o símbolo da Bandeirantes em seu equipamento, um garoto abordou o vídeorreporter Henrique Pereira, pedindo para que ele mandasse um abraço para Luciano do Valle, funcionário do canal, alegando que era um grande fã do locutor.

Monteiro, dono e único repórter do jornal Notícias de Ibiúna, aponta que só se recorda de movimentação midiática semelhante na cidade quando, em 1968, cerca de mil estudantes participantes do XXX Congresso da UNE foram presos pelo regime militar. O jornalista está preparando uma matéria completa sobre o assassinato de Sandra Gomide, relatando desde o assassinato, há seis anos, até a divulgação da sentença. O texto ocupará uma página inteira da edição do dia 09/05 do seu quinzenal de distribuição gratuita e 10 mil exemplares de tiragem.

Cobertura maciça
O caso realmente despertou o interesse da mídia nacional. A TV Bandeirantes mobilizou os repórteres Marcio Campos e Luciano Barbosa, o videorrepórter Henrique Pereira e a produtora/pauteira Andrea Makarian, além da equipe responsável por fazer o link com a central. O grupo saiu de São Paulo às 04h do dia 03/05 e só ira retornar ao final do julgamento, que deve acontecer ainda nesta quinta. Além disso, a Rádio Bandeirantes, do mesmo grupo, também acionou outros profissionais para cobrir o fato.

Pereira justifica o investimento: "A idéia é cobrir todos os lados. Todo mundo se ajuda para compartilhar informações, mas ninguém esquece o furo. Eu jogo no meu time. Para mim, todo mundo aqui é adversário", afirma. Justificando a relevância de uma cobertura tão extensa e competitiva, a equipe da Band encontrou em um pátio, após seis anos, o carro que havia sido utilizado por Sandra Gomide e que ainda continha as botas da vítima.

Superexposição
Durante o intervalo de almoço, o promotor do caso concedeu uma breve entrevista coletiva na porta do fórum, onde a massa de repórteres, cinegrafistas, fotógrafos e os equipamentos associados disputavam o pouco espaço privilegiado. Entre os gritos de "abaixa o gravador!" ou "olha a cabeça!", muitos profissionais realizaram verdadeiros malabarismos para manter o microfone próximo ao entrevistado, ao mesmo tempo em que se agachavam ou se contorciam para não ficar em frente à linha de filmagem de seus colegas.

Logo após a saída do promotor foi a vez de uma das principais testemunhas, Marlei Setti, mulher de Deomar Setti, dono do haras onde Sandra foi assassinada, se submeter àquela sabatina. Momentos após o afastamento do promotor da multidão, um repórter solitário aproveitou a oportunidade para conversar tranqüilamente com o magistrado dentro do fórum, sem outros colegas disputando a atenção do promotor.

Momentos depois, foi a vez da reportagem deste Comunique-se aproveitar oportunidade semelhante e entrevistar o casal Setti após sair pela porta traseira do fórum, caminhando pelas ruas de Ibiúna. Sobre a abordagem incessante da imprensa, Marlei afirmou que se sente mal e incomodada com a freqüente invasão de privacidade, mas reconhece que a mídia exerce um papel fundamental ao pressionar o Judiciário. O marido Deomar faz coro: "A exposição [a que fomos submetidos] ao longo desses seis anos nunca parou, mas foi importante para ajudar a fazer Justiça", conclui.

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 11h29
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Multimídia: Paulo Henrique Amorim agora na internet

Redação Portal IMPRENSA


O jornalista Paulo Henrique Amorim fechou contrato de exclusividade com o portal iG. A partir de agora, Amorim está no time de curadores do portal e entra para a equipe do “Último Segundo” na cobertura das eleições. “Começo no iG com muito entusiasmo. E garanto aos usuários que volto à internet com o apetite de um foca”, diz Paulo Henrique.

Amorim acumula, desde a última terça-feira, a apresentação do “Domingo Espetacular”, na TV Record e o comando do site “Conversa Afiada” (www.conversa-afiada.ig.com.br), que falará sobre política, negócios e economia.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h22
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Pânico na greve da fome: Produtor da RedeTV é agredido por militantes pró-Garotinho

Por Pedro Venceslau, da redação


No circo armado para promover o reality show que virou a greve de fome do ex-governador Antony Garotinho não existe espaço para os palhaços do programa "Pânico na TV". Na tarde desta quinta feira, a equipe do programa de maior sucesso da RedeTV bem que tentou tirar um sarro do regime forçado do pré-famélico candidato do PMDB. Não deu certo. Um produtor do programa foi agredido com um tapa na cara, na tarde de ontem, por militantes do ex-governador. O quiprocó aconteceu em frente ao diretório fluminense do PMDB, onde Garotinho realiza seu reality show desde domingo, em protesto às denúncias contra ele e a falta de espaço que tem na mídia.

De acordo com a assessoria do Pânico, o repórter Vesgo, também conhecido como Rodrigo Scarpa, e Ceará, vulgo Wellington Muniz, se safaram e não chegaram a ser agredidos pelos manifestantes.

Os dois pegaram a ponte aérea com a missão de fazer uma sarcástica matéria sobre a greve de fome do ex-governador, mas os integrantes do programa foram recebidos com fúria religiosa pelos militantes garotinhos.

Ao perceberem o clima hostil, a equipe do programa entrou de volta na van em que estavam e zarpou de volta ao aeroporto Santos Dumont. Antes de entrar no veículo, um dos produtores foi agredido com um tapa na cabeça e os militantes chutaram as rodas do veículo.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h22
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Un gobierno de mierda

Adriana Vandoni

 

As recentes atitudes do presidente boliviano deixaram atônitos os que ainda teimam em manter um discurso esquerdista no nosso país. Para essas pessoas deve ter sido duro imaginar a empresa de “o petróleo é nosso” como uma empresa imperialista, que “nuestro país” é dono de uma multinacional “imperialista”. Como eles poderiam agora, sonegar aos bolivianos o direito ao mesmo slogan difundido há décadas por aqui e ainda defendido pelos nossos dinossauros ideológicos?

Foi surreal vê-los concordando com a atitude de Evo Molares. A quem deveriam defender? À “nossa” empresa ou à ideologia socialista de Hugo Chaves e Fidel? A Petrobras foi construída e enriquecida a partir dos lucros oriundos do trabalho dos brasileiros, e se tornou uma das maiores empresas mundiais devido ao monopólio e preços “exorbitantes” dos combustíveis cobrados aqui. Vemos agora Hugo Chaves, o amigo de Lula tramando com Evo Morales para expropriar os bens da Petrobras ao mesmo tempo em que o boliviano assina um contrato entre a PDVSA (estatal venezuelana de petróleo) para a construção de uma fábrica de separação de gás na região de Rio Grande, sendo que nossa empresa já tem fábricas desse tipo na região.

Será que a ideologia dos auxiliares do nosso governante apedeuta supera todos os esforços que nossa população passou e ainda passa para mantê-la uma empresa rentável? Será que há desculpa para que o patrimônio dela, obtido de nós, de nosso povo, seja investido em outro país e este simplesmente expropria quando bem entende? Sim, porque na verdade não houve uma nacionalização, mas uma expropriação. É bom deixar isso bem claro.

 

(Comentários do Blog: O artigo acima é da Adriana Vandoni e foi publicado nesta sexta, 05, no Jornal A Gazeta e no site do Cláudio Humberto. Adriana é economista e especialista em  Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas/RJ. Devido a espaço, este Blog não publicou o artigo inteiro, mas disponibiliza o link para sua visualização. http://www.claudiohumberto.com.br/Artigos/tabid/290/articleType/ArticleView/articleId/69353/Un-gobierno-de-mierda.aspx)



Escrito por Sindjor/mt às 11h16
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Assessores de Comunicação

 

Com o tema "Assessoria de Comunicação: Mercado Promissor", será realizado nos dias 19 e 20 de maio, no auditório da OAB/MT, o 4º Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Comunicação.

 

Estão confirmadas as presenças de palestrantes do Grupo Máquina Comunicação Corporativa Integrada e do Comunique-se, bem como, de profissionais do Estado.

 

O evento é uma realização do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso e de um grupo de assessores de comunicação. As inscrições podem ser feitas no sindicato (3621-6124) e nas assessorias da Sefaz (3617-2126), da Câmara de Cuiabá (3617-1528) e da Secretaria Estadual de Cultura (3613-9221).

 



Escrito por Sindjor/mt às 18h40
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Dia Internacional da Imprensa: FIJ é premiada

Denise Moraes | Redação Portal Imprensa


Ontem, em Washington, a Newspaper Guild-CWA, sindicato dos jornalistas e trabalhadores da mídia norte-americana, destinou US$ 5 mil ao Fundo de Proteção da FIJ como reconhecimento ao auxílio prestado à classe em vários pontos do mundo em 2005: Indonésia, Sri Lanka, Irão, Iraque, Colômbia e Filipinas.

Durante o ano passado, o Fundo de Proteção da FIJ doou mais de € 100 mil a jornalistas ou às suas famílias, principalmente nos casos de repórteres mortos na guerra do Iraque e em outros conflitos devido ao seu trabalho ou na seqüência das várias catástrofes que assolaram o planeta em 2005.

Com 89 jornalistas assassinados e 61 mortos em terremotos ou acidentes naturais similares, 2005 teve, segundo a FIJ, um recorde de mortes violentas de jornalistas e outros funcionários de órgãos de comunicação.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 17h19
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Crítica e Autocrítica: "Ombudsman não é garantia de bom jornalismo", diz ombudsman da National Public Radio

Por Thaís Naldoni/ Redação Portal IMPRENSA


Entre os dias 7 e 10 de maio, acontece em São Paulo a 26ª Conferencia Anual da ONO (Organização de Ombudsmans de Notícias, em inglês). Fundada em 1980, é a primeira vez que a entidade realiza o encontro fora da Europa e América do Norte. Estarão presentes representantes de países como Holanda, França, Turquia, África do Sul, Estados Unidos, entre outros. Jeffrey Dvorkin, ombudsman da National Public Radio e ex-presidente da ONO (o atual é Ian Mayes, ombudsman do jornal britânico The Guardian) falou ao Portal IMPRENSA sobre a importância do ombudsman para um veículo de comunicação e sobre quais assuntos serão discutidos na próxima conferência. Leia abaixo:

Portal IMPRENSA - É a primeira vez que uma Conferência de Ombudsmans é realizada em um país latino-americano. Por que o Brasil foi escolhido?
Dvorkin - Porque na última conferência, em Londres, Marcelo Beraba, da Folha, generosamente se ofereceu para hospedar o encontro. A idéia foi recebida com entusiasmo, em parte porque o interesse no trabalho dos ombudsmans e na ONO está crescendo rapidamente na América Latina. O encontro no Brasil comprova este fato.

Portal IMPRENSA - O que se discute em uma conferência como esta?
Dvorkin - Discutiremos aspectos de interesse comum aos nossos membros. Isto inclui como os jornais, as redes televisivas e as rádios lidam com questões de raça, sexo, as charges de Mohammed e outras "batatas quentes", como a forma de nos relacionarmos com jornalistas, leitores, ouvintes e telespectadores, além do impacto que os blogs e os escritórios de advocacia provocaram no nosso papel de cães de guarda.

Portal IMPRENSA - Qual a importância de um ombudsman em veículos de comunicação?
Dvrokin - O ombudsman não é garantia de bom jornalismo. Mas a existência do cargo indica que as empresas de comunicação cumprem, de maneira séria, suas obrigações para com o público. Um ombudsman também é um indicativo de que estas empresas cestão interessadas na sua credibilidade com a audiência. Este profissional deve exercer duas funções simultaneamente: criar uma atmosfera de transparência e responsabilidade na empresa e elevar os padrões de aptidão literária do público em relação aos meios de comunicação. Há uma desconexão entre jornalistas e o público, no que diz respeito ao papel do jornalismo. O ombudsman tenta encurtar essa distância. 

Portal IMPRENSA - Uma crítica negativa de um ombudsman costuma gerar que tipo de impacto nos veículos? 
Dvorkin - Um jornal, rádio ou televisão deve manter a reputação de veicular informações confiáveis. Ele pode até ter sua opinião (exposta no editorial), mas é obrigação primária manter a credibilidade com o público. E, uma vez perdida esta credibilidade, fica difícil restaura-la. 

Portal IMPRENSA - Há, na sua opinião, resistência dos veículos em contratarem um ombudsman?
Dvorkin - Normalmente, as razões para não se contratar um ombudsman são financeiras. Algumas organizações mais novas, especialmente no Estados Unidos, definiram que, se é necessário escolher entre contratar um repórter ou um ombudsman, optam pelo primeiro. Nós acreditamos que um ombudsman acrescenta tanto ao jornalismo em geral, como à reportagem em si. 

Portal IMPRENSA - Este profissional deve ter ligação anterior com o veículo, tendo passado por outras funções?
Dvorkin - Há vantagens e desvantagens em contratar um ombudsman que já trabalhou na empresa, mas acho que as vantagens são maiores. Ele já conhece a estrutura jornalística da organização, enquanto alguém que vem de fora pode levar um tempo para alcançar este conhecimento. Por outro lado, o profissional que nunca passou pela empresa chega com idéias novas, frescas, e traz um olhar de fora sobre a conduta e as decisões da organização.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 17h12
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Roberto Cabrini: "O Pimenta sempre achou que a imprensa não queria expor o lado dele"

Por Pedro Venceslau, da redação



Enquanto todas as emissoras lutavam para conseguir uma imagem de Pimenta Neves entrando, saindo ou sendo julgado dentro do Fórum de Ibiúna, a Band surpreendeu a concorrência com uma entrevista exclusiva com réu. O autor do furo, Roberto Cabrini, conta que a entrevista, feita por telefone, foi gravada há bastante tempo e que estava aguardando o julgamento para colocá-la no ar. Nesta entrevista para o Portal Imprensa, Cabrini fala sobre os bastidores da entrevista e conta quais foram suas impressões sobre o jornalista que virou pauta.

Portal IMPRENSA – Qual o sentimento do Pimenta em relação à cobertura da imprensa no caso do assassinato da Sandra Gomide?
Roberto Cabrini
- Senti uma certa mágoa dele em relação à cobertura do caso. Ele tem dificuldade em aceitar o fato de ser um jornalista que virou notícia. O Pimenta sempre achou que a imprensa não queria expor o lado dele. Por outro lado, ele sempre se recusou a falar formalmente. Queria e não queria ao mesmo tempo. Estava com a mente confusa.

Portal IMPRENSA – Quando você começou a apurar essa matéria?
Roberto Cabrini
– Logo depois do assassinato, em 20 de agosto de 2000. No dia 27, eu fiz a matéria para o "Fantástico". Desde então, venho tentando falar com ele.

Portal IMPRENSA – Quando foi gravada essa conversa?
Roberto Cabrini
- Essa conversa, que foi feita em um dos primeiros contatos com ele, aconteceu mais ou menos há um ano atrás. Não era para ser a entrevista definitiva, mas como tenho hábito de gravar todas as conversas importantes, acabou sendo. Meu objetivo era agendar uma entrevista formal. Eu tinha até esquecido que tinha essa fita.

Portal IMPRENSA - Foi difícil conseguir convencê-lo a falar? Ele sabia que a conversa por telefone estava sendo gravada?
Roberto Cabrini
- Ele sabia que estava falando com um jornalista. Como ele acabou não aceitando falar como manda o figurino, com a câmera ligada, a única forma de expor o lado dele foi fazer a entrevista por telefone. O Pimenta mediu cada palavra. Não falou uma vírgula que não tenha sido pensada. Não houve nenhum momento de informalidade .

Fonte: Revista Imprensa




Escrito por Sindjor/mt às 17h11
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Estudante ganha direito a piso profissional

Estudante de jornalismo que trabalha como profissional tem direito a receber pelo menos o piso salarial da categoria. O entendimento unânime é da 10ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas-SP), e beneficia uma estudante que trabalhava como jornalista.

Por entender que estava sendo lesada pelo empregador, a funcionária entrou com reclamação pedindo diferenças salariais. Segundo ela, mesmo que estivesse cursando a faculdade de jornalismo, exercia a função de jornalista, motivo que a levou a pedir o piso salarial da categoria.

As empresas sequer reconheceram a prestação de serviços. "A autora era free lancer e trabalhava de forma autônoma", disseram. A Vara do Trabalho de Mogi-Guaçu indeferiu o pedido de diferenças salariais e a trabalhadora recorreu ao TRT.

Baseando-se nos artigos da CLT, que tratam do trabalho do jornalista, o relator, juiz Fernando da Silva Borges, deu provimento ao recurso da trabalhadora. "As atividades desempenhadas pela autora correspondiam às de jornalista, tanto que o próprio juízo de primeira instância reconheceu o exercício de tal função", fundamentou Borges. Para ele, ficou comprovado que a trabalhadora fazia no mínimo 12 reportagens semanais, publicadas no jornal O Regional.

"O fato de a trabalhadora não preencher o requisito da escolaridade e a ausência de registro da profissão no órgão competente não impede o reconhecimento da condição de jornalista. A profissão é qualificada pela atividade efetivamente exercida pelo empregado", esclareceu Borges. O juiz concluiu que, se ele decidisse o contrário, seria estímulo à contratação de trabalhadores sem formação acadêmica com o intuito de se pagar menores salários.

Processo: 00133-2004-071-15-00-3 RO
Leia a ementa do acórdão:
Jornalista. Salário Normativo. Habilitação.
Não é lícito ao empregador deixar de efetuar o pagamento do salário profissional ao empregado contratado para exercer as atribuições de jornalista, sob a exclusiva alegação de não possuir o trabalhador formação acadêmica específica. O acolhimento de tal argumento, a despeito de permitir que a parte invoque em seu favor o próprio descumprimento da lei, também implicaria na abertura de grave precedente, na medida em que estimularia a contratação de profissionais sem habilitação acadêmica para o exercício de função regulamentada em lei. Recurso acolhido para deferir as diferenças salariais postuladas.

Fontes: Revista Consultor Jurídico e o Jornalista 

 



Escrito por Sindjor/mt às 17h08
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Greve de fome: Garotinho vai à justiça para conseguir direito de resposta da Globo

Pedro Venceslau, da redação


No último capítulo de seu "reality show", como vem sendo chamada sua greve de fome, que está sendo acompanhado em tempo real pelos jornalistas, Anthony Garotinho disparou novamente contra a Globo. O ex-governador disse que entrará hoje com "notificação prévia acompanhada de ampla documentação, exigindo direito de resposta das “Organizações Globo".

Garotinho voltou a afirmar que só acaba com a greve quando conseguir o direito de resposta. Pela manhã, o grevista recebeu oito jornalistas estrangeiros na sua sala, na sede do PMDB do Rio de Janeiro, para uma entrevista. O boletim médico divulgado na noite de ontem indicou que Garotinho perdeu 1,3 KG (está com 88,6) e sofreu um ligeiro aumento da pressão arterial e da freqüência cardíaca.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 17h58
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Direto de Ibiúna: Saiba tudo sobre os bastidores do julgamento de Pimenta Neves

Por Thais Naldoni, de Ibiúna


O plenário foi esvaziado neste momento para a leitura dos autos de segredo de justiça

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Os fotógrafos escalados para cobrir o julgamento de Pimenta Neves causaram tumulto e tiraram o juiz do sério antes da chegada do réu. Como imagens de Pimenta sendo julgado estão proibidas, o Tribunal fechou um acordo com a imprensa, que poderia produzir imagens do plenário do Fórum 20 minutos antes do começo dos trabalhos. Com as emissoras foi tudo bem. Os cinegrafistas fizeram suas imagens e desceram tranqüilamente. Já os fotógrafos entraram causando tumulto, se atropelando, e tiraram o juiz do sério. Resultado: estão vetadas todas as imagens internas nos próximos dias de julgamento.

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A população de Ibiúna está em polvorosa com o julgamento. Ou melhor: com o assédio da imprensa, que apareceu em peso na pacata cidade. Uma pequena multidão tem feito de tudo para aproveitar as entradas ao vivo da TV e conseguir alguns minutos de fama. Assim que um repórter começa a se preparar, as mocinhas tiram da bolsa seus batons e entram atrás da câmera, como quem não quer nada.

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Quer saber detalhes do julgamento? Pergunte ao João Roberto. O assessor de imprensa do Tribunal de Justiça é o responsável pelos comunicados, feitos de cinco em cinco minutos.

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Pimenta, que está acompanhado da filha e do advogado, preferiu ficar calado no primeiro tempo do julgamento, quando é feito o interrogatório.

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O juiz determinou que equipe da Globo deixe o prédio ao lado do Tribunal, do qual está conseguindo imagens exclusivas. A decisão deixou a equipe contrariada, e causou um pequeno tumulto na porta do Tribunal. Como se trata de uma determinação e não de uma ordem, a Rede Globo não retirou a câmera, mas terá que responder judicialmente depois.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 17h57
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Hoje:

Hoje: Evento na Câmara dos Deputados contempla Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

Redação Portal IMPRENSA


Acontece hoje na Câmara dos Deputados, em Brasília, uma conferência sobre o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa (3 de maio). No evento duas questões polêmicas serão temas dos painéis de discussão: a de acesso à informação pública, e a interferência nos conteúdos da imprensa e dano moral. A abertura dos trabalhos será realizada pelo presidente da Associação Nacional de Jornais Nelson Sirotsky.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, Sirotsky diz que seu discurso irá abordar uma questão ainda cara ao país: a persistência da censura aos veículos de comunicação. "Não é a censura nos seus moldes tradicionais, de empastelar jornais. A preocupação hoje recai em formas mais sutis, sofisticadas e, portanto, mais insidiosas", esclarece. Segundo ele, o principal exemplo seriam as recentes medidas tomadas pela Justiça para barrar a veiculação de determinadas reportagens.

Para a conferência estão confirmadas as presenças da presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa Diana Daniels, e da ministra Ellen Gracie, presidente do Superior Tribunal Federal. Já os painéis de discussão têm início às 11h, e serão mediados pelos jornalistas Fernando Rodrigues, colunista da Folha de S.Paulo, e Josemar Gimenez, diretor de redação dos jornais Estado de Minas e Correio Braziliense.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 17h55
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Homenagem em Rondonópolis

No último fim de semana estive em Rondonópolis por um motivo nobre: receber uma homenagem na Câmara de Vereadores. Por indicação do vereador Valdir Clemente, recebi a medalha "Aroldo Marmo de Souza", conferida a profissionais da comunicação.

Neste ano completaram-se seis anos desde que deixei Jundiaí e fui-me aventurar no cerrado mato-grossense. Foram três anos de experiências profissionais e pessoais intensas. Do começo no jornal
A Tribuna, a passagem pela TV Cidade e a fundação do site Primeria Hora foram anos de grande aprendizado.

Além disto, fiz amizades que carregarei para sempre e conheci a mulher que mudou os rumos da minha vida (legítima, nascida em Rondonópolis). Hoje estou em Brasília, mas Rondonópolis significou e continua sendo um marco fundamental na definição da pessoa que sou hoje. Por isto achei muito legal o reconhecimento da Câmara pelo tempo que trabalhei e vivi nesta cidade tão especial para mim.

Comecei a semana bem...

Fonte: Blog do Perrone



Escrito por Sindjor/mt às 18h19
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O grande encontro: Octavio Frias de Oliveira recebe Lula em sua casa

Por Pedro Venceslau, da Redação



O presidente Lula deu um importante passo para se reaproximar de um de seus maiores adversários editoriais, o jornal "Folha de S.Paulo". Nesta sexta feira, o publisher do jornal, Octavio Frias de Oliveira, pai de Octavio Frias Filho, diretor de redação, recebeu o presidente em sua casa para uma conversa de peito aberto. Lula, que estava acompanhado de André Singer, que por sua vez é irmão de Suzana Singer, secretária de redação do jornal, aproveitou a oportunidade para cumprimentar Frias pelo recebimento do Prêmio Personalidade da Comunicação 2006.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h16
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Emprego: revista IMPRENSA abre vaga para repórter

Redação Portal IMPRENSA


A revista IMPRENSA tem uma vaga em aberto para repórter. É necessário que o candidato seja graduado em jornalismo e tenha experiência comprovada em redação de mídia impressa e internet. Os interessados devem enviar seu currículo, no corpo do e-mail, para pedrovenceslau@portalimprensa.com.br.

Vale lembrar que não serão aceitos contatos telefônicos, apenas via e-mail. O prazo final para o envio dos currículos é dia 08/05 (segunda-feira próxima).

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h14
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Preço salgado: Celebridades cobram caro para dar entrevistas em Cannes

Por Pedro Venceslau, da redação


Vai ser dura a vida dos jornalistas escalados para cobrir o Festival de Cannes deste ano. Engana-se que pensa que vai conseguir entrevistas exclusivas se ficar plantado na porta do hotel ou através das assessorias de imprensa das estrelas.

Os organizadores do evento avisaram que as entrevistas só serão concedidas mediante obesos cachês. Informa a coluna da Mônica Bergamo que a participação em uma mesa redonda com o cineasta Pedro Almodóvar, por exemplo, não sai por menos de U$ 750. Jornalista de televisão paga mais, U$ 1.500. Outras estrelas, como Carmem Maura e Penélope Cruz, também aderiram a moda e anunciaram que não falam com jornalistas por menos de U$ 750.

Essa moda parece que chegou também na Argentina. O ex boleiro Diego Maradona também tem respondido para jornalistas brasileiros que só fala mediante cachê.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h12
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Cale a boca, jornalista: Fotógrafo do Estadão é agredido por seguranças do Planalto

Por Pedro Venceslau, da redação


O repórter fotográfico Celso Júnior, do jornal O Estado de S.Paulo, foi covardemente agredido por cinco seguranças e um assessor da Secretária de Imprensa do Palácio Planalto. O incidente aconteceu na última quinta feira, após a posse da ministra Ellen Gracie na presidência do supremo Tribunal Federal. A agressão ocorreu no exato momento que ministra se despedia do presidente do lado de fora do prédio.

O responsável pela violência foi o operador de reportagem da Secretaria de Imprensa, Francisco Novaes, que acertou dois socos no rosto do fotógrafo e ordenou que os seguranças terminassem o serviço. Minutos antes desta cena, o repórter Leonencio Nossa, também do Estadão, recebeu um soco no estômago de outro segurança. Ao contrário de seu colega, Leonencio revidou o soco. Em nota, o Estadão afirmou que o repórter revidou porque o Palácio do Planalto nunca reconhece aa agressões contra jornalistas.

A presidência culpou o STF pelo incidente. O STF, até o momento, não se manifestou. Segundo o Estadão, o Palácio do Planalto costuma argumentar que os jornalistas entram em áreas restritas. Mas, quase sempre, essas áreas são as únicas onde é possível captar, sem prejuízo para a informação, uma imagem não oficial de Lula e do governo.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h10
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