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José Arbex ministra palestra em Cuiabá
Da Assessoria
O jornalista José Arbex Júnior, doutor em História Social, editor da Revista Caros Amigos e do Boletim Mundo, ministra palestra em Cuiabá neste sábado, 29, às 18:30, para alunos do Colégio Master. Arbex vai traçar o Panorama do Mundo Atual.
O evento abre a edição 2006 do Projeto Pangea, desenvolvido pelo Colégio Máster. Segundo o professor Moacir Penazzo, diretor do 3º ano do Ensino Médio e curso-pré-vestibular, o Boletim Mundo, da Editora Pangea, de São Paulo, é trabalhado com os alunos pelos professores de Atualidades e História. O Boletim Mundo traz em seis edições por ano assuntos da geo-política internacional e história. Temas como religião, racismo e guerras são alguns dos abordados.
José Arbex Júnior foi correspondente internacional da Folha de São Paulo e cobriu importantes eventos internacionais como a queda do Muro de Berlim em 1989, a Guerra do Golfo em 1991 e, em maio de 2004, o processo plebiscitário ("o reparo") na Venezuela. Doutor em História Social pela USP, o jornalista é professor dos cursos de jornalismo da PUC/SP e da Fundação Casper Líbero.
Entre os prêmios que acumula no decorrer de sua carreira, destaca-se o Jabuti de melhor livro-reportagem de 1997, com "O Século do Crime" (Editora Bomtempo; co-autoria com Cláudio J. Tognolli); em 1999, ganha o prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, pela reportagem "Terror no Paraná", publicada na Caros Amigos e, em 2003, o Grupo Tortura Nunca Mais conferiu-lhe a Medalha Chico Mendes de Direitos Humanos, por sua contribuição aos Direitos Humanos no campo do jornalismo.
O Colégio Master localiza-se na Av. Fernando Correa da Costa, 255, Areão, Cuiabá.
Fonte: Site O Documento
Escrito por Sindjor/mt às 12h39
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A dura realidade dos salários de Jornalistas - Parte III
PIAUÍ Piso: variado por região.
- Capital - R$ 900,00 - Parnaíba, Picos e Floriano - R$ 630,00 - Demais cidades - R$ 450,00
Segundo informações do sindicato, o jornalista de Teresina tem o piso básico de R$ 900,00 e a cada ano trabalhado ele tem 2% de aumento sobre o salário. Esses 2% são progressivos, o que eleva o salário médio para R$ 1.000,00. “Esse nosso acordo faz a diferença no valor final do salário. Algumas pessoas ganham 30% a mais”, diz o presidente Luiz Carlos de Oliveira. A campanha foi encerrada em fevereiro.
Segundo o levantamento realizado pelo Comunique-se em 2002, os salários no interior do Piauí despencaram 24%. Há quatro anos, a média salarial era de R$ 590,00. Na capital, o piso era de R$ 670,00.
* RIO GRANDE DO NORTE Pisos: diferenciado por níveis
- Nível 01 - R$ 640,68 - Nível 02 - R$ 678,90 - Nível 03 - R$ 829,07
O sindicato informou que a diferenciação dos níveis fica a cargo do empregador. No entanto, eles garantem que ninguém é contratado com piso inferior ao primeiro nível. No levantamento do C-se de 2002, o piso salarial do RN era unificado e no valor de R$ 524,00.
* RIO GRANDE DO SUL Pisos: variável por região
- Capital - R$ 1.135,00 - Interior - R$ 960,00
Em quatro anos, o salário do jornalista de Porto Alegre subiu 37,92% (R$ 822,93) e o do interior, 43,57% (R$ 668,63). O sindicato vai iniciar a campanha salarial em junho. “Infelizmente o reajuste que pediremos será pequeno, em torno de 8%”, diz o presidente José Carlos de Oliveira Torves.
* RIO DE JANEIRO Piso: não tem
O sindicato estabelece um salário mínimo profissional no valor de R$ 3.233,00. No entanto, a realidade é bem diferente e são poucas as empresas que adotam esse valor.
O presidente da entidade, Aziz Filho informa que a principal reivindicação da campanha salarial de 2006 é estabelecer o piso único da categoria no valor de R$ 1.500,00.
O patronato já apresentou uma contraproposta. Eles oferecem: - Jornal e Revista (para empresas com até 50 jornalistas) - R$ 750,00 (5h) e R$ 1.200,00 (7h) - Jornal e Revista (para empresas com mais de 50 jornalistas) – R$ 1.000,00 (5h) e R$ 1.600,00 (7h) - Rádio – R$ 800,00 (5h) e R$ 1.312,00 (7h) - TV – R$ 900,00 (5h) e R$ 1.476,00 (7h)
O Rio de Janeiro não possui sindicato patronal para assessor de imprensa. As assessorias que têm qualquer tipo publicação podem seguir o padrão salarial de jornal e revista.
* RONDÔNIA Piso: variável
- Faixa 01 – R$ 975,00 - Faixa 02 – R$ 840,00 - Faixa 03 – R$ 795,00
Faixa 1 – Repórter, Diagramador, Redator, Rádio Repórter, Noticiarista, Repórter de Setor, Repórter Fotográfico e Cinematográfico. Faixa 2 – Revisor Faixa 3 – Arquivista, Ilustrador, Arquivista Pesquisador e Chargista
O sindicato acaba de iniciar a campanha salarial. Eles pedem o aumento da inflação (5,48%) mais ganho real de 2%. No ano passado, a negociação durou mais de seis meses. “Esperamos que este ano consigamos resolver isso em menos tempo”, diz o presidente Marcos Antônio Grutzmacher. “Acreditamos que vamos a dissídio com rádio e TV porque eles não reconhecem o sindicato como representante dos profissionais”, completa.
* RORAIMA Piso: Único – R$ 700,00
A campanha salarial deste ano quer o aumento do piso para R$ 1.100,00. O presidente Humberto de Andrade e Silva espera que a negociação esteja finalizada até maio.
* SANTA CATARINA Piso: Único - R$ 918,72
Em quatro anos, o piso salarial do Estado subiu 22,49%. O valor na época era R$ 750.
* SÃO PAULO Piso: variado por veículo e região
- Jornais e Revistas da Capital - R$ 1.500,00 e R$ 2.400,00 (por 5h + 2 extras) - Jornais e Revistas do Interior e Litoral - R$ 1.250,00 e R$ 2.000,00 (por 5h + 2 extras) - Rádio e Televisão da Capital - R$ 1.134,00 e R$ 1.984,50 (por 5h + 2 extras) - Rádio e Televisão do Interior e Litoral – R$ 723,00 e R$ 1.265,25 (por 5h + 2 extras) - Assessoria de Imprensa - R$ 1.667,00 e R$ 2.667,20 (por 5h + 2 extras)
Este piso está valendo até novembro de 2006. A exceção é o piso de assessor, que vai ser reavaliado em setembro.
O levantamento feito pelo Comunique-se em 2002 mostrava o Estado como tendo as melhores média salariais do Brasil. Hoje, com média de R$ 1.254,80, São Paulo perde para Alagoas, que tem o piso de R$ 1.666,45. Fred Ghedini, atual presidente do SJPSP, avalia a situação: “Alagoas é um caso à parte. É uma cidade pequena e onde jornalistas e patrões valorizam o sindicato, que, por sinal, tem uma direção lutadora, além dos profissionais serem muito unidos, o que não acontece no restante do País. No caso de São Paulo, embora hoje não estejamos mais na liderança nacional, nós tivemos, ao longo desses anos, consideráveis aumentos salariais”.
Há quatro anos, os pisos já eram diferenciados por veículo e por região. Veja os valores da época:
Para a capital: Assessorias – R$ 1.287,50/ R$ 2.060 (7h) Jornais e revistas – R$ 1.000,00 / R$ 1.600 (7h) Rádio e TV – R$ 765 / R$ 1.338,75 (7h)
Para o interior: Assessorias – o mesmo que a capital Jornais e revistas – R$ 853,00 / R$ 1.365 (7h) Rádio e TV – R$ 490,00 / R$ 857,50 (7h)
* SERGIPE Piso: Único – R$ 750,00
O sindicato encerrou este mês a negociação. Eles conseguiram um reajuste linear de 7% e de 9,6% para o piso salarial. O valor do piso subiu de R$ 684,00 para R$ 750,00. Há quatro anos, esse valor era R$ 519,04, 44,5% menor do que o valor atual. Apesar do salário do jornalista sergipano não estar entre os melhores, os jornalistas do Estado têm o que comemorar. Há quatro anos, eles eram o Estado com o menor piso salarial.
* TOCANTINS Piso: Único - R$ 1.100,00
O sindicato já enviou ofício para a DRT para iniciar a negociação. A proposta é de reajuste de 16%, com piso subindo para R$ 1.500,00.
No entanto, o presidente do sindicato reclama da dificuldade de negociar com a Organização Jaime Câmara. “Eles bateram o pé e fixaram um piso próprio de R$ 850,00. É complicado negociar com as retransmissoras da TV Globo. Elas amarram, acham que são as diferentes, as melhores. Mas vamos tentar acabar com isso na campanha deste ano”, informa a presidente Socorro Loureiro.
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 11h26
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A dura realidade dos salários de jornalistas - Parte II
DISTRITO FEDERAL Piso: variável de acordo com a mídia.
- Impressa - R$ 1.371,87 - Eletrônica - R$ 1.154,52
A campanha salarial do sindicato este ano está pedindo um piso único no valor de R$ 1.400,00. A contraproposta é de R$ 1.200,00 para mídia eletrônica e R$ 1.400,00 para impressa. O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal, Romário Schettino acredita que a negociação estará concluída em breve.
A tentativa de unificar o piso salarial já é antiga. “As negociações com os patrões são sempre difíceis”, declarou o então presidente, Edgard Tavares, em 2002. Na época, os valores eram de R$ 912,00 para mídia eletrônica e R$ 1.106,00 para impressa.
*ESPÍRITO SANTO Piso: não tem
O SJES estabeleceu um salário referência no valor de R$ 1.200,00. A entidade iniciou este mês as negociações para conseguir fixar o piso salarial. A presidente informou que eles vão tentar ao máximo negociar porque a Justiça no Estado é morosa. “Para você ter uma idéia, os funcionários da TV Capixaba receberam ano passado um dissídio de 1992”, alega a presidente do SJES, Suzana Tatagiba Fundão.
*GOIÁS Piso: Único - R$ 1.068,62
A campanha salarial ainda não começou. Mas o sindicato já tem pronta uma das propostas. “Vamos pedir reposição do valor do INPC + 5%. Ainda não decidimos o valor de aumento para o piso”, diz Luiz Antonio Spada (presidente). O piso salarial há quatro anos era de R$ 800,00, o que, em pontos percentuais, significa um aumento de 33,57.
*MARANHÃO Piso: Único - R$ 864,18
As negociações salariais de 2006 começam em setembro.
*MATO GROSSO Piso: variado
- Jornalista – R$ 1.050,00 - Assessor – R$ 1.575,00
O presidente do sindicato, Jonas Leite, informa que, apesar do salário-base ser de pouco mais de mil reais, a média salarial dos três maiores jornais gira em torno de R$ 1.800,00.
A entidade está em meio à campanha salarial. A proposta é aumentar o piso do jornalista para R$ 1.800,00 e do assessor para R$ 2.500,00. “Sou positivo e acho que vai dar tudo certo. Acredito que até setembro teremos uma posição”.
*MATO GROSSO DO SUL Piso: não tem
O Estado não tem piso por não ter sindicato patronal. Existem acordos com três veículos:
- Correio do Estado – R$ 1.200,00 - TV Morena – R$ 1.200,00 - Jornal Progresso – R$ 900,00
A campanha salarial de 2006 já começou. O presidente Clayton Wander Nascimento espera estar com isso resolvido até o fim de maio.
Os jornalistas de Dourados também têm um sindicato. Na negociação salarial de 2006, já foi fechado um acordo. “É uma vitória porque nunca tivemos piso nenhum. Estamos em negociação com outros três veículos: Diário MS, TV Morena (local) e TV Rit. O Diário estava se recusando a negociar, então tivemos que levar o caso ao Ministério Público do Trabalho. Já tivemos três audiências e ainda não chegamos a um acordo. Nestes três veículos não abrimos mão de menos de R$ 900,00”, diz o presidente da entidade, Luís Carlos Luciano.
*MINAS GERAIS Piso: variável de acordo com a mídia.
- Rádio - R$ 900,00 - TV - R$ 1.000,00 - Jornais/Revistas - R$ 1.179,00
A reivindicação deste ano é unificar o valor do piso em R$ 1.230,00, acabando com a diferenciação. No item reajuste/aumento real, os jornalistas pedem 10% e também tíquete-refeição (poucas empresas o fornecem). O sindicato também está negociando com outros segmentos, como assessorias, jornais e emissoras do interior. Os acordos seguem as mesmas bases.
Segundo informações do SJPMG, as empresas alegam que não têm condições financeiras de atender as reivindicações da categoria. “Vamos começar nos próximos dias a fazer contato com anunciantes dos principais veículos, mostrando a situação dos jornalistas. Por último, estamos buscando promover ações conjuntas de jornalistas com radialistas e empregados na administração e ainda com os jornalistas de Brasília, que têm a mesma data-base de BH”, alega o presidente da entidade, Aloisio Soares Lopes.
Há quatro anos, o piso salarial para veículos impressos era de R$ 830,00. Rádios pagavam R$ 648,00 para iniciantes, enquanto as emissoras de TV pagavam R$ 724,00.
*PARÁ Piso: variável de acordo com o tempo de trabalho.
A - R$ 1.242,80 B - R$ 1.547,70 C - R$ 1.632,17
A - Repórteres, Rep. Fotográficos, Rep. Cinematográficos e Diagramadores com menos de 1 ano de trabalho. B - Repórteres, Rep. Fotográficos, Rep. Cinematográficos e Diagramadores com mais de 1 ano. C - Repórteres, Rep. Fotográficos, Rep. Cinematográficos e Diagramadores com dois anos de trabalho.
O piso para produtores de TV é de R$ 900,00.
O sindicato já iniciou a campanha salarial e vai pedir 20% de aumento (com o INPC incluído). Em 2002, o Estado não tinha piso salarial.
*PARAÍBA Piso: não tem.
A média dos salários dos jornalistas paraibanos fica em R$ 850,00. O presidente do Sindicato dos Jornalistas da Paraíba, Land Seixas, informou que as negociações são diferenciadas por veículo e cargo. “O piso salarial do editor de página chega a R$ 1.800,00”.
* PARANÁ Piso: Único - R$ 1.698,28
As negociações salariais começam em julho. Em 2002, esse valor era de R$ 1.184,63.
* PERNAMBUCO Piso: não tem piso
O sindicato estabeleceu um salário-referência no valor de R$ 1.150,00. A categoria até tinha um piso salarial, mas, há 10 anos, em assembléia, os jornalistas resolveram deixá-lo de lado. Na época, a categoria era unificada com os radialistas, fato que acabava puxando para baixo o valor do piso. Segundo o presidente da entidade, Ayrton Barbosa Maciel Júnior, “talvez não tenha sido a melhor decisão. Hoje, tentamos voltar com o piso e não conseguimos”.
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 11h24
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A dura realidade dos salários de jornalistas - Parte I
Da Redação - Comunique-se
O assunto é constante nas rodas de conversa dos jornalistas por todo o Brasil: o mercado paga mal. Mas será esta a realidade? Para tirar essa dúvida, o Comunique-se fez um levantamento em todos os Estados brasileiros (mais o Distrito Federal). O resultado é realmente preocupante. A média geral do salário do jornalista brasileiro pouco ultrapassa a cifra dos mil reais (R$ 1.077,10) por cinco horas de trabalho.
Paraná e Alagoas têm, hoje, os maiores pisos salariais desbancando São Paulo, que tinha os melhores índices em 2002. A base comparativa foi um levantamento feito também pelo C-se na época.
A pior média salarial é do Piauí e o piso único mais baixo é o de Roraima. Os jornalistas do Rio de Janeiro, um dos Estados de maior peso econômico no cenário nacional, ainda não conquistaram o direito ao piso. A situação se repete no Espírito Santo.
Confira os dados do levantamento, considerando o piso básico relativo a cinco horas de trabalho.
*ACRE Piso: Único - R$ 1.210,00
O sindicato iniciará, em maio, a campanha salarial. Segundo o presidente da entidade, Raimundo Afonso Gomes, “este ano, vamos pedir aumento de 15%”.
Em 2002, o piso salarial do jornalista acreano era de R$ 850,00, o que significa que, nesses quatro anos, o reajuste foi de 42,35%.
*ALAGOAS Piso: Único - R$ 1.666,45
Quatro anos atrás, o Estado não tinha nem piso salarial. Hoje, a média em Alagoas é uma das melhores do Brasil.
Neste ano, desde 11/04 o sindicato iniciou as reuniões de negociação na Delegacia Regional do Trabalho. A entidade está pedindo a reposição das perdas salariais de maio de 2005 a abril de 2006, como também um resíduo salarial de 2,07% referente a 2002/2003. Fora isso, o sindicato quer um aumento real de 5%. Para os profissionais que ganham acima de R$ 2.500,00, a proposta é de uma reposição de 8%. Por enquanto, as empresas não apresentaram contraproposta. “Esperamos fechar acordo até final de junho. Geralmente temos uma boa negociação e dificilmente entramos em dissídio”, informa o presidente Carlos Roberto Pereira Leite.
*AMAPÁ Piso: Único - R$ 800,00
O sindicato também está em negociação salarial com proposta para subir o piso para R$ 1.200,00. A entidade quer encerrar o processo até maio. “Acreditamos que vai dar certo porque temos empresas aqui que pagam bem mais”, diz Volney de Jesus Oliveira, presidente da entidade.
*AMAZONAS Piso: Único - R$ 800,00
O sindicato está em meio à campanha salarial. A proposta é de um reajuste de 10% e a contraproposta patronal é de pagar 7%. No Amazonas, o valor do piso salarial está parado há seis anos e, segundo um estudo da Fenaj, esse valor deveria estar em R$ 1.320,00. “Se eles oferecerem aumentar o piso, nós aceitamos o reajuste de 7%. Caso contrário, entraremos em dissídio”, informa o presidente da entidade, César Augusto Wanderley.
*BAHIA Piso: não tem
O Estado não tem um piso definido porque não existe um sindicato patronal. Os acordos são realizados diretamente com cada veículo. O baixo valor do piso em rádio e TV derruba a média salarial do jornalista baiano para R$ 1.025,00 (nesse cálculo não foi considerado o piso referência do assessor de imprensa que é de R$1.800,00).
- Jornal A Tarde - R$ 2.281,00 (7h) - Jornal Correio da Bahia - R$ 1.070,00 - Tribuna da Bahia - R$ 801,00 - Rádio e TV - R$ 720,00 (6h)
A campanha salarial está pedindo um aumento de 12% para cada um dos veículos. “Ano passado conseguimos muitas reivindicações e, por isso, acredito que este ano vai ser mais tranqüilo”, informa a presidente Kardelícia Mourão Lopes.
Comparado a 2002, os salários sofreram um leve aumento. Na época, um repórter da Tribuna da Bahia ganhava R$ 600. No Correio da Bahia o salário podia chegar a R$ 860 e no A Tarde o profissional recebia R$ 1.260 (5h).
Há quatro anos, os pisos de Rádio e TV baianos foram os mais baixos registrados pelo Comunique-se. O valor era de R$ 473,25.
*CEARÁ Piso: variável de acordo com o cargo.
- Assessor de Imprensa e editor de impresso - R$ 1.845,84 - Repórter, redator e fotógrafo de impresso - R$ 1.050,00
Segundo informa Deborah Lima, presidente do sindicato dos jornalistas do Ceará, o Estado sempre teve uma enorme quantidade de "falsos" profissionais. “O sindicato começou uma campanha contra isso e, como retaliação, de 2001 pra cá todos os jornalistas de rádio e TV foram obrigados a se registrar na DRT como radialistas. Quem não se filiou foi demitido”. Até hoje, o sindicato luta para representar esses profissionais, mas a categoria patronal não reconhece a entidade. “Foi uma estratégia feita para tentar legalizar o ilegal. Todo ano entramos com dissídio coletivo. Ganhamos em primeira instância e o sindicato patronal recorre ao TRT. Até agora, não conseguimos nenhuma resposta definitiva”, relata Deborah.
De acordo com a sentença normativa de 2004, o piso desses profissionais deveria ser de R$ 1.155,40 para repórter, produtor e repórter-cinematográfico, e de R$ 1.502,02 para editor.
Segundo apurado pelo Comunique-se em 2002, o piso do jornalista cearense na época era de R$ 780,00.
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 11h21
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Abertas inscrições para Encontro de Jornalistas em Assessoria de Comunicação
Estão abertas as inscrições para o 4º Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Comunicação, que será realizado nos dias 19 e 20 de maio no auditório da OAB/MT, em Cuiabá.
O evento é uma realização do Sindicato dos Jornalistas e tem como público-alvo jornalistas, profissionais de marketing, estudantes e professores de comunicação social.
Com o tema “Assessoria de Comunicação: Mercado Promissor”, o encontro discutirá as perpectivas e também as dificuldades envolvendo as assessorias, área que apresenta o maior crescimento para profissionais de comunicação.
A programação contará com a participação de Eliná Mendonça, diretora da Máquina Comunicação Corporativa Integrada, escolhida a melhor agência de comunicação pelo Prêmio Comunique-se 2004, e que tem entre seus clientes empresas como a Petrobrás, Oi, Sadia, Tam, Companhia Vale do Rio Doce, Carmago Corrêa e Americanas.
A Ética nas Assessorias será abordado pelo jornalista Cássio Politi, diretor de cursos do Comunique-se, primeiro portal brasileiro voltado para profissionais de comunicação.
Serão debatidas ainda questões presentes no dia-a-dia desses profissionais, como a delicada relação entre as redações e as assessorias, a assessoria política, os desafios dos que montaram suas próprias empresas de assessoria passando da condição de empregado à empregador, além do papel que cabe ao publicitário e ao jornalista no cotidiano das assesssorias.
As inscrições custam R$ 30,00 para profissionais e R$ 15,00 para estudantes. Quatro pontos foram montados para que os interessados possam se inscrever: Sindicato dos Jornalistas (rua Presidente Marques, no bairro Santa Helena – 3621-6124), e nas assessorias de comunicação da Secretaria de Cultura do Estado (esquina da avenida Getúlio Vargas com a rua Joaquim Murtinho, no centro da capital – 3613-9221), Secretaria de Fazenda (no CPA – 3617-2126) e, pela manhã, na assessoria da Câmara de Vereadores de Cuiabá (na rua Barão de Melgaço – 3617-1528).
Fonte: Sindjor
Escrito por Sindjor/mt às 18h19
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Censura no Orkut: novo mecanismo põe fim à bisbilhotice
Denise Moraes | Redação Portal Imprensa
Quem se conectou ao Orkut - atualmente a maior comunidade de relacionamentos da web - na sexta-feira passada teve uma surpresa: a ferramenta "profile views" que permite que o usuário saiba quais foram as últimas cinco pessoas que acessaram sua página.
O problema é que a ferramenta também permite que os outros usuários saibam que você andou xeretando as páginas deles também. A ferramenta pode ser desativada, mas aí volta-se à estaca zero: você deixa de saber quem acessou sua página.
Criada para ser uma comunidade de relacionamentos, na qual o usuário pode fazer novos amigos, encontrar os amigos antigos, paquerar e até fazer contatos profissionais, o Orkut caiu nas graças dos brasileiros. Segundo informação da rádio Bandnews veiculada nesta manhã, dos 14 milhões de usuários do Orkut, 10 milhões são brasileiros.
Só que caiu também nas graças dos curiosos. Tal qual uma lista telefônica provida de fotos e outras características, encontrar (e acompanhar a vida de) uma pessoa no Orkut virou logo padrão, principalmente para homens e mulheres que gostam de saber quem anda deixando scraps engraçadinhos nas páginas de seus parceiros. Esse tipo de atitude, inclusive, fez com que muitos usuários apagassem sua conta.
Um outro problema mais sério foi a criação de comunidades que incitam à violência, à pornografia e ao preconceito. O mais conhecido foi o caso de uma página da torcida do Palmeiras que combinava agressões aos rivais corintianos alguns dias antes do clássico entre os dois times. No dia do jogo, um corintiano de 15 anos foi atacada por torcedores palmeirenses e morreu no dia seguinte.
Pela lei, a responsabilidade de sites que incitam à violência geralmente é do provedor. O problema é que com 14 milhões de usuários espalhados pelo mundo fica difícil monitorar os passos de cada um. Por isso hoje o diretor do Google no Brasil, David C. Drummond, se reunirá com a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), com representantes da sociedade civil e da Polícia Federal em Brasília, em sessão aberta, para discutir algumas estratégias que possibilitem enfrentar os atuais crimes virtuais.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 18h16
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Concurso:
Concurso: Prêmio IGE de Jornalismo divulga os seus ganhadores
Redação Portal IMPRENSA
Durante cerimônia na última terça-feira (25/04), foram conhecidos os ganhadores do Prêmio IGE de Jornalismo - Pelo Direito dos Brasileiros à Educação de Qualidade. O concurso foi criado pela Fundação Lemann, ANDI e Instituto Gestão Educacional (IGE) e segundo os seus organizadores "possui o objetivo de estimular a cobertura jornalística sobre Educação Básica Pública no Brasil e valorizar a contribuição da mídia para garantir o direito de crianças e jovens ao ensino de qualidade".
A festa de entrega dos troféus ocorreu no Teatro Santa Cruz, em São Paulo. Presentes estavam convidados, além dos 26 finalistas do concurso. Os prêmios foram entregues pela diretora executiva da Fundação Lemann, Ilona Becskeházy, pelo secretário executivo da ANDI, Veet Vivarta, e pelo presidente do conselho do Instituto Gestão Educacional, Luis Norberto Pascoal.
Os vencedores das categorias Nacional (Impresso, Rádio e Tevê) receberam R$ 10 mil, cada um; os das categorias Regional (Impresso, Rádio e Tevê), R$ 7 mil cada; e o ganhador da Iniciativa Inovadora, R$ 10 mil.
Abaixo seguem os nomes dos jornalistas vencedores
Categoria: Rádio Nacional Vencedora: Elen de Oliveira Veículo: Rádio FM Cultura - Porto Alegre (RS) Trabalho: "Que Escola é Essa?" Período: 23 e 30 de julho de 2005
Categoria: Rádio Regional Vencedores: Tacyana Arce, Luisa Brasil Magnani e Larissa Nunes de Andrade Oliveira Veículo: Rádio UFMG Educativa - Belo Horizonte (MG) Trabalho: "Escola Pública - Quanto Vale a Educação do seu Filho?" Período: de 5 a 10 de dezembro de 2005
Categoria: Televisão Nacional Vencedora: Ana Paula Brasil Veículo: TV Globo - Rio de Janeiro (RJ) Trabalho: Série Educação Período: 10, 11, 13 e 14 de outubro de 2005
Categoria: Televisão Regional Vencedores: Adriana Victor, Patricia Correia, João Bosco Tavares, Marcone Prysthon, André Bezerra, San Costa e João Serafim Veículo: TV Globo - Recife (PE) Trabalho: "Caminhos da Educação" Período: de 26 a 30 de setembro de 2005
Categoria: Impresso Nacional Vencedores: André Bersano e Marcos Graciani Veículo: Revista Amanhã - Porto Alegre (RS) Trabalho: "Brasileirinho Projeto Educação - Um País que Leva Bomba" Período: Outubro de 2005
Categoria: Impresso Regional Vencedores: Waleska Borges e Gustavo de Almeida Veículo: Jornal do Brasil - Rio de Janeiro (RJ) Trabalho: "Escolas do Medo" Período: de 5 a 19 de junho de 2005
Categoria: Iniciativa Inovadora Vencedora: Renata Cafardo Veículo: O Estado de S. Paulo - São Paulo (SP) Trabalho: Página de Educação Período: todas as segundas-feiras do ano
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 18h14
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Dalai Lama
Lições de Jornalismo e Zootecnia
Se ainda não é pop como o Papa, em especial aquele que incluiu o Vaticano na grande agenda da imprensa e que morreu no ano passado, Dalai Lama reconhece o papel da mídia para a difusão das suas idéias e princípios: terminou sua entrevista coletiva com pequenas recomendações aos jornalistas presentes.
“A mídia tem um papel muito importante a desempenhar na promoção da paz e de novas condições humanas”, afirmou, agradecendo a presença dos jornalistas e arrumando as pontas de suas vestes vermelhas como em sinal de que a entrevista terminaria logo. “Numa sociedade democrática e sob o Estado de Direito, cabe aos profissionais da mídia a obrigação de informar de forma correta”, disse, “a obrigação de todo jornalista é investigar e transmitir, sejam resultados positivos ou negativos, de forma correta”, aconselhou. “O nariz dos jornalistas precisa ser como a tromba de um elefante”, comparou, “para farejar tudo o que é necessário”. Os perdigueiros, vê-se, podem se comparar a um outro animal. “Mas é preciso motivação sincera, sem preconceito”.
A turma do Planalto precisava receber o Dalai Lama para uma audiência.
* Rodrigo Manzano é jornalista, editor da seção de livros da Revista IMPRENSA, professor de Jornalismo e budista da tradição japonesa da Terra Pura.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h50
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Bastidores da coletiva do Dalai Lama
Nesta visita, Dalai Lama fica três dias em São Paulo, para uma maratona que inclui a divulgação de seu novo livro, “Compaixão ou Competição – Valores Humanos nos Negócios e na Economia”, algumas palestras e eventos ecumênicos. Se tivesse um tempo na apertada agenda, deveria visitar o Palácio do Planalto e mostrar à equipe de comunicação do governo federal a importância das entrevistas coletivas. Cada jornalista foi convidado a escrever uma pergunta e depositar em urnas temáticas – “Espiritualidade e Ciência”, “Política e Futuro” e “Economia e Ética Secular” – para que fossem sorteadas, de acordo com a proporção de perguntas por tema. A primeira das perguntas, escolhida ao acaso da urna cujo tema era política, aparentemente desagradou o líder religioso. Era da Reuters e indagava se o desenvolvimento econômico da China poderia, de alguma maneira, ameaçar a edifício cultural tibetano, já que o Tibet foi anexado à República Popular da China no processo expansionista de Mao Tsé-tung. Dalai Lama tem evitado falar sobre as relações com a China. Assume, hoje em dia, que a anexação do território tibetano acabou sendo positivo. A luta pela independência do Tibet e pela harmonia entre os povos lhe rendeu, em 1989, o Prêmio Nobel da Paz. Contrariado, afirmou que o capitalismo pode incentivar comportamentos competitivos e isso, sim, seria prejudicial não apenas aos tibetanos mas a todo e qualquer homem.
Ao todo, Dalai Lama respondeu a seis perguntas. Ao fim de cada resposta, ele mesmo solicitava. “ – Next question”, num inglês cujo sotaque só é possível na Ásia. Ao falar de temas mais complexos, como cosmologia budista e ciência, Sua Santidade preferia o tibetano, que era traduzido para o inglês e que, por sua vez, ganhava uma tradução em língua portuguesa. Daí apenas a meia-dúzia de perguntas em quase uma hora de entrevista.
* Rodrigo Manzano é jornalista, editor da seção de livros da Revista IMPRENSA, professor de Jornalismo e budista da tradição japonesa da Terra Pura.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h48
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Sala de Imprensa: Sua Santidade e os gravadores
Rodrigo Manzano*
Enquanto esperava a tradução de suas repostas às perguntas feitas em coletiva de imprensa nesta tarde (26), Tenzin Gyatso, o 14º Dalai Lama – líder religioso mais importante entre os budistas da tradição tibetana – cuidava dos gravadores dos jornalistas. Se não eram duas dúzias de gravadores em cima da mesa, eram quase duas dezenas. E, como deve ser, passados 30 minutos de entrevista, o lado das fitas chegou ao fim. Porque, como reza o budismo, nada é permanente. Nem mesmo as fitas de 90 minutos, aquelas que duram mais. Então, Sua Santidade, o Dalai Lama, verificava aqueles pequenos aparelhos que desligaram automaticamente, virava as fitas e os ligava novamente. E foi assim durante os 50 minutos de entrevista coletiva: percepção atenta às perguntas, aos jornalistas, aos gravadores e aos microfones em cima da mesa, obstruindo o caminho entre sua xícara de chá e a garrafa térmica prateada de onde a bebida do Dalai Lama era servida.
É bem possível que a intimidade do Dalai Lama com os gravadores seja herdeira de um antigo hábito, o de abrir, desmontar, montar e fechar relógios, um hobby de Sua Santidade que, ao tempo, tratou de substituir os pequenos e frágeis relógios de pulso por máquinas maiores. Ele não confessa, mas a vista não ajuda mais para o lazer com maquinarias tão pequenas. Aos 70 anos, reconhece que se algo mudou desde que veio ao Brasil pela primeira vez, em 1992, vez foram duas coisas: o Brasil e a idade dele.
Foto: www.dalailama.org.br
* Rodrigo Manzano é jornalista, editor da seção de livros da Revista IMPRENSA, professor de Jornalismo e budista da tradição japonesa da Terra Pura.
Escrito por Sindjor/mt às 17h46
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OMBUDSMAN
Wilson escolhe Ricci para Ouvidoria
MARCIA RAQUEL Da Reportagem
O jornalista Eduardo Ricci será o ouvidor da prefeitura de Cuiabá. O anúncio foi feito ontem pelo prefeito Wilson Santos (PSDB) durante a cerimônia de posse do procurador-adjunto do município, Fernando Augusto Vieira de Figueiredo. Ricci, que terá status de secretário, foi indicado pelo Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor).
A posse de Ricci está prevista para a primeira quinzena de maio, porém na próxima segunda-feira ele já participa da reunião de secretariado, onde será apresentado para todos os integrantes do staff de Wilson Santos.
Até a posse, o ouvidor, que terá função semelhante à de um ombudsman, trabalhará na regulamentação da lei que criou o cargo. De acordo com o prefeito, o futuro integrante do staff contará com uma equipe, que será formada por servidores da prefeitura e não terá ligação com nenhuma pasta. “Ele vai ter liberdade para participar de todas as reuniões de secretariado e terá livre trânsito em todas as secretarias”, disse o chefe do Executivo municipal.
A decisão do prefeito, segundo ele, seguiu os critérios previstos na lei. “O Eduardo é um jornalista experiente, já trabalhou em vários veículos de comunicação e também em respeito ao Sindicato dos Jornalistas”, disse ao argumentar sobre o motivo da opção.
Mineiro de Poços de Caldas, Eduardo Ricci tem 26 anos de profissão, dos quais 24 exercidos em Cuiabá. Além de atuar em vários veículos de comunicação da Capital, Ricci foi secretário de Comunicação do governo Bezerra em 1990 e, até a última quarta-feira, era coordenador de Comunicação da Assembléia Legislativa.
Politicamente, Eduardo Ricci já militou no Partido dos Trabalhadores na década de 80. Porém, desde que se desfiliou do PT, não aderiu a nenhuma outra legenda.
“O meu papel é o de defensor do interesse do cidadão. Vou representar o usuário do serviço público diante da prefeitura”, ressaltou o futuro ombudsman ao observar que o objetivo é dar uma resposta rápida aos pleitos e reclamações dos cidadãos.
Ainda conforme Ricci, ele terá a função de criar ouvidorias nas principais secretarias do município, visto que, atualmente, somente a de Educação e a de Saúde possuem.
O local exato para a instalação da Ouvidoria Municipal ainda não foi definido, sabe-se apenas que funcionará no Palácio Alencastro. Além de definir o local e a estrutura, Eduardo Ricci já vai começar a trabalhar nos mecanismos de coleta de reclamações.
O ombudsman receberá o salário de secretário, R$ 6,4 mil, e poderá ocupar o cargo por no máximo 12 meses, sem direito à recondução, e não poderá ser demitido. A cada 14 dias ele terá um espaço para publicação das críticas e reclamações nos três principais jornais da Capital.
Fonte: Jornal Diário de Cuiabá
Escrito por Sindjor/mt às 15h41
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Franklin X Diogo - 3º round:
"Franklin Martins teria integrado o comando que quebrou o sigilo do caseiro Francenildo Costa"
Pedro Venceslau, da Redação
Esquenta o duelo entre Franklins Martins e Diogo Mainardi. No terceiro round da guerra entre o comentarista da Globo e o colunista da Veja, Mainardi respondeu ao desafio de Martins, de apresentar um único senador que tenha sido pressionado por ele a favorecer seu irmão, Victor Martins, a conseguir um cargo na Agência Nacional do Petróleo. "Eu sei que Franklin Martins jamais pediu algo a um senador. Eu sei também que muitos parlamentares jamais pediram o mensalão. Foi-lhes oferecido. Eles simplesmente aceitaram".
A provocação de Mainardi, publicada na página 127 da Veja desta semana, não pára por aí. "Em 1997, os diretores de O Globo, seguindo as normas internas do jornal, afastaram Franklin Martins da sucursal de Brasília porque descobriram que sua mulher, a psicanalista Ivanisa Teitelroit, arranjara um emprego no gabinete do líder tucano José Aníbal. Quase uma década depois, Franklin Martins ainda não conseguiu entender o que há de errado nisso. Tanto que, no atual governo, sua mulher foi nomeada para o cargo de secretária parlamentar do líder petista Aloizio Mercadante".
Mais adiante, Diogo Mainardi faz a sua mais grave acusação a Franklin Martins até o momento. "Nas últimas semanas, o que mais se comentou no meio jornalístico foi que Franklin Martins teria integrado o comando que quebrou o sigilo do caseiro Francenildo Costa. É nisso que dá empregar familiares no governo".
Até o momento, Franklin não respondeu a última acusação de Mainardi.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 15h34
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Embrapa vai abrir concurso para jornalista
A partir do dia 27 de abril estarão abertas as inscrições de concurso para o preenchimento de cerca de 180 vagas de Técnico de Nível Superior, distribuídas em todas unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. São 31 áreas de atuação, incluindo Jornalismo e revisão de texto, com contratação prevista para início de 2007, salário de R$2.250,92 para o cargo de TNS II e de R$2.953,34 mais adicional 15% para os cargos que exigem mestrado. Os candidatos poderão ter acesso ao edital a partir do dia 25, pelo site www.embrapa.br. Com taxas de R$55 para nível superior e R$65 para cargos que exigem Mestrado, as inscrições poderão ser feitas até 21 de maio, exclusivamente pela internet, no site www.fjpf.org.br. No ato da inscrição o interessado deverá escolher uma das 31 áreas oferecidas e indicar a unidade de pesquisa para qual deseja se candidatar.
As provas serão aplicadas em Porto Alegre no dia 4 de junho, com resultado previsto para 30 de junho. O exame exigirá conhecimentos gerais e específicos, de caráter eliminatório e classificatório, e para jornalistas, relações públicas e revisores de texto também será realizada prova discursiva eliminatória e classificatória.
(Fontes: Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e Revista Imprensa)
Escrito por Sindjor/mt às 15h33
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Record: "Domingo Espetacular" e os repórteres-substitutos
Denise Moraes | Redação Portal Imprensa
A colunista Fabióla Reipert, do “Zapping”, deu uma notícia estranha – para não dizer bizarra – em sua edição de ontem: os repórteres do semanal “Domingo Espetacular” têm seus contratos renovados semestralmente.
Mais: uma das cláusulas do contrato exige que o profissional arranje um substituto quando não puder aparecer para trabalhar.
O programa de variedades “Domingo Espetacular” já deu vários furos e fez grandes reportagens nos últimos meses. Alguns exemplos são as imagens de Suzane Von Richthofen na praia e a reportagem de Vitor Imbroglione, retratando a indústria de falsificação de documentos no Brasil.
A Record ainda não se manifestou sobre o assunto.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 15h31
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"Literário" ganha hotsite
Da Redação
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O canal “Literário” acaba de ganhar um hotsite para que os usuários do Comunique-se possam conhecer cada um de seus 25 colunistas fixos. No site, é possível ver o perfil completo dos colaboradores e suas fotos.
A estréia de “Literário” ocorreu no dia 27/03 e, desde então, tem sido um sucesso. Como há a possibilidade para que estudantes e jornalistas possam colaborar com textos literários, têm chegado muitos e-mails e textos para serem publicados no novo espaço.
“Literário” reúne cinco textos de jornalistas que produzem obras de ficção, de segunda a sexta-feira. As colunas trazem desde criações de gêneros diversos, como conto, crônica, ensaio, poesia, teatro até romance.
O canal é editado pelo escritor e jornalista Pedro Bondaczuk e coordenado pela editora deste portal, Miriam Abreu.
Quem quiser colaborar pode enviar os trabalhos ao editor Pedro Bondaczuk pelo e-mail pedrojbk@hotmail.com. |
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 15h25
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