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Ministério Público do Trabalho abre vaga para jornalista
O Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso abre vaga para a contratação de jornalista. Como critério, a instituição exige formação de profissionais em Jornalismo e conhecimento ou formação em área jurídica.
Segundo a procuradora-chefe, Eliney Veloso, o Ministério Público do Trabalho recebe currículos para seleção da vaga até o próximo dia 5 de maio, embora haja recomendação de urgência no envio do currículo. Houve abertura para a função devido o titular da vaga ter passado em concurso.
A procuradora esclarece que será feita seleção apenas daqueles que se encaixarem no critério. Haverá análise de currículo e entrevista pessoal. Os currículos poderão ser enviados para o endereço eletrônico ebveloso@terra.com.br. Outras informações podem ser obtidas no telefone 3613 9150 ou 3623 5434.
Fonte: Sindjor-MT
Escrito por Sindjor/mt às 17h07
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Nós, jornalistas, também estamos falhando? Estamos
Gilberto Dimenstein (*)
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São quatro sinais perturbadores sobre a ignorância política dos brasileiros, detectados em pesquisas de opinião pública divulgadas recentemente:
1) Apenas 16% dos eleitores, segundo o Ibope, recordam-se do mensalão, um tema que não sai do noticiário desde o final de junho de 2005. O mensalão gerou uma das maiores crises políticas do país e, na semana passada, fez com que o procurador-geral da República apontasse 40 pessoas, muitas delas até há pouco tempo no comando do PT ou do governo Lula, como parte de uma "quadrilha";
2) O Datafolha descobriu que 77% dos paulistanos não sabem quem é Gilberto Kassab, um dos personagens mais polêmicos -e citado em todos os debates- na sucessão municipal em 2004;
3) Apenas 20% dos brasileiros, segundo pesquisa CNT/Sensus, conhecem a norma da verticalização. Essa norma obriga os partidos que lançarem candidatos a presidente a não contrariar, no plano estadual, as alianças federais. Tal obrigação é fundamental para entender as chances dos candidatos a presidente e a governador;
4) Só 9% dos paulistas, constatou o Datafolha, sabem que o nome do novo governador de São Paulo é Cláudio Lembo.
Esses dados incomodam especialmente porque o Brasil já recuperou há muito tempo todos os seus direitos políticos, e as eleições livres são rotineiras. Nos últimos 20 anos, a escolaridade do brasileiro vem crescendo. Na cidade de São Paulo, por exemplo, onde o eleitor não sabe quem é Kassab, cerca de 85% das pessoas até 25 anos têm diploma de ensino médio.
Aprofundou-se a democracia, melhorou-se a taxa de escolaridade e expandiu-se o acesso à informação graças às novas tecnologias. Por que, então, tão pouca gente presta atenção na política, algo tão fundamental no cotidiano dos indivíduos, que influencia a geração de emprego, o valor dos salários, a qualidade da educação, os transportes públicos, os programas assistenciais?
Diante dessas questões, olhamos logo para as salas de aula e ficamos à espera do dia em que a educação vai melhorar e os leitores entenderão enfim as notícias que publicamos. Na quarta-feira passada, um dado divulgado pelo IBGE reforçou esse olhar: 53,3% de jovens entre 18 e 24 anos ( 73% no Nordeste) matriculados no ensino fundamental, quando deveriam, pela faixa etária, estar cursando uma faculdade. Faça-se um teste e se verá que muitos deles não entendem o que lêem.
Mas o problema não pára aí. Nós, comunicadores, não estamos conseguindo traduzir o funcionamento do poder e sua relação com os interesses imediatos do cidadão. Pergunto-me se o fato de vivermos no mundo do poder, cheio de celebridades e de personalidades, longe dos cidadãos comuns, não nos dificulta fazer essa tradução.
Pergunto-me também se o fato de a imprensa veicular um número muitas vezes maior de denúncias e críticas do que de reconhecimento de fatos positivos -e há muitos deles, claro- não acaba produzindo a sensação de que a política é desprezível. E, por ser desprezível, não merece atenção. Todos esses episódios em torno da corrupção, acrescidos das denúncias do procurador-geral da República, revelam uma sociedade cada vez mais armada para se proteger, num notável sinal de vitalidade. Será que estamos informando sobre esse avanço, fruto do aprofundamento democrático, ou passando a imagem de que político não tem jeito e todos são iguais?
As notícias políticas chamam a atenção quando produzem shows, como é o caso dos escândalos e dos embates eleitorais. Geralmente, achamos, nas redações, que, por mais que nos esforcemos, o debate sobre programas é chato, aborrecedor, ninguém se interessa, e acabamos nos rendendo ao show.
Talvez seja mesmo chato. Mas, no final, o resultado está aí, na cara de todos: o desinteresse pela política e a capacidade de o cidadão comum estabelecer uma ponte entre o que ocorre no poder e seus interesses. Daí para a descrença na democracia é um pulo.
É duro admitir essa suspeita. Mas, talvez, na chamada "era do conhecimento", nós, jornalistas, estejamos produzindo mais barulho do que informação -e, assim, ficando menos relevantes.
Pelo menos é assim que deveríamos nos sentir diante do fato de que, apesar de tanto barulho, ninguém se lembra do mensalão.
P.S. - Por falar em ignorância e em pesquisas. Atribui-se parte da vantagem eleitoral de Lula ao fato de que as pessoas não prestam atenção aos escândalos e, se prestam, logo esquecem. Uma outra pesquisa do Ibope traz mais uma perturbadora hipótese -a conivência com a corrupção. Indagados sobre se tirariam algum proveito indevido do poder caso tivessem algum cargo público, 60% dos entrevistados afirmaram que empregariam familiares e 43% que aproveitariam viagens oficiais para lazer.
(*) Colunista da Folha de S. Paulo
Fonte:Folha de S. Paulo |
Escrito por Sindjor/mt às 12h22
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O poder da imprensa
Carlos Heitor Cony (*)
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Desde que começaram a considerar a imprensa como o quarto poder, passei a contestar a classificação, achando que a imprensa nunca é poder -eventualmente pode ser uma força, que não chega a ser um poder.
Lendo jornais antigos, deparei com o editorial de um dos órgãos mais famosos da imprensa brasileira, que deixou história dentro de nossa história. Inaugurava-se, no Rio, a avenida Central, hoje Rio Branco, marco no urbanismo carioca e nacional, pois foi a primeira tentativa de dar às cidades brasileiras um desenho civilizado e moderno.
Realizaram-se festas monumentais para a inauguração do maior acontecimento daquele tempo. Desfiles militares, representações estrangeiras, iluminações nunca vistas, comida farta e "o povo divorciado por completo das festanças e pagodes oficiais".
Não apenas a festança e os pagodes oficiais foram veementemente condenados. Condenada foi a própria avenida: "Ontem, enquanto no espocar do champanhe festivo a gente do governo inaugurava a avenida, centenas de famílias abandonavam os lares tangidas pela febre demolidora do progresso. O dinheiro do contribuinte foi esbanjado, foi desperdiçado em indenizações vergonhosas, em que se abarrotou a advocacia administrativa, distribuído em negociatas e arranjos...".
O texto homicida e o tom indignado lembram o que hoje se publica nas revistas e jornais, inclusive nos noticiários da TV. A onda moralista mudou de nome devido à desmoralização da moral. Tornou-se ética. E nada mais ético do que a força da imprensa cobrando ética de tudo e de todos.
O poder real não dá bola para essa força. Vai em frente, esbanjando o dinheiro do contribuinte, distribuindo-o em negociatas e arranjos.
O que foi dito contra a avenida Central foi repetido contra Brasília e outras iniciativas que deram certo. É repetido também agora, quando nada está dando certo.
Onde está o poder da imprensa?
(*) Colunista da Folha de S. Paulo
Fonte:Folha de S. Paulo |
Escrito por Sindjor/mt às 12h21
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EFE: México aprova lei que garante a jornalistas o sigilo da fonte |
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México, 19 abr (EFE).- A Câmara dos Deputados mexicana aprovou nesta quarta-feira (19/04) uma lei que garante o sigilo das fontes jornalísticas e anula as condenações à prisão por injúria, calúnia e difamação.
O presidente Vicente Fox comemorou a "aprovação unânime da reforma no código penal que garante aos jornalistas o sigilo de suas fontes de informação", disse o seu porta-voz, Rubén Aguilar.
A nova lei, "que também descriminaliza os delitos de injúria, difamação e calúnia, é uma medida importante para fortalecer a prática do jornalismo" no México, afirmou Aguilar numa entrevista coletiva.
Ele acrescentou que cada estado vai ter que adequar as leis regionais à federal. E pediu aos jornalistas mexicanos que façam a sua parte: "exercer seu trabalho com ética e profissionalismo para contribuir na consolidação de uma sociedade mais transparente e democrática".
A reforma no código penal protege o sigilo profissional e a reserva da informação de jornalistas, advogados, médicos e religiosos.
A lei também suprime a pena de prisão para quem abusar da liberdade de imprensa. Os tribunais civis passarão a cuidar dos processos por injúria, calúnia e difamação.
O porta-voz elogiou a Corte Suprema pela decisão de quarta, em que aceitou investigar o governador do estado de Puebla, Mario Marín. Ele é acusado de violar os direitos básicos e tramar um complô para prender a jornalista mexicana Lydia Cacho, que escreveu um livro denunciando uma rede de pedofilia.
Por seis votos a favor e quatro contra, os 10 juízes da Suprema Corte de Justiça Nacional (SCJN) aprovaram a criação de uma comissão para investigar o governador, atendendo ao pedido da Câmara dos Deputados, no fim de fevereiro.
Marín, do Partido Revolucionário Institucional (PRI), o maior da oposição, também enfrenta um julgamento político no Congresso e um inquérito penal na Procuradoria Geral da República pelo caso.
Aguilar disse que a aprovação da lei do sigilo das fontes e a decisão do Tribunal Supremo de investigar Marín representam "passos à frente para garantir a liberdade de expressão e o livre exercício do jornalismo" no México.
"A liberdade de expressão é um pilar fundamental da democracia, e a decisão da Suprema Corte demonstra que todos os poderes do Estado estão comprometidos com ela", afirmou.
© Agencia EFE
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 12h19
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Réplica: Franklin Martins lança desafio a Diogo Mainardi
Redação Portal IMPRENSA
Confira a carta resposta do jornalista Franklin Martins ao colunista de Veja Diogo Mainardi. Na última edição de Veja, Mainardi apontou a existência de conchavos políticos para beneficiar jornalistas e/ou seus parentes - um dos acusados de favorecimento foi Franklin Martins.
Desafio a um difamador
O sr. Diogo Mainardi, em artigo intitulado “Jornalistas são brasileiros”, publicado na revista Veja de 16 de abril de 2006, acusou a mim e a outros profissionais de imprensa de sermos “moralmente frouxos” e de mantermos “relações promíscuas” com o poder político. No meu caso, saiu-se com a estapafúrdia história de que eu teria uma cota pessoal de nomeações no serviço público. Nessa cota, estariam meu irmão, Victor Martins, diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), e minha mulher, Ivanisa.
Seguem-se alguns esclarecimentos. Devo-os não ao sr. Mainardi, mas a meus leitores, telespectadores e ouvintes, e também a meus colegas de profissão que, com razão, continuam a acreditar que o jornalismo só tem valor se for exercido com espírito público e ética:
1. Não tive, em qualquer momento ou em qualquer instância, nada a ver com a nomeação de meu irmão, profissional conceituado na área de petróleo, para a diretoria da ANP. Jamais intercedi junto a quem quer que fosse no Poder Executivo para sua indicação. Jamais pedi a qualquer membro do Senado, a quem cabe constitucionalmente aprovar ou recusar as diretorias das agências reguladoras, que olhasse com simpatia seu nome. Não movi uma palha nesse episódio. Meu irmão tem a vida profissional dele e eu, a minha.
(Comentário: Como este Blog tem limite para espaço, não foi possível publicar a resposta do Franklin na integra. Vai o link para acesso: http://www.portalimprensa.com.br/new_ultimasnoticias_data_view.asp?code=2827)
Escrito por Sindjor/mt às 12h15
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Dan Stulbach: ator estréia como comentarista da CBN
Denise Moraes | Redação Portal Imprensa
O ator Dan Stulbach será o âncora do programa “Fim de Expediente”, que estréia na CBN esta sexta, às 19h, e terá uma hora de duração.
A primeira edição do “Fim de Expediente” terá como convidado o psicanalista Contardo Calligaris.
O projeto do programa é do próprio ator, que também é formado em Comunicação Social, e reuniu três amigos - o dentista Rodrigo Bueno de Moraes, o economista Luiz Gustavo Medina e o escritor José Godoy – para dar um ar descontraído, de bate-papo de happy hour.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 12h12
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Comunique-se compra pacote de 200 inscrições para o Congresso de Comunicação e obtém condição inédita e exclusiva para clientes, parceiros e usuários
Os clientes, parceiros e usuários do Comunique-se acabam de ganhar um benefício inédito e exclusivo: participar do principal evento da Comunicação Corporativa com uma condição diferenciada.
O Comunique-se fechou negócio com a Mega Brasil Comunicação, que organiza o Congresso Brasileiro Jornalismo Empresarial, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas, e adquiriu um pacote com 200 inscrições. Com a compra deste volume, conseguiu uma negociação diferenciada que repassará, na íntegra, aos seus clientes, parceiros e usuários.
O valor da inscrição é de R$ 1.200,00, porém para cada inscrição adquirida por um cliente ou parceiro do Comunique-se, haverá outra 100% grátis e o pagamento ainda poderá ser feito em 3 x R$ 400,00 (sem juros). Os usuários do Comunique-se também serão beneficiados com um desconto de R$ 500,00, pagando R$ 700,00 pela inscrição, em 2 x R$ 350,00 (sem juros).
Quem tiver interesse deverá acessar o seguinte endereço: http://www.jornaldacomunicacao.com.br/congresso/contrata.asp
A promoção está limitada às 200 primeiras inscrições, sendo 150 para clientes e 50 para usuários. A promoção é válida até dia 25 de abril.
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 12h02
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I Ciclo de Debates Jornalismo, Cultura e Diversidade
O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, realiza o I Ciclo de Debates Jornalismo, Cultura e Diversidade, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das relações entre a Imprensa, em especial o jornalismo cultural, com artistas, produtores e agentes culturais e dirigentes de organismos governamentais e não-governamentais de articulação e execução de políticas culturais. O evento é voltado ainda para estudantes de Comunicação Social, Música, Artes Cênicas, Letras e outras áreas relacionadas à cultura e à comunicação.
O Ciclo de Debates acontecerá nos dias 10, 11 e 12 de maio, no Palácio da Instrução, com painéis (das 14 às 16 horas) palestras (das 19 às 21h30) e apresentações culturais.
As inscrições podem ser feitas na Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Cultura ou no Sindicato dos Jornalistas, até o dia 5 de maio, mediante a doação de três litros de leite longa vida para profissionais não-sindicalizados, dois litros para sindicalizados e um litro para estudantes.
A arrecadação será doada ao Lar da Criança, instituição mantida pelo Governo do Estado, que abriga uma média de 70 crianças de zero a 12 anos em situação de risco social: todo tipo de violência física e psicológica e abandono.
Mais informações: 3613-9219/9221
Escrito por Sindjor/mt às 18h32
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Novo Blog
A jornalista Karol Garcia criou um blog. Vamos acessar...
O endereço é: http://www.nacaptura.zip.net
Há também um link no Blog do sindicato
Escrito por Sindjor/mt às 18h30
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Grupo Máquina fará palestra no Encontro de Assessores de Comunicação
A organização do 4º Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Comunicação acaba de confirmar para abertura do evento, no dia 19 de maio, a presença do Grupo Máquina Comunicação Corporativa Integrada.
O Grupo Máquina será representado pela diretora do escritório de Brasília, Eliná Mendonça, que fará a palestra máster “Assessoria de Comunicação: Mercado Promissor”.
Segundo a organização do encontro, também está confirmado a presença de um palestrante do Comunique-se, porém ainda não há um nome definido. Aguardem.
Para conhecer melhor o trabalho do Grupo Máquina, acesse o link http://www.maquina.inf.br/br/index.asp
Programe-se: Dia 19 e 20 de maio, no Auditório da OAB, em Cuiabá...
Escrito por Sindjor/mt às 18h07
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Empregos:
Confira aqui as novas vagas de emprego para jornalistas
Redação Portal IMPRENSA
Vaga para jornalista no Idaterra/MS O Instituto de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural do Mato Grosso do Sul abriu concurso para jornalista, salário de R$1.200, com lotação em Campo Grande. As inscrições abriram nesta terça-feira, dia 18 de abril, e seguem até 12 de maio, no site www.fapec.org/index.php?id=7&concurso_id=87.
Vaga para jornalista no CRF/RS O Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul abriu concurso público para selecionar um jornalista, que deverá ter CNH e disponibilidade para viagens, com salário de R$1.200. As inscrições vão até 15 de maio, via www.fundatec.com.br/home/portal/concursos/index_concursos.php?concurso=37.
Vaga para jornalista na Companhia de Engenharia de Tráfego O concurso da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo está oferecendo vaga para Consultor Interno de Gestão, cargo 16 - jornalista, com salário inicial de R$2.705,77, sendo necessário possuir dois anos de experiência. As inscrições abriram nesta terça-feira, dia 18 de abril, e vão até 2 de maio. Mais informações no site www.caipimes.com.br/cet.
Fonte: Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h49
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Helena Chagas desmente Palocci na PF

Da Redação
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A jornalista Helena Chagas prestou depoimento na última segunda-feira (17/04) na sede da Polícia Federal em Brasília e afirmou que foi o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci quem a procurou para saber se o jornal O Globo estava preparando reportagem sobre possível movimentação financeira atípica do caseiro Francenildo Costa.
É uma contradição à versão que Palocci deu à PF. Em depoimento prestado no dia 04, o ex-ministro disse que Helena Chagas tinha passado para ele a notícia sobre um “bom dinheiro” na conta do caseiro. A jornalista confirmou que conversou com o ministro na época e disse a ele que os rumores sobre o depósito existiam, mas não eram consistentes e que por isso O Globo não produziu reportagens a respeito.
Diretora da sucursal de Brasília do jornal O Globo, a jornalista mora numa casa, no Lago Sul, ao lado da mansão onde Francenildo trabalhava como caseiro. O jardineiro de sua casa, Leonardo Moura, conhecia Francenildo. Em depoimento à PF na terça-feira (18/04), o jardineiro disse ter repassado a informação para Helena Chagas de que o caseiro pretendia comprar um lote com o dinheiro que recebera do pai adotivo.
| Fonte:O Globo e Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 17h28
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Mainardi critica jornalistas e acusa imprensa de frouxidão ética
Da Redação
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Diogo Mainardi, o campeão de cartas recebidas pela Veja, em sua última coluna criticou membros da imprensa brasileira. Franklin Martins, Helena Chagas, Eliane Cantanhêde e Luís Costa Pinto foram citados como exemplos de "frouxidão ética". O colunista apontou ligações de familiares e cônjuges dos jornalistas com a política e o poder para embasar suas denúncias de promiscuidade entre a imprensa e o poder público. Eles foram vinculados a cargos públicos e a políticos como o irmão e a mulher de Martins, o marido e a irmã de Helena, o marido de Eliane e o genro e o concunhado de Costa Pinto, além dele próprio.
Procuradas para apresentar uma resposta ao texto de Mainardi, Helena Chagas e Eliane Cantanhêde preferiram não se manifestar. A primeira afirmou que não pode responder a sério um assunto tão absurdo. A segunda já foi citada por Mainardi em outras duas colunas, uma vez como "lulista" e a outra como "petista" da linha de Aloísio Mercadantes, preferiu não se manifestar sobre as conexões elaboradas pelo colunista sobre seu marido e o PSDB.
Franklin Martins, que está de férias, não foi localizado pela redação e não retornou o email de contato.
Luís Costa Pinto, jornalista e sócio-gerente da Idéias, Fatos e Texto Ltda, redigiu a seguinte resposta: “Ao contrário do que foi publicado na coluna 'Jornalistas são brasileiros', assinada pelo polemista profissional (se é que isso é profissão) Diogo Mainardi (se é que Mainardi tem profissão): 1- não houve 'beneficiamento' de 'dinheiro público' nem a mim nem a minha empresa: fui devidamente remunerado por serviços prestados de consultoria de comunicação. O pagamento dos serviços foi feito mediante emissão de notas fiscais, declarações ao fisco e recolhimento de todos os impostos incidentes nas relações comerciais; 2- não sou, não fui e jamais serei concunhado do ex-ministro Anderson Adauto; 3- sigo jornalista com registro profissional na Delegacia Regional do Trabalho e inscrição junto à Federação Nacional dos Jornalistas.
Mainardi não é jornalista. Mainardi nunca conseguiu completar um curso universitário. Nem 'ex' qualquer coisa Mainardi conseguirá ser. Como o rol dos jornalistas nos quais ele sente prazer de bater já está reduzido, sugiro que comece a escrever sobre certo tipo de publicitários. Por exemplo: publicitários que presenteiam amigos jornalistas com armas antes de o homenageado cometer crimes de morte. E, que tal, escrever sobre publicitários que alcovitam o amigo jornalista, assassino confesso da namorada, a fim de que ele fuja do flagrante e possa responder ao processo em liberdade? Não é um bom tema para esse que se arvora a Catão da imprensa?”.
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 17h15
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Artigo
Os jornalistas são brasileiros
Diogo Mainardi

"Nas últimas semanas, a imprensa tem se dedicado a analisar a frouxidão moral dos brasileiros. Está certo. Isso ninguém discute. Mas a imprensa certamente não é muito melhor"
Franklin Martins é o principal comentarista político da Rede Globo. Um de seus irmãos, Victor Martins, foi nomeado para uma diretoria da Agência Nacional do Petróleo. Os senadores que aprovaram seu nome levaram em conta o parentesco ilustre. Luiz Otávio, do PMDB, comentou: "Os 42 votos favoráveis a Victor Martins são uma homenagem nossa ao jornalista Franklin Martins".
Heráclito Fortes, do PFL, concordou: "Ele acrescenta à sua biografia o fato de ser irmão de um grande jornalista". Aloízio Mercadante, do PT, arrematou: "Victor Martins é um profissional competente e vem de uma família marcada pelo processo de resistência democrática". Lula entregou a Agência Nacional do Petróleo ao PCdoB. Victor Martins não obteve o cargo através do partido.
Ele foi indicado diretamente na cota de seu irmão, Franklin Martins. Ivanisa Teitelroit, mulher de Franklin Martins, também já mereceu sua parcela de cargos públicos. Deve ser a isso que Aloízio Mercadante se refere quando fala em "resistência democrática".
Nas últimas semanas, a imprensa tem se dedicado a analisar a frouxidão moral dos brasileiros. Está certo. Os brasileiros são moralmente frouxos mesmo.
Isso ninguém discute. Mas a imprensa certamente não é muito melhor. Franklin Martins não representa o único caso de promiscuidade entre jornalistas e poder político. Pelo contrário. Há exemplos semelhantes em todas as partes.
Recentemente, Helena Chagas, chefe da sucursal de O Globo em Brasília, foi flagrada tramando com Antonio Palocci um esquema para desmascarar o caseiro Francenildo Costa. O marido de Helena Chagas, Bernardo Felipe Estellita, é servidor concursado da Câmara dos Deputados e intimamente ligado ao PT. Nos dias que antecederam a quebra do sigilo do caseiro, ele foi visto circulando pelo Ministério da Fazenda. Por outro lado, a irmã de Helena Chagas, Cláudia Chagas, foi indicada por Márcio Thomaz Bastos para o cargo de secretária Nacional de Justiça. Uma de suas responsabilidades é rastrear o dinheiro do valerioduto remetido ilegalmente para o exterior. Inclusive o que abasteceu a campanha de Lula.
Não é só no PT que isso acontece. Eliane Cantanhêde, chefe da sucursal de Brasília da Folha de S.Paulo, é mulher de Gilnei Rampazzo, um dos donos da GW, a produtora que cuidou das últimas campanhas eleitorais de Geraldo Alckmin e de José Serra. Gilnei Rampazzo é sócio de Luiz Gonzales, o marqueteiro escolhido pelo PSDB para coordenar a campanha presidencial de Geraldo Alckmin. Ele foi acusado pela Folha de S.Paulo de participar de um esquema de desvio de recursos da Nossa Caixa. Deve estar a maior confusão na casa de Eliane Cantanhêde.
Lula Costa Pinto é outro jornalista confuso. Ex-jornalista. Ele é genro do ex-deputado Paes de Andrade e concunhado de Anderson Adauto, ministro dos Transportes lulista e receptador do mensalão. Lula Costa Pinto também se beneficiou de desvio de dinheiro público quando era assessor do deputado petista João Paulo Cunha.
Os brasileiros são moralmente frouxos. Os jornalistas são brasileiros.
Fonte: Revista Veja, publicação do dia 15 de abril
Escrito por Sindjor/mt às 17h14
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Prêmio Pulitzer
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EFE: Dois jornais ganham Pulitzer por cobertura do furacão Katrina |
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Nova York, 17 abr (EFE).- A cobertura do desastre causado pelo furacão Katrina no sul dos Estados Unidos deu o prêmio Pulitzer aos jornais The Times-Picayune, de Nova Orleans, e The Sun Herald, de Biloxi, Mississippi. Segundo a Universidade de Columbia, que anualmente concede este conceituado prêmio, os dois jornais venceram na categoria de jornalismo de serviço público, uma das de maior reconhecimento. Na modalidade de jornalismo investigativo, foram premiados os jornalistas Susan Schmidt, James V. Grimaldi e R. Jeffrey Smith - todos do Washington Post - pela cobertura do escândalo de Jack Abramoff, um republicano que se declarou culpado por fraude.
A Universidade de Columbia premiou também Dana Priest, do Washington Post, por sua reportagem sobre as prisões secretas americanas e as campanhas antiterroristas. Outra reportagem premiada foi a de Jim Sheeler, do Rocky Mountain News, com a matéria sobre o fuzileiro que ajudava as famílias de soldados mortos no Iraque a suportar a perda. Na categoria de reportagens internacionais, a Universidade de Columbia concedeu o Pulitzer a Joseph Kahn e Jim Yardley - jornalistas do The New York Times - por matérias sobre o sistema judical na China.Nicholas D. Kristof, também do The New York Times, ganhou um Pulitzer na modalidade de crítica e opinião. © Agencia EFE
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 17h06
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Comunique-se recebe o título de Site de Utilidade Pública
Da Redação
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O Comunique-se foi um dos sites escolhidos para fazer parte do programa “Meus Favoritos”, uma iniciativa da prefeitura de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, que toda semana indica sites em diversas categorias para os usuários de cybercafés e das unidades de inclusão digital da prefeitura. No processo, o maior portal brasileiro sobre comunicação recebeu o título de “Site de Utilidade Pública”.
Escolhido na categoria “notícias”, o Comunique-se está ao lado de sites como Folha Online, Globo Online, Último Segundo e o endereço da Associação Nacional de Jornais. Além de notícias, a compilação reúne sites de saúde, educação, governo, cultura, lazer, sociedade, esporte e referência.
O programa está contido no projeto Acessar, um dos cinco projetos da prefeitura de Angra voltados para a inclusão social no município. Os outros quatro projetos são o Iniciar, o Etemar, o Interligados e o Angra Inteligente, cada um deles abordando uma área diferente da questão da inclusão digital.
Fonte: Comunique-se
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Escrito por Sindjor/mt às 17h05
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Evento Nacional
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Inscrições ao XXXII Congresso estarão abertas a partir de quinta-feira |
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A partir do dia 20 de abril já estará disponível, no site da FENAJ, um link com informações sobre o XXXII Congresso Nacional dos Jornalistas, que acontece em Ouro Preto (MG), de 5 a 9 de julho. Com o tema “Liberdade de Imprensa e a Democratização da Comunicação”, um dos pontos altos do evento será o processo de entrevistas coletivas com os candidatos à presidência da República. Preparatório ao Congresso Nacional da categoria, o I Encontro das Regiões Sul e Sudeste dos Jornalistas de Imagem está com inscrições abertas.
Além de jornalistas de todo o Brasil, o XXXII Congresso Nacional dos Jornalistas receberá convidados das Américas e da Europa. A escolha da cidade de Ouro Preto como sede deveu-se à sua importância histórica mundial, ao seu vigor turístico, econômico e cultural, além do fato de ser uma referência na luta pela liberdade, com a Inconfidência Mineira.
Os organizadores do evento estão finalizando uma página direcionada ao XXXII Congresso em português, espanhol e italiano, que será lincada ao site www.fenaj.org.br. Através dela poderão ser feitas as inscrições, obter informações sobre a programação e hospedagem, bem como estabelecer contato com os organizadores.
O Congresso ocorrerá logo após o período das convenções partidárias que definirão os candidatos à presidência da República. Com isso, cresce a expectativa pela participação de todos no evento. Estão programados espaços para que exponham, em momentos diferenciados, suas propostas para a área de comunicação e, logo após, concedam uma entrevista coletiva. Todas as entrevistas serão disponibilizadas no site da Federação.
Encontro Regional de Jornalistas de Imagem O I Encontro das Regiões Sul e Sudeste dos Jornalistas de Imagem, que reunirá repórteres fotográficos, cinematográficos, diagramadores e ilustradores, será em São Paulo, de 19 a 21 de maio. É uma realização conjunta da FENAJ e do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, com o apoio da ARFOC/SP e constitui-se em instrumento de apoio ao desenvolvimento profissional e de debate de resoluções relativas a questões diversas relacionadas a esse importante segmento profissional dos jornalistas. As inscrições poderão ser feitas na sede do SJSP (Rua Rego Freitas 530, sobreloja), por fax (0xx11-3256-7191) ou por e-mail diretoriaexecutiva@sjsp.org.br.
Fonte: Fenaj |
Escrito por Sindjor/mt às 17h02
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