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Nota Oficial
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| Em defesa do jornalismo, FENAJ prossegue na luta |
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Desde a vitória histórica, em 26 de outubro do ano passado, que resgatou a necessidade da formação universitária para o exercício do jornalismo, preservando a regulamentação profissional, alguns setores inconformados têm trabalhado sistematicamente pelo retrocesso.
Recentemente, a procuradora regional do Ministério Público Federal/SP interpôs recurso extraordinário em face do acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que entendeu ser imprescindível o diploma para o exercício da profissão. Na última sexta-feira, dando acolhimento provisório em mandado de segurança individual contra a portaria do Ministério do Trabalho e Emprego que ordena o cancelamento dos registros precários, o ministro José Delgado, do Superior Tribunal de Justiça, concedeu liminar a um precário da Paraíba, com fundamento na tese do direito adquirido. Tese insustentável uma vez que o registro precário recebeu este nome por ter como base justamente uma decisão provisória.
A Diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas repudia com veemência a ingerência externa e as ameaças constantes à regulamentação da profissão. Nenhuma outra categoria tem sido tão atacada na sua identidade, organização e valorização como a dos jornalistas. Mas continuaremos a responder à altura a todos os ataques, partam de onde partirem.
No campo jurídico, a FENAJ está tomando todas as providências necessárias para preservar os direitos da categoria e exorta às direções dos Sindicatos a manterem, com o apoio do Ministério do Trabalho, as ações de fiscalização do exercício ilegal da profissão.
O mais importante: a decisão do TRF-3ª Região está em plena vigência. Jornalismo é profissão regulamentada e o acesso a esta importante e cada vez mais complexa atividade profissional é por meio de um curso de graduação universitária específica, reconhecido pelo MEC. Ou seja, a exigência do diploma está em pleno vigor. É nosso direito defender a regulamentação profissional e nosso dever lutar por um jornalismo ético e qualificado.
Brasília, 29 de março de 2006. A Diretoria
Fonte: Fenaj
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Escrito por Sindjor/mt às 12h56
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EFE: IPI considera o Brasil um país perigoso para jornalistas |
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Viena, 30 mar (EFE).- O Instituto Internacional de Imprensa (IPI) considera que o Brasil, o maior mercado de imprensa da América Latina, é um dos países mais perigosos para os jornalistas que tentam investigar casos de narcotráfico, corrupção e outras atividades ilegais.
Em seu relatório anual sobre a liberdade de imprensa correspondente a 2005 e apresentado hoje em Viena, o IPI faz um balanço da situação no Brasil, onde no ano passado dois jornalistas foram assassinados.
Por um lado, o documento realça "a vigorosa informação sobre a gestão do Governo e outros assuntos políticos e sociais" realizada pela imprensa independente no País, que conta com "centenas de jornais e canais de televisão, assim como milhares de estações de rádio".
Além disso, ressalta o progresso alcançado pelas autoridades contra a impunidade, que permitiu à Justiça impor várias penas de prisão a pessoas envolvidas em assassinatos de jornalistas em anos anteriores.
O IPI, no entanto, adverte que os profissionais da imprensa que "trabalham no interior do país e tentam investigar o narcotráfico, a corrupção e outras atividades ilegais continuam recebendo ameaças, ataques físicos e até assassinatos por parte de agentes do poder local e de criminosos".
O relatório também critica tentativas de censura através de julgamentos por difamação civil e criminal com base na lei de imprensa de 1967, herdada da antiga ditadura e ainda em vigor no País.
© Agencia EFE
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 12h53
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Continuação da Matéria do Comunique-se: "Não sei por que não fui demitido"
Linha editorial
A demissão dos três repórteres foi a gota d´água para Cunha, mas não o problema todo. O jornalista listou extensas críticas às decisões editoriais de Marques. “Tem uma hora que a gente tem que se incomodar, tem que levantar a voz e falar ‘não, não é assim’. Caso contrário, a mediocridade vai se impondo, sem nenhuma resistência e quando a gente olhar em torno só teremos medíocres nas funções chaves da imprensa brasileira e todos nossos colegas talentosos terão sido varridos do mercado por terem tido a coragem de afrontar esse poder medíocre que imagina que o leitor é um idiota que engole qualquer linha editorial”, apontou o jornalista.
Segundo o jornalista, a falta de profundidade e a degradação editorial que a revista sofreu desde a admissão do diretor, em fevereiro deste ano, é marcada por uma preocupação estética acima da jornalística, afinal ele “consegue fazer uma matéria de capa com quatro páginas”. Assim, Cunha compara a IstoÉ atual ao sanduíche Big Mac, que “pode até ser usada numa emergência, mas como comida do dia-a-dia é pura tapeação”. É o jornalismo fast-food.
Além dessa questão editorial, são marcantes também as críticas à ética da forma como certas pautas e edições foram realizadas. Cunha aponta duas fotos, uma do ex-ministro José Dirceu e outra da campeã mundial de surf de 2001, Jacqueline Silva, que foram deliberadamente forjadas, com a cabeça dos dois sendo colocadas em corpos distintos por meio de computação gráfica. No caso da surfista, a revista apontava a realização da montagem, mas no caso de Dirceu, que nunca dirigiu uma moto e foi publicado no corpo de um motoqueiro sobre uma possante Harley Davidson, a montagem não foi mencionada. O petista está processando a revista.
Outra falha ética apontada por Cunha é, segundo ele, o hábito do diretor editorial de enxertar frases não ditas em entrevistas de personagens importantes de nosso plano político. O ex-governador Anthony Garotinho e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso passaram por essa situação. O caso de FHC é mais grave, porque foi publicada na capa de IstoÉ a frase “A ética do PT é roubar”, atribuída ao ex-presidente que, por sua vez, afirma nunca ter dito isso e exigiu as fitas da entrevista para comprovar sua versão. O Partido dos Trabalhadores está processando o tucano.
"Intervencionismo desrespeitoso"? Um dos pontos positivos da IstoÉ na época pré-Marques, segundo Cunha, era a liberdade que os repórteres tinham para escrever seu texto de forma relativamente livre de intervenção da equipe editorial. Ele afirma que ficou surpreso com a forma respeitosa de como os textos das sucursais eram tratados na matriz, São Paulo. Mas, ainda de acordo com Luiz Cláudio Cunha, Marques tem uma política diferente e desde que entrou na revista passou a controlar firmemente toda a cadeia produtiva.
“Ele dizia qual era a foto escolhida, passava o título, o subtítulo, o lead e o tom da matéria, transformando profissionais tarimbados em seus office boys, obrigando todo mundo a cumprir o que ele queria”, diz Cunha. O jornalista afirma também que os textos que eram entregues de forma diferente do que Marques esperava eram alterados sem pudores, num grau de intervencionismo que considera desrespeitoso. E completa: “Ninguém tem o monopólio do talento”.
Além disso, Cunha também considera inaceitáveis três frases que marcam a linha editorial de Marques e que foram proferidas, segundo ele, diversas vezes pelo diretor: “não gosto de suíte”, “não gosto de política” e “não quero preto nem pobre na revista”.
Cunha afirma que apesar de nunca ter ouvido o diretor proferir tal frase, porque isso teria ocorrido durante reunião editorial, em São Paulo, as orientações passadas pelos editores apontavam todas nesse sentido. “Alguém que pensa algo assim, não é uma coisa que se forma em pouco tempo, é um pensamento de vida. Ele deve pensar isso desde que se conheceu como gente e como jornalista”.
Discussão Pública Com medo que sua carta terminasse na gaveta ou na lixeira eletrônica do diretor editorial, Cunha decidiu tornar o debate público ao enviar também a Dines, um representante da imprensa que se propõe a manter aberto o diálogo sobre a qualidade dos veículos de mídia em seu Observatório. Assim, Cunha enviou a carta com o objetivo de levar o debate para fora da sala de Marques, porque “ali ficaria sob o controle e o comando dele e eu não confio em seu tirocínio ou inteligência. A IstoÉ é maior que isso”.
Além disso, Cunha também buscou tornar pública uma discussão – o que de fato ocorreu – sobre quais são os critérios que levaram uma revista séria a, em sua opinião, se tornar um produto ligeiro e leviano. “Não é uma carta furibunda, raivosa, é uma carta com uma tônica jornalística. Eu falo as coisas e tento confirmar cada uma delas com uma evidência”, se justifica.
Mas, sem sombra de dúvidas, o maior interessado no assunto é Domingo Alzugaray, dono da IstoÉ e um dos que recebeu a carta em primeira mão. Para Cunha, Alzugarai “vai ter a chance de rediscutir esse modelo de revista, que é um modelo fracassado. Esse troço não pode funcionar. Uma revista orientada por um profissional que tem a cabeça de Carlos José Marques não pode dar certo em nenhum lugar do mundo”.
Repercussão e retorno Procurado insistentemente por nossa equipe de reportagem, Carlos José Marques não retornou as ligações até a publicação desta matéria. Desde já, o Comunique-se se dispõe a oferecer espaço para Marques rebater as críticas de Luiz Cláudio Cunha. Nem mesmo o jornalista sabe qual foi a reação de seu diretor editorial, que recebeu a carta mais de 48 horas antes da apuração desta matéria e ainda não havia respondido a Cunha. O Observatório de Imprensa concedeu 24 horas para que Marques se expressasse, o que não ocorreu.
Domingo Alzugaray foi contatado por nossa redação e afirmou que não tem nada a declarar sobre o assunto.
Ao criticar a publicação da qual ainda é funcionário, Cunha abre um precedente ao fomentar um debate sobre o papel das revistas semanais. “Não estou preocupado em bater ou não bater no Marques, acho que ele é um detalhe menor na imprensa brasileira, ele não tem nenhuma relevância. O debate relevante é a gente sair de nosso comodismo e pensar no que estamos fazendo em nosso trabalho, se estamos apenas segurando nosso emprego ou se temos compromissos maiores com a cidadania, com o País, que é a veiculação de informações num jornalismo de qualidade. Estamos muito acomodados com esse avanço inexorável da mediocridade”, conclui.
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 12h50
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"Não sei por que não fui demitido"
Breno Castro Alves (estagiário de jornalismo) / Sob a supervisão de Miriam Abreu
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Luiz Cláudio Cunha, editor de Política da sucursal de Brasília da IstoÉ, enviou na segunda-feira (27/03) uma carta a Carlos José Marques, diretor editorial da revista, criticando dura e longamente suas posições editoriais e a forma como vem exercendo seu cargo. A carta, enviada com cópia para Domingo Alzugaray, dono da Editora Três, que publica a IstoÉ, e para Alberto Dines, comandante do Observatório da Imprensa, onde foi publicada dia 28/03, abre de forma aprofundada um debate sobre os rumos do jornalismo nacional.
O fato que determinou a redação e o envio do documento ocorreu no dia 17/03, quando Marques telefonou para o diretor da sucursal de Brasília, Tales Faria, e o informou que os repórteres Donizete Arruda e Amauri Ribeiro Jr. seriam desligados da revista. Faria então exigiu algum tipo de discussão com ele, que era o responsável pelos repórteres, mas Marques se mostrou decidido, o que levou o diretor a colocar seu cargo à disposição. Sem mudança em nenhum dos dois lados, Faria foi demitido junto com os repórteres no dia 20/03.
Luiz Cláudio Cunha, então, entendeu que não mais havia clima para continuar a trabalhar na IstoÉ e informou a Marques que também queria ser demitido. O diretor editorial só não aceitou a decisão por afirmar que a revista não possuía o dinheiro necessário para pagar os valores decorrentes da quebra de contrato. “Criou-se uma situação ridícula, eu morto-vivo na redação, pedindo para ir embora, já que não acredito no diretor e no projeto editorial dele e ele não me manda embora porque não tem dinheiro para me pagar”, afirmou Cunha ao Comunique-se. A sucursal de Brasília da revista, que possuía sete membros, passou a contar com apenas quatro, sendo que um estava de licença-médica e o outro, Cunha, já havia pedido para ser demitido.
O jornalista garante que não escreveu a carta como forma de forçar sua demissão, mas sim como meio para desabafar e para fazer um retrato preciso da dimensão profissional que atribui a Marques e ao momento que a revista atravessa. “Se eu tivesse sido demitido na segunda-feira, a carta sairia da mesma forma. Não sei por que ainda não fui demitido e a carta foi feita mesmo assim”, afirma. |
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 12h49
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Audiência:
Trio do Jornal da Band vence o SBT
Fonte: Núria Coelho/Assessoria de Imprensa Band
O “Jornal da Band” atingiu 5.8 pontos de média, ontem, contra 5.5 do “SBT Brasil”. No confronto direto com a emissora concorrente, entre 19h44 e 20h14, o noticiário apresentado por Ricardo Boechat, Mariana Ferrão e Joelmir Beting, obteve 6.5 de média contra 5.6 do jornal liderado por Ana Paula Padrão.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 12h43
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Imprensa na TV: Heródoto Barbeiro sobre o extrato bancário de Francenildo: "Eu publicaria"
Redação Portal IMPRENSA
No programa Imprensa na TV de hoje, Heródoto Barbeiro afirmou que a publicação do extrato bancário do caseiro Francenildo Santos Costa pela revista Época foi uma atitude legítima. "Sendo algo de interesse público e a favor da democracia, não vejo nenhum problema". Ele lamentou o fato de o ministro Palocci ter sido derrubado somente após a confirmação da quebra do sigilo bancário do caseiro. Segundo o jornalista, se uma pessoa mente - como foi o caso do ministro na CPI - nada acontece. "Transgredir uma regra ética não faz mal. É preciso quebrar uma regra legal para ser punido".
Questionado sobre a conduta da deputada Ângela Guadagnin (PT-SP) no plenário, Heródoto disse que a pior punição que ela pode sofrer partirá de seus eleitores. "Ela se desculpou, disse que estava alegre. Quem pode julgar é o povo".
O apresentador do "Jornal da Cultura" também deu dicas aos aspirantes a jornalistas, a pedido de um internauta. "É preciso priorizar o núcleo central do jornalismo: ética, função social e noção de jornalismo público". Ele frisou a importância da leitura para a formação de um bom profissional. "Não basta se informar, tem que se formar". Sobre a recorrente prática na imprensa de substituir profissionais formados por estagiários, foi categórico: "Isso é uma burrice. Perde-se muito em qualidade".
Heródoto criticou a inversão das prioridades dos cursos universitários de jornalismo, que se prendem às técnicas e deixam a desejar na formação histórico-cultural. "Em vez de contratar bons professores, as faculdades ensinam a apertar um botão, ler um teleprompter".
O "Imprensa na TV" é exibido pela ALLTV (www.alltv.com.br) e apresentado por Pedro Venceslau - editor executivo da revista IMPRENSA - com auxílio de Mayella Ittiê.
Fonte: Portal Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 12h41
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Reforma no JT: Em time que está ganhando se mexe, sim!
Denise Moraes | Redação Portal IMPRENSA
O Jornal da Tarde, publicação que tem o projeto gráfico mais elogiado (e copiado) entre os jornais diários, efetuará mudanças em sua edição. A partir do dia 5 de abril, será possível reconhecer um novo visual no veículo. O novo projeto gráfico foi desenvolvido pela empresa espanhola Cases i Associats, a mesma que desenvolveu o atual projeto gráfico do Estadão.
Todavia, as alterações não ficarão na aparência. O JT também mudará seu projeto editorial, criando novas colunas, unindo dois cadernos em um, além de pautar-se mais na prestação de serviço e na interatividade com os leitores. A mudança atingirá até o slogan do jornal, que será "JT, informação sem complicação". Afinal, para uma cidade com o ritmo de São Paulo, nada mais necessário que um jornal dinâmico.
A união dos cadernos sobre comportamento ("Sua Vida") e televisão resultará em uma revista dominical de 40 páginas, no formato de 24 X 30 cm. Segundo Felipe Machado editor do "Variedades" do JT, que engloba o "Sua Vida" e o "TV", a Revista JT terá "conteúdo para a família, sobretudo para a mulher. Falaremos de educação, saúde, filhos, beleza e moda e teremos reportagens especiais sobre televisão, além da programação da semana".
A mudança foi considerada necessária, uma vez que o JT andava muito mais ligado ao universo masculino, com o caderno de esportes e o "Jornal do Carro". "Até eu entrei na história. Na Revista JT terei a coluna "Palavra de Homem", na qual falo um pouco do universo masculino e revelo alguns segredos dos homens às mulheres", conta Felipe. As editorias antigas serão mantidas. Deborah Bresser, editora do "Sua Vida", ficará responsável pelas reportagens sobre comportamento da Revista, enquanto Alessandra Porro, que faz o caderno de TV, cuidará da programação da semana e das reportagens sobre TV.
O investimento feito pelo Grupo Estado para divulgar a implantação das mudanças foi de R$ 5 milhões e envolverá uma campanha publicitária que apresentará o novo projeto gráfico ao público e reposicionará o jornal perante o leitor. Com isso, o JT tem duas expectativas: ser visto como um jornal porta-voz do cidadão e aumentar sua circulação em bancas em 15%. Para Felipe, a mudança terá uma conotação ainda melhor: "Com esse projeto, o JT vai voltar a ser aquele jornal urbano, moderno, um retrato de São Paulo".
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 12h39
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Seminário Ética no Jornalismo começa amanhã
Começa amanhã (quinta, dia 30), no Centro de Convenções do Hotel Sumatra, em Londrina, o Iº Seminário Nacional Ética no Jornalismo.
Promovido pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Londrina, o evento abre as comemorações oficiais do aniversário de 60 anos da FENAJ e vai discutir a ética profissional, com ênfase na atuação do jornalismo na mídia, assessorias e serviço público. Além de promover a reflexão sobre o trabalho realizado diariamente pelos profissionais da área, o Seminário também vai levantar propostas de alteração do Código de Ética do Jornalista e retomar a discussão da criação do Conselho Federal de Jornalismo, proposta pela FENAJ.
A abertura do evento será às 19 horas desta quinta e logo em seguida acontece o painel “Novos Paradigmas da Imprensa”.
Na sexta, 31, e no sábado, dia 1º, serão realizados mais cinco painéis, todos tendo como tema central Jornalismo, Ética e Cidadania. Também no sábado estão agendados dois grupos de trabalho, um para revisão do Código de Ética do Jornalista e o segundo para tratar da formação ética nas escolas de Jornalismo do Brasil.
Às 16 horas do sábado está marcada a sessão plenária, com apresentação para debate das propostas de mudanças no Código de Ética, a serem aprovadas no 32º Congresso Nacional dos Jornalistas, que acontece em julho, em Ouro Preto.
O Seminário Nacional Ética no Jornalismo tem apoio e patrocínio da Petrobrás, Sercomtel ( empresa de telefonia fixa e celular de Londrina), Prefeitura do Município de Londrina, Caixa Econômica Federal, Itaipu Binacional, Milenia Agro Ciências e Governo do Estado do Paraná.
Escrito por Sindjor/mt às 12h37
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Prêmio irá contemplar reportagens sobre o setor do turismo
Da Redação
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Com o objetivo de estimular e desenvolver o conhecimento científico voltado para a área de turismo e hotelaria, foi criado o prêmio EBAPE-FGV/EMBRATUR, que neste ano está em sua terceira edição e aceita inscrições até o dia 28/05. O prêmio é divido em três categorias: graduação, pós-graduação e texto jornalístico.
Essa última categoria é destinada a profissionais de imprensa que tenham publicado textos jornalísticos, sejam reportagens ou artigos, abordando o turismo do ponto de vista econômico. Só poderão ser inscritos textos publicados entre 01/01/05 e 28/05/06. O prêmio para a categoria será de R$ 5.000 mais passagem aérea de qualquer lugar do País para receber o prêmio.
Realizado pela Fundação Getúlio Vargas (EBAPE-FGV) em pareceria com o Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR), o prêmio será entregue no dia 13/08. Mais informações podem ser obtidas nos endereços www.ebape.fgv.br/pp/neath, www.turismo.gov.br/ ou www.turismo.gov.br. Além disso, o e-mail neath@fgv.br e os telefones (21) 2559-5475 / 5476 são contatos para o núcleo da FGV que está organizando o prêmio.
| Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 12h58
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Legislação
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| Acordo garante inclusão de empresas de jornalistas no Simples |
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A inclusão de empresas de jornalismo no Simples Nacional poderá ser definida nesta semana. Em audiência com o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, realizada dia 21 de março, o relator do projeto da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), comprometeu-se a incluir o segmento, mas informou que a aprovação depende de acordo de lideranças na Câmara dos Deputados.
Em reunião realizada hoje (27/03), em Fortaleza, o deputado José Pimentel (PT/CE) assegurou que o acordo já está firmado e o texto que irá a plenário, provavelmente na quinta-feira, inclui empresas que prestam serviços de jornalismo. Pimentel representa as posições do governo na negociação. Participaram da reunião com o Deputado a presidente do Sindicato do Ceará, Deborah Lima e os Diretores da FENAJ, Moacir Maia e Paulo Mamede.
Em audiência com Hauly, solicitada e mediada pelo gerente da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick Lourenço, o presidente da FENAJ apresentou argumentos que justificam a inclusão de empresas de Jornalismo no sistema de tributação de pequenos negócios previsto no projeto. Entre eles, apontou que cerca de um terço dos jornalistas brasileiros sobrevive prestando serviços em pequenas empresas ou como free lancers, que é injusto serem equiparados às grandes agências de comunicação no tocante à carga tributária e que a categoria inclui-se nos objetivos do projeto de “geração de emprego, desenvolvimento econômico e incentivo à formalização”.
Sérgio Murillo lembrou, também, que a inclusão da categoria no Simples ampliará a base de arrecadação tributária. "Esta é a terceira vez que conversamos com o Deputado Carlos Hauly e posso garantir que, desta vez, o apoio e o emprenho do Sebrae foi fundamental para sensibilizar o relator da matéria. Espero que o colégio de líderes mantenha o acordo", disse o presidente da FENAJ.
A previsão do relator é que a votação do projeto ocorra nesta semana. Ele informou que as alterações ao texto da Lei Geral deverão ser incluídas em uma emenda substitutiva aglutinativa a ser apresentada no Plenário da Câmara e assinada por ele e pelos líderes partidários.
Com informações da Agência Sebrae de Notícias
Fonte: Fenaj |
Escrito por Sindjor/mt às 12h54
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Legislação
| Cresce campanha para atualizar regulamentação profissional |
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A FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas intensificam o movimento pela aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 79/04,que atualiza a regulamentação profissional da categoria, incluindo novas funções exercidas por jornalistas, entre elas a de assessor de imprensa. Após longa tramitação no Congresso Nacional, o projeto de autoria do deputado Pastor Amarildo (PSB/TO) aguarda inclusão na pauta de votações do Senado. A campanha pela aprovação da matéria já ganhou a adesão de centenas de profissionais e inclusive de entidades internacionais.
O PLC 79/04 já está pronto para votação. O parecer do relator, senador Eduardo Azeredo (PSDB/MG), é favorável à aprovação do projeto. Se aprovada no plenário do Senado, a matéria deverá seguir para a sanção presidencial. Com o objetivo de acelerar a votação, as entidades dos jornalistas, além de intensificarem contatos diretos com os parlamentares, lançaram uma campanha de sensibilização dos senadores em apoio ao projeto.
Centenas de jornalistas têm repassado para a FENAJ cópias das mensagens que enviam aos senadores. O movimento começa ter repercussão internacional, com apoios como o do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Imprensa da República Dominicana. O Secretário Geral da entidade, Olivo De Leon, é membro do Comitê Executivo da Federação Internacional dos Jornalistas.
Para aderir à campanha, copie a sugestão de texto abaixo e envie para a lista de senadores que está na seqüência.
__________________________________________________ Caro Senador,
Encontra-se nesta Casa, pronto para inclusão na pauta de votações, o PLC 79/04, com parecer favorável do Senador Eduardo Azeredo. Trata-se de um projeto de lei que atualiza a legislação profissional dos jornalistas (Decreto Lei 972/69)
A aprovação deste Projeto será fundamental para reconhecer diversas funções jornalísticas surgidas com o desenvolvimento tecnológico das últimas décadas. Sua aprovação significará a garantia não apenas dos direitos trabalhistas já conquistados pela categoria profissional, como também de propiciar à sociedade uma qualificação cada vez maior no mercado de comunicação social.
Desta forma, solicitamos a Vossa Exa. empenho junto à Presidência do Senado, para que o PLC 79/04 seja incluído na Ordem do Dia. Sua aprovação será o melhor presente que esta Casa poderá oferecer aos jornalistas brasileiros no 7 de abril, data em que comemoramos nosso dia.
Atenciosamente,
Jornalista:......................................................... Registro Profisssional:...................................... Cidade:...........................................................
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Escrito por Sindjor/mt às 12h51
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Ética no Jornalismo
Seminário de Londrina está no centro das atenções das entidades dos jornalistas
A FENAJ e Sindicato dos Jornalistas de Londrina realizam, nesta semana, o Iº Seminário Nacional de Ética no Jornalismo. O evento inicia as comemorações dos 60 anos da Federação e além de discutir propostas de alterações do Código de Ética do Jornalista, marcará a retomada do debate sobre a criação do Conselho Federal dos Jornalistas (CFJ). Durante o evento, a Executiva da FENAJ também intensificará os preparativos para o XXXII Congresso Nacional dos Jornalistas, que ocorre em julho, em Ouro Preto (MG).
O Iº Seminário Nacional Ética no Jornalismo acontece de 30 de março a 1º de abril, no Centro de Convenções Sumatra. Serão realizados seis painéis em torno do tema central do evento "Jornalismo, Ética e Cidadania", com expressões do Jornalismo nacional como Bernardo Kucinski, Eugênio Bucci, Francisco Karam, Celso Schröder, Fred Ghedini, Antonio Brasil, Carlos Alberto Di Franco, Juliano Maurício de Carvalho, Aziz Filho, Carmen Silva, Mauricio Lara, Luiz Spada, Washington Mello e Vânia Mara Welte. Para acessar toda a programação e obter mais informações, clique aqui.
XXXII Congresso A Executiva da Federação Nacional dos Jornalistas se reunirá durante o Seminário de Londrina para tratar dos preparativos ao XXXII Congresso Nacional da categoria, que acontece em Ouro Preto, de 5 a 9 de julho. Além de questões organizativas e estruturais, também haverá definições sobre as teses da direção da entidade para o evento, que é a instância máxima de deliberação dos jornalistas brasileiros e terá como tema central a liberdade de imprensa e a democratização da comunicação. A filósofa Marilena Chauí já confirmou presença na conferência de abertura do Congresso.
Fonte: www.fenaj.org.br
Escrito por Sindjor/mt às 12h50
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MANCHETES DOS JORNAIS - DIA 28/03/06
DIÁRIO DE CUIABÁ
Conjuntura nacional força Maggi a abrir mão do PFL
Caseiro derruba Ministro
FOLHA DO ESTADO
Fita e CD que podem desvendar morte de Sávio serão periciados
Inspetor do Juizado de Menores preso por aliciamento e extorsão
A GAZETA
Palloci cai; Mantega assume
Arcanjo vai passar aniversário isolado
Escrito por Sindjor/mt às 12h49
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Do caso Lunus ao caseiro Francenildo
Leonardo Attuch (*)
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A revista Época do dia 4 de março de 2002 foi histórica. A capa daquela edição mudou os rumos da sucessão presidencial, ao revelar que oito agentes da Polícia Federal e dois delegados haviam entrado num escritório em São Luís e encontrado R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo. A foto da pilha de dinheiro logo foi exibida no Jornal Nacional e, no dia seguinte, ganhou a manchete de várias publicações. Era auto-explicativa. Graças a essa imagem, Roseana Sarney, que despontava como favorita, foi excluída da disputa. Dias depois, descobriu-se que os agentes envolvidos na operação haviam repassado informações sobre o caso ao ministro Aloysio Nunes Ferreira, então responsável pela pasta da Justiça, a quem a Polícia Federal está subordinada. Tal episódio ficou conhecido como o “caso Lunus”, numa referência ao nome da empresa de Jorge Murad, marido de Roseana, onde foi encontrado o dinheiro em espécie. Era o ovo da serpente. Depois de muitos anos dedicada a operações de combate ao narcotráfico e ao contrabando, a Polícia Federal entrava num novo estágio, passando a atuar diretamente num embate de natureza político-eleitoral. Depois daquele exemplo, tudo o mais seria permitido.
O episódio Lunus acabou influenciando diretamente no meu voto. Foi graças a essa ação da Polícia Federal que eu acabei desistindo de votar no candidato José Serra nas eleições de 2002. Embora o considerasse o nome mais indicado para gerir a economia brasileira, eu também temia que Serra usasse o aparelho de Estado para esmagar seus adversários políticos – da mesma forma como eu imaginava que ele havia feito com Roseana. No entanto, para o meu desgosto, foi no governo Lula, o candidato “paz e amor”, que essa tendência de uso da força do Estado em favor de interesses políticos ou privados se tornou ainda mais aguda. O arbítrio da semana passada, ocorrido com o caseiro Francenildo Costa, foi apenas a conseqüência natural dessa sinistra parceria entre repórteres investigativos e fontes do aparato de repressão federal. É um círculo vicioso. Como as matérias que nascem dessa união geralmente rendem glórias, honrarias e prêmios, nós, jornalistas, muitas vezes não nos damos conta de que estamos apenas sendo instrumentalizados pelos poderosos de plantão. Não quero aqui julgar os jornalistas da Época envolvidos no caso Francenildo. São profissionais sérios e respeitados no meio. Também não concordo com a análise apressada de alguns colegas, que atribuem somente ao PT os vícios do nosso “Estado policial”. Afinal, com o caso Lunus, o PSDB também sujou as suas mãos. E a visão de que governar é “ter a chave do cofre e a chave da cadeia” é algo que faz parte da nossa tradição política há várias décadas. A questão é que, agora, já não é mais possível adiar uma reflexão sobre esse casamento de interesses entre jornalistas e agentes da repressão, cujo saldo tem sido negativo para o País e para as instituições. Eu mesmo fui vítima disso. Depois de entrevistar a secretária Fernanda Karina, que deu o foco à CPMI dos Correios, fui alvo de uma campanha difamatória que tentou difundir que a entrevista havia sido negociada com um empresário. Na época, a revista Carta Capital publicou emails falsos entre ATT (que diziam ser Attuch) e DD (que diziam ser Daniel Dantas) numa tentativa frustrada de emplacar a tese de que havia uma conspiração por trás da entrevista da secretária. Meses depois, um repórter do Jornal do Brasil me procurou, dizendo que tinha mais emails e que vinha sendo pressionado a publicá-los pela direção da empresa porque as fontes eram oficiais. Eu lhe mandei uma carta do portal Terra, atestando a fraude, e ele teve a postura digna e correta de não embarcar numa canoa furada.
Já ficou claro para todos que, na era Lula, não se admite que homens honrados ataquem o governo. Se assim o fazem, devem estar movidos por interesses inconfessáveis. Um ano atrás, eu fui alvo de uma tentativa de desconstrução de imagem, com a colaboração de parte da imprensa. Em vez de repórter investigativo, eu passaria a ser um “repórter investigado”, ainda que não estivesse citado como réu em qualquer processo e que as evidências do crime fossem apenas documentos fraudados. Agora, foi a vez do caseiro Francenildo Costa. Nitidamente, o governo tentou transformá-lo de acusador em acusado – e desta vez contou com um empurrão de profissionais sérios da revista Época. Será que já não fomos longe demais?
(*) Editor de economia da Istoé Dinheiro e autor do livro “A CPI que abalou o Brasil”
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 18h39
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Emprego:
Vagas em Brasília, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Guarulhos e Recife
Por Thaís Naldoni / Redação Portal IMPRENSA
Confira as vagas de emprego, em diversos estados brasileiros, selecionadas pelo jornalista Aurélio Galvão e publicadas no site www.aureliogalvao.jor.br . É possível, através do site, fazer um cadastro para receber, via e-mail, o clipping de vagas disponíveis. O serviço é gratuito.
[Brasília/DF] O Conselho Federal de Contabilidade abriu concurso público, vai selecionar um Jornalista (cargo 107) e vai formar cadastro-reserva para esse cargo. Remuneração: R$ 3.849,00. Inscrições de 3 a 16 de abril no site da Funiversa/UCB.
[Brasília/DF] A Agência Nacional de Águas (ANA) realizará concurso público e vai selecionar dois jornalistas (ÁREA DE CONHECIMENTO 7: COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM JORNALISMO). Remuneração inicial: R$ 3.257,19. Inscrições somente via Internet, de 3 a 16 de abril, no site do Cespe.
[Rio de Janeiro/RJ] A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) abriu concurso público para formação de cadastro de reserva de jornalistas (Cargo: Analista, Área de Conhecimento 9, Código A99). Remuneração: R$ 3.736,83. Inscrições de 5 a 27 de abril no site do NCE/UFRJ.
[Rio Grande do Norte] A Universidade Federal do Rio Grande do Norte vai realizar concurso público para contratar dois Doutores em Comunicação, multimeios ou afins, para o cargo de Professor Adjunto I, em sistema de dedicação exclusiva, com salário de R$5.100,29. As inscrições ficam abertas até o dia 7 de abril, e a avaliação ocorrerá entre 8 e 21 de maio. Mais informações no site www.ufrn.br .
[Recife/PE] O Ministério Público do Estado de Pernambuco abriu concurso público e vai selecionar um jornalista (Analista Ministerial - Área Comunicação Social - Área - JORNALISMO - Código AJO1) e um publicitário. Vencimento inicial: R$ 2.630,02. Inscrições de 10 a 19 de abril no site da Fundação Carlos Chagas.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 18h35
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A imprensa sobe o morro I
Vânia Cunha, repórter de polícia do jornal O Dia: "Eu, de repente, me vi no meio do fogo cruzado. Eram rajadas fortes"
Por Lucas Krauss, da redação, e Pedro Venceslau, do Rio de Janeiro*
A jornalista Vânia Cunha, repórter da editoria de polícia do jornal carioca O Dia, acompanhou de perto a ocupação do Exército aos morros cariocas para recuperar as armas roubadas por traficantes de um quartel.
Nesta entrevista ao Portal IMPRENSA, que abre a série de entrevistas e reportagens sobre o tema, Vânia faz um balanço do trabalho de comunicação dos militares e desabafa: "Nós passamos, muitas vezes, por situações de risco (durante a cobertura da ocupação)".
IMPRENSA: Você chegou a passar por algum situação de perigo durante a cobertura?
Vânia: Sim, muitas vezes passamos por situações de risco. A tensão era muito grande. Um dia, estávamos subindo o morro quando, de repente, escutamos barulhos de tiro. Fiquei assustada. Os barulhos foram aumentando. Eram rajadas de metralhadora. A sensação era que estava acontecendo do nosso lado. Não era confronto com polícia, era briga entre eles. Eu, de repente, me vi no meio do fogo cruzado. Eram rajadas fortes... Outro dia, eu estava do lado de um solado da PM, quando ouvi do rádio dele o traficante gritar: "Se subir repórter, pode mandar bala. Repórter é tudo alvo".
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"Se subir repórter, pode mandar bala. Repórter é tudo alvo"
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IMPRENSA – Como vocês fazem para conseguir circular pela comunidade sem se atacada pelos traficantes?
Vânia – O primeiro contato, geralmente, é com a Associação dos Moradores. Eles servem como nossos guias. Especialmente agora (ocupação do Exército), que a população local está exaltada. Quando subíamos um pouco além do bloqueio do Exército, a mulher da Associação ia na frente e marcava com algumas fontes para descerem até o bloqueio para falar com a gente.
IMPRENSA – Você costuma algum rádio com acesso a frequência utilizada pelos traficantes? Isso é comum entre o setoristas do morro?
Vânia – Alguns repórteres sempre levam, mas não é tão comum assim. Eu usei pela primeira vez um dia desses, no morro da Providência. Deu para ouvir algumas coisas, como eles brigando entre si.
IMPRENSA – Vocês usam colete à prova de bala?
Vânia – Todos os dias. É norma do jornal.
* Lucas Krauss, estagiário do Portal Imprensa, é estudante de jornalismo da Cásper Líbero e faz parte do programa de estágio do Centro de Integração Pesquisa Escola, sob orientação de Pedro Venceslau (CIEE)
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 18h30
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A imprensa sobe o morro II:
Fátima de Souza, repórter investigativa da Record: "A relação do tráfico com o crime não é amistosa, é profissional"
Por Paula Desgualdo* e Pedro Venceslau*
A jornalista Fátima de Souza, repórter do núcleo investigativo da Record, é dona de uma agenda poderosa. Com apenas uma ligação ela consegue achar de chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital) a membros da cúpula da Polícia Federal. Nesta entrevista ao Portal Imprensa ela avalia a relação entre o crime e as redações, e compara o crime organizado no Rio de Janeiro e em São Paulo
IMPRENSA - Como você define a relação entre o crime organizado e a imprensa?
Fátima –A relação entre a imprensa e o crime organizado não amistosa, é profissional. Nós não somos policiais, então tanto o mocinho quanto o bandido devem ser considerados fontes. É um trabalho de confiança que se adquire com o tempo. Às vezes somos procurados, mas muitas vezes temos que ir atrás de parentes e advogados para chegar na fonte.
IMPRENSA – Qual a diferença entre os traficantes de São Paulo e os do Rio de Janeiro?
Fátima – A única diferença entre o crime em São Paulo e no Rio de Janeiro é o nome dos chefes. Mudam os nomes e a geografia, mas a estrutura é a mesma.
IMPRENSA – É mais fácil entrevistar bandido ou policial?
Fátima - A relação com o bandido acaba sendo mais fácil. Se eles te procuram, é porque querem falar. Já o delegado, ás vezes, é orientado a contar só parte da história. É muito comum ouvir a polícia dizer que não pode declarar nada sobre determinado assunto.
* Paula Desgualdo, estudante de jornalismo da Cásper Líbero, é estagiária da revista IMPRENSA e faz parte do programa de estágio do Centro de Integração Pesquisa Escola, sob orientação de Pedro Venceslau (CIEE)
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 18h27
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Paloccigate: ombudsman da Folha critica reportagem da Época
Denise Moraes | Redação Portal Imprensa
O ombudsman da Folha de S.Paulo, Marcelo Beraba, escreveu em sua coluna dominical uma análise sobre o escândalo envolvendo a revista da Editora Globo e as investigações sobre o caseiro Francenildo – que depôs contra Palocci e na mesma semana teve seu sigilo bancário violado, divulgado pela imprensa e chegou até a ser acusado de “lavagem de dinheiro”.
Para Beraba, o fato de Época ter divulgado o extrato bancário de Francenildo – obtido ilegalmente e sendo isso de conhecimento da revista – foi precipitado. “A revista estava, no entanto, com uma grande história e não deu atenção: os extratos foram obtidos através da violação criminosa do sigilo bancário do caseiro dentro da CEF, banco subordinado ao ministro Palocci. Este, por enquanto, é o grande escândalo. A revista ignorou o crime e, mesmo diante da falta de provas contra Francenildo, decidiu expor publicamente sua vida familiar. Uma completa inversão de critérios jornalísticos”.
O ombudsman ainda entrou em contato com o diretor de redação de Época, Hélio Gurovitz, que argumentou ter publicado as informações por acreditar que elas eram “relevantes para a melhor compreensão de um caso de interesse público”.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 18h22
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