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Ministro do TST critica PJs em publicidade e jornalismo
Alceu Luís Castilho Fonte:Repórter Social
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O ministro José Luciano de Castilho Pereira, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), aproveitou na sexta-feira um fórum internacional sobre direito do trabalho – em comemoração à nova sede do TST, criada por Oscar Niemeyer - para disparar contra a utilização do recurso da Pessoa Jurídica na contratação de profissionais em publicidade e jornalismo. Segundo ele, a existência de “listas negras” para trabalhadores que movam processo contra empresas está estimulando a proliferação desse tipo de recurso.
Mineiro de Pedro Leopoldo (MG), Luciano de Castilho (sem parentesco com o repórter) completou 10 anos de TST em dezembro. É um dos quatro mais antigos do Tribunal. Ele tem um motivo pessoal para estar ciente da situação das PJs: sua filha é publicitária. Confira a entrevista concedida logo após o evento, onde ele fala das PJs e das “listas negras”:
Repórter Social - O senhor considera que o novo prédio do TST possa ser um elemento para se diminuir o fosso entre a legislação trabalhista e a realidade?
Luciano de Castilho - O prédio do TST, necessariamente, não vai significar isso, mas de qualquer sorte nós temos agora muito melhores condições de trabalho. Agora, o fosso entre a lei e a realidade não é só no direito do trabalho. Temos de repensar a nossa história e lembrar da escravidão. Ela acabou há pouco mais de cem anos. No Brasil, com exceções aqui e ali, no ABC, você não tem relações democráticas de trabalho. As relações são autocráticas, como disse o professor chileno Sérgio Gamonal. O empregador é mais ou menos o Estado, tem um poder muito grande. Isso está mudando. Agora, conforme a área em que a pessoa trabalha, se o direito dele for ferido e ele entrar na justiça do trabalho reclamando ele não arruma emprego. Ainda temos as listas negras.
Repórter Social - O senhor citou especificamente, durante a avaliação de palestra do chileno Sérgio Gamonal, a publicidade e o jornalismo, no caso das listas negras.
Castilho - Sim, eu tenho uma filha que é publicitária. São os chamados PJs. Você agora é pessoa jurídica, não tem direito nenhum, nem de reclamar. Agora, isto é herança do período da escravidão. O direito do trabalho no Brasil foi sistematizado na CLT em 1943, mas só se aplicava ao trabalhador urbano. Não tinha trabalhador urbano, era muito pouco. O direito do trabalho chegou ao trabalhador no campo em 1963. E agora tem muito pouca gente no campo. É preciso discutirmos tudo isso.
Repórter Social – Quais as alternativas para essa situação?
Castilho - Tornar pública essa discussão, sem ideologia, mostrando a realidade brasileira.
Repórter Social - Em relação às listas negras, especificamente...
Castilho - Só podemos fazer algo quando ela é detectada. Nem sempre ela é detectada. A ação do Ministério Público tem sido muito grande nesse sentido, mas a lista negra não é necessariamente escrita. Por email você circula a notícia, então é difícil. Tanto que o ministro Francisco Fausto, quando era o presidente do Tribunal, proibiu de colocar no site do TST o nome dos empregados. Se você quer saber pelo site se já entrou com alguma ação não sabe mais, mas antes podia. É possível encontrar um empregado que aciona a empresa indevidamente, ele é um demandante oficial, mas de um modo geral não é assim.
Repórter Social - A empresa ainda sai no lucro, só com alguns processos?
Castilho - Sim. Tem varas do juizado especial que só atendem o pessoal das telefônicas.
Repórter Social - O uruguaio Oscar Uriarte, da OIT, disse que a América Latina já está na hora da “reforma da reforma” trabalhista, após as reformas iniciadas pelo Chile, com o fim da seguridade social. Como o Brasil vai fazer uma reforma trabalhista nesse contexto?
Castilho - Não sei o que o futuro presidente está pensando. Mas as reformas feitas sem estudar a realidade não dão certo. Uma grande reforma seria as empresas com maior número de empregados terem o comitê de empresa lá dentro. Mas isso contraria a direção autocrática da empresa. Isso não se impõe de uma hora para outra. Fazer reformas sem considerar a realidade temos feito há muito tempo. A Constituição implantou o salário mínimo para tudo. E agora estão batendo palma que ele está pouco acima de US$ 100. É quase sem dólar, com “s”.
Repórter Social - O senhor considera que há clima político para uma reforma trabalhista predadora?
Castilho - Predadora? Eu temo. Porque hoje, quanto mais direitos você tem, as empresas estrangeiras não vêm para cá. Então há essa conversa que é o que se paga ao empregado que atrapalha a realidade brasileira. Não é assim. |
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 11h37
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Encontrado morto jornalista desaparecido em Campo Grande
Da Redação
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O corpo de André Luis da Costa Felipe foi encontrado na noite do dia 06/01 abandonado numa vala ao lado de uma estrada numa saída de Campo Grande (MS). O jornalista estava desaparecido desde a noite de sábado 04/02, quando ocorreu o assassinato.
Os dois soldados do exército que cometeram o crime já estão detidos pela polícia. Ronaldo Everaldo Ferreira Marinho e Bruno da Silva Galvão convidaram André Luis para uma festa num terreno afastado do centro de Campo Grande e, quando estavam num ponto ermo, cometeram o assassinato. O jornalista foi alvejado ao menos três vezes na nuca.
A dupla então roubou dinheiro e objetos de valor do carro, como aparelho de som e estepe. Além disso, cartões de crédito da vítima foram encontrados com os militares.
Um terceiro suposto envolvido, Alcizino Valério dos Santos Júnior, está foragido. Ele teria fornecido a arma utilizada no crime.
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso do Sul e a Câmara Municipal de Campo Grande já prestaram homenagens e lamentaram a morte do jornalista.
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 11h34
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FENAJ
Entidades solicitam ação do Ministério Público Federal contra a Vivo
Por: Federação Nacional dos Jornalistas
Às vésperas de completar dois meses, o caso do grampo na Rede Gazeta, denunciado no dia 10 de dezembro de 2005 pelo Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo e FENAJ, ainda permanece sem respostas plausíveis. A luta jurídica será intensificada nos próximos dias para apuração de responsabilidades. As investigações realizadas por autoridades capixabas concluiu que o crime ocorreu por erro de um funcionário da operadora telefônica Vivo. As entidades pretendem acionar a empresa e solicitaram ação do Ministério Público Federal.
Suzana Tatagiba, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo, conta, indignada, que as ações das autoridades estaduais agora concentram-se em apurar quem passou as informações para a imprensa. “Como as investigações estavam em sigilo de justiça, estão querendo saber quem vazou a informação”, diz. Para ela, o fundamental é a plena investigação das responsabilidades pelo crime da escuta ilegal. “O direito dos profissionais de imprensa ao sigilo de fonte e a própria liberdade de imprensa foram agredidos, atingindo toda a sociedade”, argumenta.
Como a Vivo é detentora de uma concessão pública, as entidades estão solicitando ao Ministério Público Federal a abertura de uma Ação Civil Pública de Reparação de Danos à Sociedade contra a Vivo e encaminhando uma Notícia Crime na Procuradoria Geral da República. A sindicalista informou, ainda, que a denúncia internacional do caso prosseguiu na semana passada, numa reunião entre representantes dos jornalistas e a Organização dos Estados Americanos (OEA). No dia 12 de fevereiro a Comissão Especial formada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos estará no Espírito Santo levantando mais informações sobre o caso.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 11h28
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Inscrições: Curso de especialização em Gestão de Comunicação na USP
Redação Portal IMPRENSA
As inscrições para o curso de especialização em Gestão de Comunicação da Escola de Comunicações e Artes, da USP (Universidade de São Paulo), ficarão abertas até sábado (11/02).
O objetivo do curso lato sensu é formar profissionais capazes de articular as diversas mídias e suportes da comunicação, desde a interpessoalidade à tecnológica.
Mais informações sobre o curso podem ser obtidas pelos telefones (11) 3091-4341 / (11) 3091-4867, ou no site www.eca.usp.br/gestcom.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 11h25
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Autógrafos: Jornalista Guilherme Fiúza lança "3.000 dias no bunker"
Por: Gustavo Girotto / Redação Portal IMPRENSA
Está marcado para essa quarta-feira (07/02), às 20h, na Argumento do Leblon (Rua Dias Ferreira, 417) - Rio de Janeiro, o lançamento do livro "3.000 dias do bunker", do jornalista Guilherme Fiúza. A obra, que leva o selo da Editora Record, versa sobre a história de um grupo de amigos que assumiu o poder no Brasil no final do século XX e fez quase tudo o que quis.
"3.000 dias no bunker" narra esta aventura revelando os bastidores das mudanças mais ruidosas e das mais silenciosas, que mexeram com a vida do país. Do plano econômico que nasce de uma operação secreta para driblar o FMI, à articulação internacional que cria uma blindagem política em torno da equipe de Fernando Henrique Cardoso.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 11h23
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No ar: Marcelo Rezende solta o verbo na volta do "Imprensa na TV"
Por: Gustavo Girotto e Rafael Costa / Redação Portal IMPRENSA
Marta Suplicy, Gugu Liberato, políticos, presidente Lula. Ninguém escapou da metralhadora giratória do jornalista Marcelo Rezende, da RedeTV, na reestréia do programa "Imprensa na TV". Depois de uma temporada fora do ar, o programa voltou repaginado, ao vivo e semanal - toda terça feira, ás 15:00hs - no primeiro canal de TV na internet do Brasil, a AllTV. http://www.alltv.com.br
Ancorado pelo editor executivo da revista Imprensa, Pedro Venceslau, e pela estudante de jornalismo Mayella Itié, a nova fase do programa tem como marca registrada a interatividade. E foram dos internautas que partiram as primeiras polêmicas do dia. Ao responder perguntas sobre jornalismo investigativo e violência, Marcelo Rezende fez uma defesa enfática da redução da maioridade penal: "Quem comete crime, independente da idade, deve responder pelos seus atos". O âncora do RedeTV News não baixou a guarda nem quando foi questionado pelo editor executivo da Associação Nacional dos Direitos da Infância e do Adolescente, Veet Vivarta, que apresentou números, gráficos e estatísticas mostrando que, nos países onde a idade penal é abaixo dos 20 anos, os índices de criminalidade são maiores.
Quando questionado sobre a sua posição política - "é de esquerda ou direita?" - o jornalista respondeu que não aceita rótulos. Mas não perdeu a oportunidade de criticar duramente a gestão de Marta Suplicy, ex-prefeita petista de São Paulo: "Ela deveria possui um viés mais social devido a sua origem partidária, Mas a prefeita só serviu para construir coqueiro, túnel que alaga e o CEU que mais parece um cartão-postal".
Apesar do estilo polêmico, Marcelo Rezende não criou atritos com a sua antiga casa, a Rede Record. Muito pelo contrário: "Muitos acham que o meu relacionamento com a diretoria da Record ficou estremecido, mas eu ainda almoço com os seus executivos normalmente", revelou.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 11h21
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Manchetes dos Jornais – Dia 08/02/06
DIÁRIO DE CUIABÁ
Mãe não consegue salvar filha
PMs torturam inocentes
Conselho voto cassação de Pedro Henry na quinta-feira
A GAZETA
Policiais espancam homem por 6h para assumir roubo
Grevistas recorrem contra corte de ponto
Feicovag: Mantido bloqueio dos bens
FOLHA DO ESTADO
Pai mata filho para não dividir herança
80% da população de Cuiabá não paga conta de água
CORREIO VÁRZEA-GRANDENSE
PPS insiste em nome de Iraci para vice de Maggi
Processo contra Pedro Henry vai amanhã à votação
Escrito por Sindjor/mt às 11h17
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Dois filmes em circuito nacional revelam bastidores do jornalismo
Bia Moraes, de Curitiba
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Nesta sexta-feira (03/02), estréiam em salas de todo o Brasil dois longa-metragens que revelam bastidores do jornalismo em duas épocas distintas: na atualidade e durante a era do macarthismo nos EUA.
Em matéria para o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, o editor do Caderno G, Paulo Camargo, além de comentar o filme "Boa Noite, e Boa Sorte", faz um perfil de um dos personagens reais da história, o jornalista norte-americano Fred Friendly, que lutou contra a censura. Já na Folha de S. Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva comenta "Edison", filme que levanta a questão entre imprensa e corrupção. |
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 12h20
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Entrevista: Fernado Henrique Cardoso hoje no Roda Viva
Por: Gustavo Girotto / Redação Portal IMPRENSA
O sociólogo e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso será entrevistado, nesta segunda-feira (06/02), no programa "Roda Viva", na TV Cultura. Com mediação do jornalista Paulo Markun, FHC debaterá sobre os possíveis candidatos que disputarão a eleição presidencial de 2006.
Atualmente, o ex-presidente vem se dedicando ao Instituto Fernando Henrique Cardoso, entidade sem fins lucrativos e sem vínculos partidários, criada por ele mesmo. O instituto está organizando um acervo pessoal de milhares de documentos, livros e objetos que ilustram e ajudam a contar a vida acadêmica e política do ex-presidente.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 12h17
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Cale a boca, jornalista: equipe do UOL é barrada no Pacaembu
Denise Moraes | Redação Portal IMPRENSA
No último sábado, a equipe de cinegrafistas do Portal Universo Online foi retirada de uma das cabines de imprensa, onde se encontrava instalada para cobrir a partida Corinthians x Bragantino, válida pela sétima rodada do Campeonato Paulista, segundo informou o próprio portal.
Tudo começou quando a Federação Paulista de Futebol e a Rede Globo, detentora dos direitos de transmissão, decidiram que nenhum outro meio, mesmo internet, poderia ter acesso às imagens dos jogos e proibiram equipes, como a do UOL, de entrarem em partidas com câmeras filmadoras.
O site reagiu por meio de uma liminar judicial, concedida em 1º de fevereiro pela juíza Maria Domitila Prado Manssur, da Primeira Vara Cível do Foro Central da Comarca de São Paulo, a qual determinava multa de R$ 100 mil para cada evento em que a FPF ou a Rede Globo impedissem o trabalho dos jornalistas.
Três dias depois a equipe do UOL foi retirada do estádio, no meio da partida, pelos fiscais da FPF, os quais não se abateram com a cópia da liminar entregue a eles pelos cinegrafistas.
O UOL garante seu direito citando a Lei Pelé, cujo artigo 42, parágrafo segundo, permite a transmissão de até 3% de espetáculos esportivos com fins meramente jornalísticos.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 12h16
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Curso: Inscrições para o projeto "Repórter do Futuro" começam hoje
Redação Portal IMPRENSA
Voltado para estudantes de jornalismo que buscam qualificação e contato com importantes profissionais da área, o projeto “Repórter do Futuro” realizará, em maio e junho, o novo módulo “Descobrir São Paulo, Descobrir-se Repórter”. As inscrições poderão ser feitas de (6/02) a (24/03) no site www.obore.com.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 12h14
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Manchetes dos Jornais - Dia 06/02/2006
DIÁRIO DE CUIABÁ
Lei da Fila
Obras em infra-estrutura urbana ganham destaque
FOLHA DO ESTADO
STF julga ilegal a greve da Polícia Civil
Políticos de Mato grosso respondem a 54 ações na justiça
Lula sobe, mas perde para Serra
A GAZETA
Após 3 dias, rebelião termina com 1 preso morto a chuços
Paquer “ganha” 50 anos para devolver dinheiro ao Estado
Escrito por Sindjor/mt às 12h12
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