Histórico
 10/12/2006 a 16/12/2006
 26/11/2006 a 02/12/2006
 19/11/2006 a 25/11/2006
 12/11/2006 a 18/11/2006
 05/11/2006 a 11/11/2006
 29/10/2006 a 04/11/2006
 17/09/2006 a 23/09/2006
 27/08/2006 a 02/09/2006
 20/08/2006 a 26/08/2006
 13/08/2006 a 19/08/2006
 06/08/2006 a 12/08/2006
 30/07/2006 a 05/08/2006
 23/07/2006 a 29/07/2006
 16/07/2006 a 22/07/2006
 09/07/2006 a 15/07/2006
 02/07/2006 a 08/07/2006
 25/06/2006 a 01/07/2006
 18/06/2006 a 24/06/2006
 11/06/2006 a 17/06/2006
 04/06/2006 a 10/06/2006
 28/05/2006 a 03/06/2006
 21/05/2006 a 27/05/2006
 14/05/2006 a 20/05/2006
 07/05/2006 a 13/05/2006
 30/04/2006 a 06/05/2006
 23/04/2006 a 29/04/2006
 16/04/2006 a 22/04/2006
 09/04/2006 a 15/04/2006
 02/04/2006 a 08/04/2006
 26/03/2006 a 01/04/2006
 05/03/2006 a 11/03/2006
 26/02/2006 a 04/03/2006
 19/02/2006 a 25/02/2006
 12/02/2006 a 18/02/2006
 05/02/2006 a 11/02/2006
 29/01/2006 a 04/02/2006
 01/01/2006 a 07/01/2006
 25/12/2005 a 31/12/2005
 18/12/2005 a 24/12/2005
 04/12/2005 a 10/12/2005
 27/11/2005 a 03/12/2005
 20/11/2005 a 26/11/2005
 13/11/2005 a 19/11/2005
 06/11/2005 a 12/11/2005
 30/10/2005 a 05/11/2005
 23/10/2005 a 29/10/2005
 16/10/2005 a 22/10/2005
 09/10/2005 a 15/10/2005
 02/10/2005 a 08/10/2005
 25/09/2005 a 01/10/2005
 18/09/2005 a 24/09/2005
 11/09/2005 a 17/09/2005
 04/09/2005 a 10/09/2005
 28/08/2005 a 03/09/2005
 21/08/2005 a 27/08/2005
 14/08/2005 a 20/08/2005
 07/08/2005 a 13/08/2005
 31/07/2005 a 06/08/2005
 24/07/2005 a 30/07/2005
 17/07/2005 a 23/07/2005
 10/07/2005 a 16/07/2005


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 Blog do João Negrão
 Blog do Noblat
 Site Comunique-se
 Portal Revista Imprensa
 Blog do Moreno
 Blog Cronai
 Coluna Claudio Humberto
 Blog do Ademar Adams
 Blog Imprensa Cuiabana
 Blog da Neila Barreto
 Blog Varanda Cuiabana
 Blog dp Lucas Perrone
 Fotolog_Cicero
 Blog da Karol
 Blog do Barbant
 Site Paulo Henrique Amorim
 Fenaj
 Blog da Valéria
 Caulus Ponte Negra


Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso
 

Síndrome de Papai Noel

Vereador de Joinville presenteia repórter com R$ 200
 
Betina Weber, repórter de política do jornal A Notícia, de Joinville (SC), foi surpreendida, no dia 22 de dezembro, com um “presente”. O vereador Lauro Kalfels (PSL) enviou-lhe um envelope com R$ 200. Atingida em sua ética profissional, a repórter devolveu o dinheiro. A FENAJ e o Sindicato de SC vão solicitar à mesa diretora da Câmara Municipal a apuração de responsabilidades e abertura de processo ético contra o parlamentar.

Uma assessora do vereador entregou o envelope com quatro notas de R$ 50 à repórter na recepção do jornal. Betina, que anteriormente recebera um brinde (uma xícara com o nome do parlamentar inscrito), inicialmente imaginou que fosse um cartão de Natal. Quando abriu o envelope assustou-se e ligou para Kalfels. Com tranqüilidade, ele disse que o dinheiro era para ela comprar um presente, “porque eu não sei do que você gosta”.

Ao questionar se o vereador achava aquilo correto, a repórter acabou descobrindo que outros profissionais de imprensa também haviam sido agraciados. Em matéria publicada no jornal onde Betina trabalha, o diálogo foi revelado: “O negócio é não misturar as coisas... eu poderia te comprar alguma coisa, como a gente fez com outros radialistas, jornalistas e mandar, mas eu não sei o teu gosto. De repente eu vou comprar uma coisa que tu não goste", teria dito o parlamentar. Posteriormente, ao ser questionado sobre o que outros jornalistas ganharam, ele respondeu que "talvez o que você recebeu também".

Kalfels justificou que o presente era “sem intenções de nada” e que apenas representava o reconhecimento ao trabalho da profissional na cobertura jornalística da Câmara Municipal. Mas a repórter devolveu o dinheiro e expressou sua divergência com este tipo de prática.

Fonte: Fenaj

Escrito por Sindjor/mt às 17h52
[] [envie esta mensagem]



Rádio: uma feliz redescoberta

Nesta semana o governador Blairo Maggi falou para todo o estado de Mato Grosso através de uma rede formada por 63 emissoras de rádio. Foi um fenômeno que envolveu esforços da Secretaria de Comunicação, da Brasil Telecom e da empresa Escritório do Rádio.

Antes de falar sobre essa descoberta do rádio como o mais popular e eficiente veículo de comunicação, gostaria de fazer um registro de memória. Em 1986, o governador Júlio Campos deixava o governo que ocupara a partir de 15 de março de 1983, para concorrer à Câmara Federal.

Na saída, ele optou por despedir-se do governo através do rádio. Organizamos uma rede com as 15 emissoras existentes no estado. Três jornalistas o entrevistaram nos estúdios da Rádio Vila Real, hoje CBN de Cuiabá: Pedro Pinto de Oliveira, Ricarte de Freitas, na época diretor da Rádio Celeste de Sinop, e eu. Nenhum de nós tinha os cabelos grisalhos de agora.

O governador falou durante uma hora e meia e ao final, confessou: “que pena que só agora eu descobri o poder do rádio”. Tinha razão de dizer. Recebera telefonemas das principais cidades do estado com perguntas dos ouvintes. Nos dias seguintes foi a mesma coisa com dezenas de comentários. Antes, nunca conseguira tal repercussão.

Os governadores seguintes entusiasmaram-se com a televisão. Alguns demais, outros menos. Os jornais mantiveram sua boa posição, mas o rádio ficou de lado.

Hoje todos os municípios têm emissoras formais ou comunitárias e alguns têm emissoras piratas. A Brasil Telecom fez um esforço enorme e até importou de Santa Catarina um aparelho multiplex para distribuir a transmissão às emissoras. Algumas fizeram a transmissão pela internet.

A verdade, é que as agências de publicidade desconhecem o rádio ou perderam a cultura de anunciar no veículo. É mais fácil jogar tudo na televisão e nos jornais. Nessa, o governo também costuma embarcar e perder a oportunidade de falar para alguém que mora na periferia das cidades, nos sítios, fazendas, vilas e vilarejos onde não chega a televisão mato-grossense. Chegam canais de fora via antena parabólica ou satélite.

Parece chover no molhado, mas a experiência dessa rede da última terça-feira pode ser uma redescoberta importante. O secretário de Comunicação, José Carlos Dias, abriu um canal muito oportuno através do rádio. É claro que a linguagem é outra e muito específica. Não é solução para tudo, como nenhum veículo pode ser. Cada um é cada um.

Sem contar que a linguagem do rádio é muito coloquial, informal e mais afetiva ao coração da maioria das pessoas.

Fica o registro da excelente redescoberta do bom e velho rádio.



* ONOFRE RIBEIRO é articulista deste jornal e da revista RDM
onofreribeiro@terra.com.br

Fonte: Jornal Diário de Cuiabá



Escrito por Sindjor/mt às 17h31
[] [envie esta mensagem]



O artigo do colega Onofre Ribeiro é simples, mas leva a reflexão. Somente quem passou por momentos de dor, como ele e sua família, sabe a importância de um abraço, de um olá, de um sorriso. Há amigos que, mesmo longe, sempre estão pertos. Nessas horas, sabem como ninguém mostra a força de uma amizade...

Família sanguínea e família social

Fiquei pensando num artigo para o dia de Natal. Repassei e repassei o meu banco de dados. E foi lá que encontrei inspiração e informações para escrever este artigo. A intenção é deixar para os amigos leitores um pouco de minha experiência pessoal e de minha família a outras pessoas que, eventualmente, possam se identificar.

Antes, nunca tinha me preocupado por minha família, porque realmente fui abençoado com um belo casamento de 38 anos e com quatro filhos extraordinários. Pais e irmãos muito queridos mesmo. Do lado da família de minha mulher Carmem, a mesma coisa. Sempre achei que Deus esteve de muito bom humor em relação à minha família.

Porém, em 7 de dezembro de 2004 morreu o nosso filho Marcelo, aos 29 anos. A partir daí comecei a enxergar outro conceito de família. E tenho feito muitas palestras por esse estado afora falando dessa nova família que nos cerca no mundo de hoje: a família social.

Quando da morte do Marcelo, foi impressionante a quantidade de amigos que nos abraçaram carinhosamente e dividiram conosco aquele momento triste.

A nossa família sanguínea que esteve presente foi de exatas 19 pessoas, incluindo meus três filhos, minhas noras e três netos, minha mulher e eu, cunhadas, maridos e sobrinhos, meu pai, meu irmão e minha irmã.

Mas a grande família social que nos protegeu junto da família sanguínea foi absolutamente generosa, humana e amiga.

Dei-me conta, a partir dali que temos a nossa família de parentesco, à qual chamo de família sanguínea. E aquela, a dos nossos amigos, vizinhos, companheiros de trabalho e pessoas de um modo ou de outro ligados, que se unem nesses momentos de dificuldades, ou de alegria, e nos abraçam coletivamente.

Mudei completamente os meus conceitos a respeito da família. Vejo nas pessoas que cruzam o meu caminho e o de minha família, pessoas potencialmente, ou membros, da minha família social. Elas se encontram no trabalho, na vizinhança, nos grupos de amigos, em instituições como Rotary Clube, Lions Clube, Maçonaria, sindicatos, associações, federações, organizações não-governamentais, e em qualquer lugar onde tenhamos convivência.

São as pessoas que podem dividir conosco as nossas grandes alegrias e as nossas grandes tristezas. Sou profundamente grato às pessoas de minha querida e extensa família social, que me apoiaram e à minha família, num momento de tristezas. E, certamente, apoiarão todas as vezes que dela necessitar.

Deixo esta reflexão para o Natal. Até porque, a data tem muito a ver com o espírito de família. E daqui das páginas deste jornal, onde escrevi o ano inteiro neste espaço, envio um grande abraço aos meus familiares sociais, sejam quem forem e estejam onde estiverem.

* ONOFRE RIBEIRO é articulista deste jornal e da revista RDM
onofreribeiro@terra.com.br

Fonte: Jornal Diário de Cuiabá



Escrito por Sindjor/mt às 17h29
[] [envie esta mensagem]



Este Blog deseja felicitar toda a equipe do Jornal Diário de Cuiabá pelos seus 37 anos e tam,bém pela nova cara. Com certeza,  a estréia do novo lay out no dia 24 de dezembro não poderia ser melhor, pois foi um presente de Natal a todos cuiabanos e mato-grossenses. Parabéns brava equipe do Diário de Cuiabá.  

Diário faz 37 anos com reforma cara nova

Jornal lança hoje novo projeto gráfico


EDUARDO GOMES
Da Reportagem

Para comemorar seus 37 anos de fundação, o Diário apresenta, a partir de hoje, um novo projeto gráfico. Baseado em pesquisa de opinião, o novo projeto visa mostrar um jornal mais leve e fácil de ler.

Alguns novos elementos gráficos foram responsáveis por essa sutil, porém fundamental evolução. A idéia é informar mais e o mais rapidamente possível. De uma maneira ágil, rica e prazerosa, promovendo uma perfeita simbiose entre a informação impressa e a navegabilidade de um portal de internet.

Sendo assim, a capa do jornal passa a ser essa vitrine de uma nova forma de comunicação. Uma espécie de portal onde o leitor mergulha em reportagens, serviços, opiniões, discussões polêmicas e todo um universo onde o mundo é o limite. E é o leitor quem escolhe esses limites. O jornal é feito e refeito para ele.

Internamente o jornal segue com a divisão em cadernos segmentados para Cidades, Economia, Esportes, Ilustrado e Classificados. O primeiro caderno apresenta o noticiário de Política, Brasil e Mundo, além das páginas de Opinião.

Em todas as páginas de noticiário do jornal, uma matéria principal terá destaque em cada página. Esta matéria principal ocupará mais espaço editorial, sendo separada das demais por um fio grosso. Esta matéria será explorada a exaustão pelos repórteres, abrindo inclusive espaço para a publicação de opiniões divergentes de pessoas que dominam o tema debatido. As demais matérias da página deverão ser mais curtas, facilitando a leitura do leitor moderno.

Também para facilitar a leitura, o jornal passará a usar mais o recurso infográficos para auxiliar na compreensão da informação. Novos equipamentos e pessoal especializado foram contratados para atender a nova demanda nesta área.

O novo projeto gráfico começou a ser elaborado no primeiro semestre deste ano e chegou a sua fase final a partir de uma pesquisa qualitativa elaborada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública - Ibope, no último mês de setembro. Através da pesquisa foi escolhida a nova família de fontes tipográficas utilizadas pelo Diário, bem como a escolha das novas cores usadas nas capas dos cadernos.

Depois de 37 anos usando as fontes Times, nos textos do jornal, agora passa a usar a Palatino Linotype. Os títulos das páginas, que nos últimos sete anos, eram da fonte Brooklyn, agora passam a ser tipos da família Franklin Gothic Heavy, que dá mais destaque às chamadas do jornal.

Para o diretor-presidente do Diário de Cuiabá, Adelino Praeiro, o novo projeto gráfico do jornal é mais um claro sinal de que a empresa - a mais antiga no jornalismo impresso da Capital -, evolui com a intenção de servir seu público leitor. "O Diário existe para servir a população de Cuiabá e de Mato Grosso, daí a importância de estar sempre evoluindo para acompanhar as gerações que aqui vivem", disse Pareiro.

O jornalista Adelino Praeiro acompanha a evolução gráfica do jornal desde 1969 e afirmou estar satisfeito com o novo visual do Diário: "é moderno e bonito", concluiu.

Já o diretor de Redação do Diário, jornalista Gustavo Oliveira, disse que o grande trabalho da equipe do jornal será produzir um jornal mais moderno e ágil para atrair novos leitores e, ao mesmo tempo, fazer um jornal em sintonia com seu leitor tradicional, que vê no Diário um matutino fortemente ligado com sua cidade, seu estado e suas tradições. "A reforma gráfica, que estamos dando início hoje, é o primeiro passo de uma série de mudanças que promoveremos ainda no primeiro trimestre de 2006", disse Gustavo Oliveira, que adiantou que uma das principais inovações na área editorial será a ampliação do espaço de opinião do jornal nos próximos meses. "O Diário é o jornal mais democrático em suas páginas de opinião e nós vamos ampliar este espaço nos próximos meses", anunciou o diretor de Redação.

HISTÓRIA - Em seus 37 anos de história esta é a sétima reforma gráfica por que passa o Diário de Cuiabá. As três primeiras reformas, ao longo do período entre 1968 a 1984, foram feitas quando o jornal era produzido em chumbo, num processo de impressão conhecido como à quente.

Ares de modernidade, o jornal só passou a ganhar a partir de 1984, com a mudança do sistema de impressão para o processo à frio, primeiramente com o uso do sistema nylonprint e já no início dos anos 90, com o uso do sistema offset, o mais moderno e ainda hoje utilizado pelo jornal, que permite a utilização de cores.

Com o sistema offset, a primeira reforma gráfica data de 1991, quando o jornal passou a ser dividido em editorias e cadernos. Em abril de 1998, aconteceu a última reforma do jornal, antes da atual. Na época, a principal mudança foi a reformulação da logomarca, que deixou de ser estilizada, passando a ser mais moderna e com o uso da cor azul. No atual projeto gráfico há um pequeno redesenho da logomarca do jornal.

Fonte: Jornal Diário de Cuiabá



Escrito por Sindjor/mt às 17h19
[] [envie esta mensagem]



Líder e ombudsman indicados dia 3

Da Reportagem

O prefeito Wilson Santos (PSDB) afirmou que até o dia três de janeiro indica seu novo líder na Câmara Municipal e sanciona o projeto de lei que cria o cargo de ombudsman na prefeitura. Wilson diz não ter veto a nenhum dos vereadores, mas não quis citar nomes, pois não teria conversado com os parlamentares municipais após a entrega do cargo pelo vereador Guilherme Maluf (PFL), na última quinta-feira.

Quanto à indicação do ombudsman, o prefeito disse que irá pedir indicação do nome ao Sindicato dos Jornalistas e dos Radialistas. O primeiro ombudsman de Cuiabá terá mandato de um ano e irá definir as regras para a escolha de seu sucessor. O cargo de ombudsman terá DAS I. “A função dele é ouvir a sociedade e criticar a administração e ele não poderá ser demitido”, define Wilson. (AF)

Fonte: Jornal Diário de Cuiabá



Escrito por Sindjor/mt às 17h11
[] [envie esta mensagem]



Desembargador manda destruir provas de escuta ilegal

Da Redação

19 de dezembro, a destruição de documentos comprobatórios do grampo ilegal realizado em veículos de comunicação da Rede Gazeta.
 
A FENAJ e o Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo condenaram a atitude e prosseguem reivindicando a federalização das investigações sobre o crime.

Sérgio Gama, relator do processo que apura a morte do juiz Alexandre Martins Filho, ocorrida em 2003, justificou que determinou a destruição dos CDs com as gravações da escuta ilegal nos telefones da Rede Gazeta e de algumas folhas por solicitação da direção da empresa. A alegação foi que o material não tem relação com o assassinato. Questionado por jornalistas, ele disse que não recebeu orientação em contrário da Procuradoria Geral da República.

A presidente do Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo, Suzana Tatagiba, ficou atônita. “Eu não entendo como o desembargador pode não ter recebido se, quando estivemos em Brasília, o chefe de gabinete da Procuradoria Geral da República, Marcius Correia Lima, garantiu que o pedido de acautelamento das provas foi encaminhado, inclusive mostrando o documento para mim e para o presidente da FENAJ”, disse.

Para a sindicalista, o fato tem que ser esclarecido. Ela assegurou que as entidades dos jornalistas prosseguirão reivindicando a federalização das investigações. “O grampo foi um crime grave não só contra a Rede Gazeta, mas principalmente contra os jornalistas. Por isso nós vamos continuar pressionando para que as responsabilidades sejam apuradas”, justificou.

Fonte: Fenaj e Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 16h52
[] [envie esta mensagem]



Gay Talese: “As fontes devem ser expostas”

Denise Moraes | Redação Portal Imprensa


O escritor e jornalista Gay Talese, considerado um dos fundadores do new jornalism e autor do livro O Reino e o Poder, sobre a história do The New York Times, deu uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, publicada na edição de ontem (26/12).

Em uma conversa franca, Talese criticou a imprensa e o governo de seu país e, sobretudo, a relação extremamente próxima que existe entre eles. 

Comentou o caso de Judith Miller (repórter que ficou 85 dias presa por se recusar a revelar uma fonte que, depois, descobriu-se, era uma pessoa de alto cargo do governo Bush), alegando que “repórteres em Washington às vezes ficam próximos demais das fontes de poder” e acabam sendo usados por essas fontes como “flacks” (assessores de imprensa), fazendo uma verdadeira propaganda do governo norte-americano, em vez de questioná-lo.

Ele critica o alto escalão do jornal, que acabou se eximindo de grande parte da culpa que tinha sobre os artigos enganosos escritos por Miller: “(...) ela não publicou seus artigos, só os escreveu. Havia até dez editores que estavam ali para revisar seus artigos antes de as manchetes serem escritas. Portanto, a culpa deve ir para o alto, inclusive para o próprio [Arthur] Sulzberger, o publisher e dono do jornal, de 54 anos. Ele e seus principais editores são todos culpados”.

Sobre a questão das fontes anônimas, Talese é decisivamente contra este meio para a obtenção de informação. Diz, na entrevista, que jamais utilizou uma fonte que não pudesse identificar para o seu leitor. “(...) acredito que em 80% das notícias com fontes não identificadas o repórter simplesmente foi preguiçoso demais para apurar direito e seduzir suas fontes. É possível fazer as pessoas falarem, pois quem quer dar informação sem ser citado é aquele que tem algum interesse na sua disseminação”, diz.

Gay Talese ainda aborda outros temas na entrevista, como o imperialismo praticamente imbatível do governo Bush, a falta de oposição do partido democrata (adversário do partido republicano, que controla o poder atualmente) e a morosidade da imprensa norte-americana, que tem sacrificado a veracidade da informação em troca da proximidade com o poder e as elites.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 16h49
[] [envie esta mensagem]



Jornalismo online: blogs podem concorrer ao Prêmio Pulitzer

Denise Moraes | Redação Portal Imprensa


O Prêmio Pulitzer, que está para o jornalismo norte-americano assim como o Prêmio Esso para o jornalismo brasileiro, anunciou uma nova categoria para jornalismo online em 2006: vai premiar blogs de notícias, ainda que não pertencentes a algum grande grupo de comunicação.

A única exigência é que o blog seja escrito em língua inglesa e esteja baseado nos Estados Unidos.

Os finalistas da edição 2006 do Pulitzer serão anunciados no dia 17 de abril do ano que vem.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 16h47
[] [envie esta mensagem]



Retrospectiva 2005: Revelando a verdade

da Redação

Na edição de janeiro/fevereiro, a Revista IMPRENSA fará uma retrospectiva com os grandes furos e reportagens do ano de 2005 dos grandes veículos de comunicação de todo o país.

Como foram muitas as matérias selecionadas, nem todas couberam na revista. Portanto, você pode conferir várias delas exclusivamente através do Portal
IMPRENSA.

Em abril, A Crítica, do Amazonas, foi o primeiro veículo a questionar a linha de investigação seguida pela polícia na solução do seqüestro-relâmpago da empresária amazonense Adzângela Martins e sua filha Laura de Lima Braule Pinto. 

A polícia havia apresentado como suspeito o ajudante de pedreiro Adenildo Pereira da Silva. Por meio de um trabalho investigativo, porém, o jornal descobriu que, no dia do crime, o acusado não saíra do bairro onde morava. 

"A cobertura foi essencial para a elucidação do crime, para o acusado ser absolvido e para mostrar à sociedade a estrutura da polícia", afirma Aruana Brianezi, editora executiva do jornal que acompanhou de perto os bastidores da matéria.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 16h46
[] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]