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UM FELIZ NATAL A TODOS
OS COLEGAS
Escrito por Sindjor/mt às 12h14
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TV Cultura estréia "No Olho da Rua", com Gilberto Dimenstein
Da Redação
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Os jornalistas Gilberto Dimenstein e Maria Amélia Rocha Lopes apresentam nesta quinta-feira (22/12) o programa especial de fim de ano “No Olho da Rua” na TV Cultura. A estréia será às 20h, quando eles vão mostrar ações que simbolizam inclusão, criatividade, transformação, “sejam elas nas comunidades mais pobres ou em bairros mais privilegiados, em praças públicas e espaços fechados”, explica Dimenstein.
O objetivo do programa é lançar um olhar diferente sobre os personagens e os espaços que simbolizam uma metrópole como São Paulo, em constante evolução e que se reconstrói diariamente.
“Um grande diferencial do No Olho da Rua é que a periferia vai falar da periferia com um personagem que conhece como ninguém a sua região, sua linguagem e seus tipos, um rapper popular, por exemplo”, acrescenta Dimenstein.
Participam da estréia o rapper Rappin Hood, os desenhistas Gepp e Maia e o maestro João Carlos Martins, que vão ser, ao mesmo tempo, convidados, atores e personagens das histórias que o programa vai contar.
Também haverá um quadro com celebridades e autônomos, que vão mostrar sua atividade e suas idéias como foco de resistência dentro da grande metrópole. |
Escrito por Sindjor/mt às 11h53
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Nemp e Unb analisam a cobertura da política em site
Da Redação
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Como tem sido o comportamento da imprensa na cobertura política brasileira? O Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política (Nemp) da Universidade de Brasília criou o site Mídia&Política justamente para analisar, criticar e noticiar esse comportamento. Com isso, acredita que vai contribuir para uma consciência mais crítica sobre a qualidade dessa cobertura e influenciar de forma positiva na democratização dos diversos conflitos pelos quais passa a mídia quando se trata desse assunto.
Para os editores de Mídia&Política, a cobertura política não se limita àquela do jogo político-partidário, das campanhas eleitorais e das atividades dos parlamentares. Pelo contrário: estende-se aos aspectos das práticas sociais voltadas para o jogo do poder. O assunto engloba também temas como políticas públicas, práticas da cidadania, movimentos sociais, terceiro setor e outros segmentos sociais.
As análises, críticas e matérias devem observar, segundo os editores, quatro princípios: utilização de pluralidade de fontes e de pontos de vista; conceitualização e contextualização das coberturas; medição do grau de espetacularização das coberturas; e recomendações para a pluralidade e contextualização das coberturas (ser propositivo).
A idéia é publicar também a análise de organizações não governamentais, movimentos sociais e entidades da sociedade civil sobre o comportamento da mídia.
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 11h50
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Sobrevivemos
Peço permissão aos meus leitores para falar de mim hoje. Estou vivendo um momento novo na vida, como resultado de uma opção profissional radical. Há dois anos troquei a redação, uma função eminentemente de jornalista, para atuar como consultor de comunicação e imprensa.
Inicialmente, após deixar o governo do Estado, onde ocupei por sete meses a função de Secretário Adjunto de Comunicação, parti para uma carreira solo, como free-lance. Atuei em várias campanhas eleitorais e alguns outros trabalhos em regime de job (temporário).
Dessa experiência, e da relação com outros profissionais de áreas distintas, surgiu a idéia de criação de uma empresa, juntamente com o Geraldo Gonçalves e o Maurício Munhoz. Hoje somos sócios da KGM Soluções Institucionais, que existe desde janeiro deste ano.
A mudança é radical porque sair da redação para atuar em assessorias é algo mais ou menos parecido como trocar a promotoria (que tem a função de acusar) para assumir a defesa de um réu.
De certa forma, é assim que os jornalistas de redação vêem qualquer pessoa acusada ou envolvida em algum escândalo: réu, quando não culpado. Eu também pensava assim. Aprender a pensar diferente foi o primeiro desafio. Significou incutir o conceito da presunção de inocência, consagrado na Constituição Brasileira e na maioria dos tratados internacionais de Direitos Humanos, e não apenas considerá-lo retoricamente.
Outro desafio imanente a este foi quebrar os preconceitos, mas mantendo os princípios éticos que me nortearam a vida toda. Novamente, o senso comum não atribui ao defensor nenhuma ética, porque, afinal, ele se dispõe a defender alguém ou algo que, em alguns casos, têm culpa comprovada.
E agora vem a parte mais difícil: como ganhar dinheiro como assessor, sobretudo em um mercado arraigado de preconceitos contra assessores, também com clientes potenciais viciados em métodos pouco ortodoxos?
Quase desisti. Assumir responsabilidades e riscos não é uma tarefa fácil. Sobretudo quando se sabe que as chances de êxito são inferiores às de fracasso.
Felizmente, encontramos clientes abertos ao desafio que nos estabelecemos de tentar algo diferente, partindo do respeito à verdade, do respeito mútuo, da competência e da eficiência, independente de relações familiares e/ou político-partidárias. Logramos bons resultados na maioria dos trabalhos para os quais fomos contratados. Não ganhamos dinheiro. Mas, sobrevivemos do nosso trabalho, com muita dignidade e entusiasmo.
Resolvi escrever este artigo em atenção a vários dos meus amigos e conhecidos, que sempre que vêem me perguntam como está a empresa. A resposta é sempre a mesma: sobrevivemos ao primeiro ano, quando sabemos que as estatísticas são terríveis com os novos negócios, que costumam sucumbir no nascedouro. Mas, posso dizer com segurança que há mercado para consultorias em comunicação em Mato Grosso. A maioria dos jornalistas do Estado, em que pese não dispor de estatística oficial, está empregada hoje em assessorias diversas. Consolidar esse mercado, sem abdicar dos nossos princípios, continua sendo o desafio. A todos que acreditam nisso, meus sinceros agradecimentos.
* KLEBER LIMA é jornalista e Consultor de Comunicação da KGM - Soluções Institucionais kleberlima@terra.com.br / www.kgmcomunicacao.com.br
Fonte: Jornal Diário de Cuiabá
Escrito por Sindjor/mt às 11h51
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Este Blog publica mensagem recebida do Luíz Ernesto sobre um grupo de Teoria da Comunicação que é comandado pela jornalista Neila Barreto no MSM. Quem tiver MSM é acessar...
Luiz Ernesto recomenda que você ingresse em NEILABARRETO-TEORIA DA COMUNICAÇÃO, um grupo do MSN
| Descrição: |
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Aqui voce encontrará informações sobre a disciplina Teoria da Comunicação ministrada pela profª Neila Barreto no curso de Jornalismo da UNIVE- Várzea Grande - MT
Sejam Bem Vindos !!!!!! |
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Luiz Ernesto escreveu a você esta nota pessoal:
estou tentando enviar o endereço |
» Verifique! Visite NEILABARRETO-TEORIA DA COMUNICAÇÃO para ver o que você acha.
Adicionar este Grupo a Favoritos em meu Navegador
» Ingressar no grupo e você podem:
Remeta uma mensagem no Quadro de mensagens Adicione algumas fotos ao Álbum de fotografias
Para obter uma lista de todos MSN Groups aos quais você pertence, verifique Meus Grupos!
Escrito por Sindjor/mt às 11h50
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No Mato Grosso, ou em Mato Grosso?
Quando mudei-me para Mato Grosso, em 1976, se dizia “em Mato Grosso”, “para Mato Grosso”, “de Mato Grosso”, “a Mato Grosso”.
Mas, com o tempo, começaram a aparecer “do Mato Grosso”, “no Mato Grosso”, para o Mato Grosso” e “ao Mato Grosso”.
A princípio, os mato-grossenses natos entenderam essa nova forma como pejorativa. Era se quem dissesse se esquivasse de Mato Grosso. Porém, o uso do cachimbo entorta a boca e a nova forma foi ficando, e já se tornou linguagem corrente.
Porém, ontem li um artigo do professor de Língua Portuguesa da Universidade Federal de Mato Grosso, Germano Aleixo Filho, sob o título “Moro em Mato Grosso ou no Mato Grosso?”, publicado na edição de julho/agosto da revista Amanjus.
O professor confirma que o uso regular é determinante da norma gramatical: “O fato é que a regra não existe para o emprego desta ou daquela forma. O uso generalizado é o juiz da questão, soberano”.
Ele lembra que dos 26 estados brasileiros, 15 exigem o artigo antes do nome. Mas no caso de Mato Grosso, a questão é realmente a influência da migração sulista, particularmente a partir dos anos 1970. Habituados a falarem “no Rio Grande do Sul”, “do Rio Grande do Sul”, “para o Rio Grande do Sul”, “moro no Rio Grande do Sul”, assim como os paranaenses que usam a mesma forma, acabaram adotando Mato Grosso na mesma regra tradicional.
Aí, vem a questão afetiva. No primeiro momento, o uso era excludente. Uma forma de dizer que moro “no” e não “em”. A diferença, embora sutil, escondia a exclusão. Queria dizer que “moro”, mas não “resido”. O residir era ainda no Rio Grande do Sul ou no Paraná.
Hoje, a linguagem e o linguajar consagraram o dizer independente da forma pronunciada. Quem “mora no Mato Grosso”, já reside “em Mato Grosso”, independente de como fala.
Um amigo de Primavera do Leste me lembra sempre, que já foi do Rio Grande do Sul um dia. Mas hoje, já não encontra lá nem parentes, nem amigos e nem a cidadezinha que deixou. Pior: já não é mais reconhecido na cidade. Por mais que carregue no sotaque quando vai lá, dizem que ele fala como mato-grossense. Acabou. Daí, diz ele sorrindo: “agora sou daqui”.
No fim do artigo, o professor Germano Aleixo Filho recomenda o uso tradicional. Mas não determina e nem condena o novo uso. Afinal, a gramática acaba menor do que os sentimentos.
* ONOFRE RIBEIRO é articulista deste jornal e da revista RDM onofreribeiro@terra.com.br
Fonte: Jornal Diário de Cuiabá
Escrito por Sindjor/mt às 11h46
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Quem foi quem na TV em 2005
Leila Cordeiro (*) Fonte:Direto da Redação
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Aposto que a maioria dos meus colegas colunistas devem estar fazendo algum tipo de retrospectiva de final de ano. Por isso mesmo, para não ficar de fora, também vou fazer a minha. E escolhi como tema a TV, a mídia mais poderosa de todas, aquela que mexe com os sentimentos do telespectador e com a vaidade dos que frequentam a telinha. Sei que a minha retrospectiva ficará incompleta, pois a TV e seus contratados são pródigos em fornecer assuntos todos os dias do ano. De modo que, prezado leitor (a), se faltar alguma coisa que aconteceu e nós deixamos de citar terá sido por absoluta falta de espaço. Vamos lá, então?
Começo com a mudança de canal da apresentadora Ana Paula Padrão. A especulação sobre o salário milionário da moça andou de boca em boca, ou de coluna em coluna de TV. Quanto o senhor Silvio Santos terá realmente oferecido para fazê-la mudar de canal? Mas Ana Paula foi categórica. Disse que dinheiro não era o mais importante. O que ela queria mesmo era dar mais atenção à sua vida pessoal. Segundo ela, o horário avançado do Jornal da Globo estava atrapalhando seus planos de engravidar. Colunistas maldosos concluíram então que para se ter um filho tem que ter hora marcada e não pode ser de madrugada. Ana Paula ainda não engravidou, mas o fato é que sua ida para o SBT reabriu o espaço para o jornalismo na emissora, que há muito vinha apenas cumprindo o tempo regulamentar exigido pelo governo.
O programa Pânico na TV ganhou espaço na mídia e chegou a ser apontado como grande inovação na área de entrevistas irreverentes e bem humoradas. Foi quase disputado a tapa pela Rede TV, onde já é apresentado, pela Record e SBT. Mas depois de muito blá-blá-blá, e muita notinha plantada nos jornais, o Pânico ficou mesmo na emissora de origem e acabou passando das medidas nas gozações. Em nome das tais sandálias da humildade, os chamados humoristas irritaram Jô Soares , fizeram a atriz Carolina Dieckman perder as estribeiras e entrar na justiça contra o programa e provocaram o apresentador Netinho de Paula, que acabou dando um soco no repórter Vesgo. Tudo bem que a proposta do Pânico seja a de fazer graça, mas quando ultrapassa os limites torna-se inconveniente e desagradável. Talvez seja o próprio programa que deva calçar as sandálias da humildade e sair de fininho quando não fôr bem recebido.
A novela América foi sem dúvida um dos grandes destaques do ano televisivo de 2005. Começando pela polêmica interna. Nunca se lavou tanta roupa suja em público como nessa novela. A autora Glória Perez e o diretor Jaime Monjardim protagonizaram cenas dignas de um folhetim e depois de muita troca de acusações para se saber quem era o culpado pelo início desastroso da trama, a autora levou a melhor. Pediu a cabeça de Jaime que imediatamente saiu rolando pelos corredores do Projac e foi cair no colo de Manoel Carlos, outro estelar autor global que já está na fila para estrear mais uma obra. Com o afastamento de Monjardim, Glória conseguiu o que queria, assumiu as rédeas de América mudando a trilha sonora e influindo na direção dos atores e no comportamento de seus personagens. Mostrou a saga dos imigrantes que querem entrar ilegalmente nos Estados Unidos, pecando no entanto em relação a costumes e hábitos dos nossos irmãos do norte. A novela acabou emplacando e a emissora divulgou que América já figura entre os campeões de audiência do império global. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos.
Na área de jornalismo internacional dois momentos marcantes. A morte do âncora da rede ABC, Peter Jennings, um dos ícones do telejornalismo americano, e o reencontro de dois dos maiores entrevistadores do mundo dos talk shows: Oprah Winfrey e David Letterman que estavam brigados. Na última vez que ele a entrevistou, há dezesseis anos, ela não gostou de uma das brincadeiras dele e levantou-se da cadeira indo embora. Oprah jurou que não daria mais entrevistas a David. Mas no dia primeiro de dezembro ela quebrou a promessa e, depois de uma tremenda divulgação, os fãs puderam assitir as pazes desses dois monstros sagrados que têm em comum uma característica que poucos entrevistadores de TV possuem: sabem ouvir e deixam brilhar o entrevistado, sem querer aparecer mais do que ele.
E quase no final do ano, destaque para o escorregão do apresentador William Bonner, em nome do bom humor e da descontração entre colegas nos bastidores de uma redação. Bonner, que também é o editor-chefe do JN, errou a mão na informalidade e comparou o telespectador do telejornal ao chefe de família Hommer Simpson, do desenho do mesmo nome. Hommer é conhecido como um bonachão simplório e preguiçoso que assiste TV comendo biscoitos. A polêmica foi enorme. Bonner desculpou-se, mas não conseguiu apagar o infeliz comentário da memória dos telespectadores.
Agora é esperar a chegada de 2006. Vem muita coisa por aí. Sem falar da transmissão dos desfiles de carnaval, ano que vem teremos eleição presidencial e Copa do Mundo, eventos que trazem emoção, mas produzem também um rosário de pérolas e micos!
Um feliz Natal e um super Ano Novo pra você leitor do DR e continue nos acompanhando.
(*) Começou como repórter na TV Aratu, em Salvador. Trabalhou depois nas TVs Globo, Manchete, SBT e na CBS Telenotícias Brasil, como repórter e âncora. É também artista plástica e tem dois livros publicados.
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 11h44
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Mestre Moreno dá mais uma lição
Milton Coelho da Graça
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Espero que todos os jovens usuários do Comunique-se tenham lido a matéria desta terça, 20/12, no alto da página 9 do GLOBO (quem não leu tem mais uma chance aqui - é preciso ter cadastro no GLOBO), assinada pelo veterano Jorge Bastos Moreno.
Está montado o maior rebu político neste fim-de-ano com Dirceu afirmando, durante almoço a amigos num apartamento no Rio, que os líderes empresariais (“Fiesp, Febraban e a elite”) vetam José Serra, e deixando claro que também foi esse o motivo da derrota dele em 2002 diante de Lula. Moreno também insinua - só insinua - que o ex-ministro da Casa Civil está feliz com a liderança de Quércia nas pesquisas para o governo de São Paulo, derrotando os dois candidatos petistas – Marta e Mercadante.
Foram muitas as testemunhas reunidas em torno de uma paca assada. Mas só algumas são mencionadas, entre os quais o ministro Gilberto Gil e Vladimir Palmeira, candidato do PT ao governo do Rio. Moreno, malandramente, não explicita na matéria que estava presente, mas soprou à coluna do Ancelmo um diálogo com um motorista de táxi carioca “a caminho do Leblon” (aqui) para confirmar que estava lá e continua a ser o repórter que mais se intromete onde outros jornalistas não conseguem. E ainda me deixou uma dúvida: foi mesmo o motorista que revelou a possível intervenção federal no Rio? Ou foi o próprio Ciro Gomes, também presente ao almoço?
Não percam essa aula.
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Gratuitos: GLOBO pensa mas não age Agostinho Vieira, diretor executivo do GLOBO, não nega os muitos rumores de que seu jornal está “pensando” na possibilidade de um jornal gratuito, conforme os muitos rumores que correm no Rio e em São Paulo. “Não apenas nós” – explica – “somos nós, todos os outros grandes jornais mais a torcida do Flamengo. Ninguém pode deixar de lado alguma coisa que está ocorrendo em vários países do mundo. Já até mandamos gente para obter o máximo de informações. Mas não estamos dando nenhum passo concreto. Um jornal gratuito, em geral, só equilibra as contas em três anos. E a imprensa brasileira, pelo que passou nos últimos anos, não vai se arriscar nisso.”
Os rumores são mais fortes em São Paulo, provavelmente porque o Diário de São Paulo oferece uma estrutura industrial mais adequada à produção de um tablóide, segundo especialistas. E os riscos seriam bem menores do que no Rio. Mas manteve-se igual o tom da resposta de Agostinho, tanto para cá como para lá da fronteira.
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Papai noel existe, pessoal Cristina Konder, ex-chefe da Pesquisa do GLOBO (saiu para ganhar mais), ex-vice-presidente do JB (saiu porque não agüentava mais), ex-diretora de Conteúdo do Jornal dos Sports (está saindo para entrar em 2006 com uma bem merecida graninha a mais), a partir de segunda-feira, 2 de janeiro, será Diretora de Administração e Qualidade Editorial na Ediouro (o título também é maior, como vocês vêem). |
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 11h42
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Além dos prêmios Abrelpe e Esso, Túlio Brandão vence torneio de surfe
Da Redação
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Em menos de uma semana, o jornalista Túlio Brandão, do jornal O Globo, venceu três prêmios – o Prêmio Esso de Informação Científica, Tecnológica e Ecológica e o Prêmio Abrelpe na categoria Reportagem, pela série de matérias realizada em conjunto com o colega Paulo Marqueiro, intitulada “O lixo da Baía – a degradação e o fracasso do Programa de Despoluição”. No último domingo (18/12), foi a vez do terceiro: na praia da Barra da Tijuca, no Rio, ele venceu I Torneio Imprensa de Surfe, realizado pela RM Sports, organizadora do Festival Petrobras de Surfe. Mais nove profissionais de imprensa participaram do campeonato.
Fábio Minduin, da Revista Fluir, e Mario Filho, mais conhecido como Marinho, do SporTV, estavam em primeiro e segundo lugares, respectivamente, mas, quando disputavam uma onda, se enroscaram. Marinho foi punido com uma interferência. Brandão desceu então a onda seguinte e conseguiu 3,83 pontos, quando precisava de 3,8 para ficar com o título. Ele levou R$ 500 para casa.
Também participaram do torneio os jornalistas Clayton Conservani, da TV Globo, Pedro Monteiro, da Hard Core, Pablo Pessanha, do Jornal Q!, e Roberto Chahim, do Lance!, entre outros, todos convidados pela Media Guide Comunicação.
O objetivo da realização do torneio foi promover uma ação inédita de relacionamento entre a Petrobras e jornalistas. Tudo indica que no ano que vem haverá outra competição como essa. |
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 11h40
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Grampo no ES
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| FENAJ e Sindicato querem a federalização das investigações |
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A FENAJ e o Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo pediram, em Brasília, a federalização das investigações do grampo nas redações de jornal, rádio e TV da rede Gazeta e garantias de preservação das provas (CDs e documentos ameaçados de destruição) ao Ministério da Justiça e à Procuradoria Geral da República. A PGR está acompanhando o caso para decidir a competência e participação do Ministério Público Federal.
Em audiência na sexta-feira (16/12), o chefe de gabinete da Procuradoria Geral da República, Marcius Correia Lima, garantiu que já foi encaminhado o pedido de acautelamento das provas ao desembargador Sérgio Gama, relator do processo. O mesmo pedido de federalização foi apresentado, no dia anterior, ao ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Sérgio Murillo de Andrade, presidente da FENAJ, e Suzana Tatagiba, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo, informaram ao ministro que não confiam na isenção do governo estadual na condução da investigação. Preocupado com a relação política com o governador Paulo Hartung, o ministro comprometeu-se, no máximo, neste momento, a solicitar que a Polícia Federal dê apoio e monitore as investigações. Ao tomar conhecimento das provas, Bastos informou que todos os documentos, incluindo os CDs com o áudio das gravações, seriam entregues imediatamente ao diretor geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda.
O Ministro da Justiça demonstrou estranheza em relação à exoneração do ex-secretário de Segurança Pública do Espírito Santo, Rodney Miranda. "O secretário foi afastado numa clara tentativa de abafar a crise provocada pela escuta ilegal", disse Sérgio Murillo. Márcio Thomaz Bastos explicou que o caso do grampo na Rede Gazeta pode abrir precedentes para acelerar a possível normatização da escuta legal de telefones no Brasil. Segundo o ministro, há um projeto de lei sobre o assunto na Casa Civil e as repercussões do caso podem ajudar na tramitação da matéria.
Censura prévia
O ministro também manifestou preocupação com a série de decisões da Justiça suspendendo a publicação de informações em diversos veículos. Para ele essas decisões contrariam a norma constitucional brasileira que garante a liberdade de imprensa. Thomaz Bastos acha que a Lei deve assegurar a responsabilidade dos profissionais e dos veículos, mas jamais impedir a divulgação das informações. O presidente da FENAJ informou que a entidade deve fazer representação junto ao Conselho Nacional de Justiça, denunciando a arbitrariedade da censura prévia. O ministro apoiou a iniciativa da Federação.
Repercussão
Procurada pela FENAJ e Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo, a presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputada federal Iriny Lopes (PT-ES) também apresentou, na quarta-feira (14/12), ao procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, parte dos documentos enviados pela FENAJ e o pedido de intervenção federal no processo. “Temos a garantia do procurador de que ele analisará o caso com a maior urgência e se pronunciará com relação à possibilidade de federalização do caso", afirmou a deputada.
No mesmo dia, a Justiça Global Brasileira, uma organização não governamental dedicada à promoção dos direitos humanos no Brasil, denunciou à Organização dos Estados Americanos (OEA) o grampo ilegal. A denúncia será analisada pelo relator sobre liberdade de expressão da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA, Eduardo Bertoni. A diretora da Justiça Global no Brasil, Sandra Carvalho, afirmou que os documentos entregues à OEA mostram que a quebra de sigilo telefônico dos jornalistas não foi engano, como alega o Governo do Estado. “Esses documentos que chegaram até a Justiça Global, enviados pela FENAJ e Sindicato, e que posteriormente foram encaminhados à OEA mostram que não tem nada de engano nessa escuta”, disse Carvalho. A FENAJ e o Sindicato também contataram a OAB, a Anistia Internacional e a Federação Internacional dos Jornalistas.
Vigilância eletrônica internacional
A Federação Européia de Jornalistas (FEJ) e a Associação dos Jornalistas Profissionais Belgas denunciaram, no dia 12 de dezembro, que tramita no parlamento da Bélgica um projeto de lei prevendo autorização de vigilância eletrônica nas redações dos veículos de comunicação sem a necessidade de autorização judicial. O controle seria feito pela polícia de investigações, em nome da “luta contra o terrorismo e criminalidade organizada”.
Posicionando-se contra tal projeto, a FEJ e a AGJPB manifestaram preocupação com sua divulgação num momento em que a União Européia está em vias de aprovar um documento sobre a retenção de dados que serão acessíveis à polícia após autorização de um juiz. Para as duas entidades “é imperativo que a proteção das fontes, pilar da liberdade de imprensa, seja garantida num tal contexto”.
Fonte: Fenaj |
Escrito por Sindjor/mt às 11h38
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Legislação
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| Projetos de interesse dos jornalistas avançam na Câmara dos Deputados |
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Entre diversos projetos de interesse dos jornalistas que tramitam no Congresso Nacional, três vêm progredindo nas diversas comissões temáticas da Câmara dos Deputados com pareceres favoráveis. Um reconhece o direito autoral dos jornalistas e estabelece a cláusula de consciência, outro institui o Dia Nacional dos Jornalistas e o terceiro cria mecanismos de acesso a informações públicas.
Direito autoral No dia 13/12 o Projeto de Lei 3899/2004, de autoria da deputada federal Maninha (P-Sol/DF), foi aprovado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados. O projeto, que altera disposições sobre a profissão de jornalista, segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Mesmo com alterações em sua formulação original, a proposição assegura aos jornalistas direito de autor, compensação financeira pela reprodução da obra (texto ou imagem) em mais de um veículo e a recusa de tarefas que contrariem sua ética e disposições legais sem nenhum tipo de sanção por seu empregador. A FENAJ já se reuniu com a deputada e apóia a proposta.
Dia do Jornalista Também no início de dezembro, a Comissão de Educação e Cultura da Câmara aprovou o projeto proposto pela FENAJ e apresentado pelo Deputado Fernando Ferro (PT/PE), que institui o dia sete de abril como Dia Nacional do Jornalista. O PL 5015/2005 segue para CCJ e após aprovação irá para o Senado.
Acesso a informações públicas Outro Projeto de Lei que está tramitando é o 219/2003, do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), que prevê a criação de mecanismos que facilitem ao cidadão comum, bem como a jornalistas em seu exercício profissional, o acesso às informações dos órgão públicos, como custo de obras, folhas de pagamentos, remuneração de servidores, e define normas para o exercício do direito à informação, estabelece as informações acessíveis, institui procedimentos e fixa prazos para o atendimento das solicitações. Aprovado em todas as comissões temáticas, o projeto conta com o apoio de 16 entidades brasileiras, entre elas, o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais (SJPMG) e a FENAJ. |
Fonte: Fenaj
Escrito por Sindjor/mt às 11h36
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A pedido do banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, a empresa Kroll, multinacional do ramo da espionagem, bisbilhotou o cotidiano de vários jornalistas durante o ano de 2004. Os alvos da investigação foram repórteres e jornais que apuraram e publicaram informações contrárias aos interesses comerciais de Dantas.
O blog obteve cópia de dois dos relatórios produzidos pela Kroll. Compõem um dossiê guardado nos arquivos do Opportunity. Foram lidos pessoalmente por Dantas e pela executiva Carla Cico, destituída recentemente do comando da Brasil Telecom.
Os documentos foram redigidos em inglês. Um deles tem o seguinte título: “Manipulação da Imprensa no Brasil pela Telecom Itália”. O texto aponta a existência de uma suposta “campanha” da mídia para denegrir a imagem de Dantas, da Brasil Telecom e do Banco Opportunity.
No relatório, a Kroll acusa Nelson Tanure, controlador do Jornal do Brasil e da Gazeta Mercantil, de ser “um dos autores” da campanha. Anota que o empresário, que hoje tenta assumir também o comando da Varig, agiu por encomenda da Telecom Itália, grupo que venceu a queda-de-braço travada com Dantas pelo controle da Brasil Telecom.
Segundo a Kroll, valendo-se de seu “grupo de mídia” e de “uma rede de jornalistas e outros contatos”, Tanure promoveu, a partir de 2001, a publicação contínua de reportagens com o objetivo de prejudicar a imagem do Opportunity e do banqueiro Daniel Dantas.
Além de Tanure, diz o documento, a estratégia encomendada pela Telecom Itália envolveria “outras pessoas”. O texto menciona os nomes do empresário Paulo Marinho, ligado a Tanure, e de Luis Roberto Demarco, um ex-sócio de Daniel Dantas no Opportunity, com o qual o banqueiro trava uma batalha judicial.
Com o “suporte de elementos do establishment brasileiro”, diz o relatório, a “campanha de imprensa” visava produzir um escândalo de corrupção contra Dantas e seu grupo. Seria “o último de uma série de esforços” da Telecom Itália para destituir o banqueiro do controle acionário da Brasil Telecom.
Em troca dos supostos ataques deliberados a Dantas e ao Opportunity, o Jornal do Brasil, uma das publicações geridas por Nelson Tanure, teria recebido da TIM, empresa de telefonia celular controlada pela Telecom Itália, vários aportes financeiros na forma de anúncios publicitários. Entre agosto e dezembro de 2002, diz o relatório, a Tim teria despejado no JB R$ 1,2 milhão em anúncios. Em 2003, o jornal teria recebido mais R$ 1,18 milhão. E, entre janeiro e março de 2004, mais R$ 964,4 mil.
Citando dados do IVC (Instituto Verificador de Circulação), a Kroll insinua que os investimentos publicitários da Tim no Jornal do Brasil seriam incompatíveis com a tiragem da publicação. O JB “publica uma média de 100 mil exemplares aos domingos e cerca de 70 mil em dias de semana”, diz o documento. “Vários executivos de publicidade disseram à Kroll que certos pagamentos publicitários feitos pela Tim (...) podem não ser justificáveis pela circulação do jornal”, anota o documento confidencial.
Fonte: Blog Josias de Souza
Escrito por Sindjor/mt às 11h34
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Lula, o ombudsman: "Não há nenhuma responsabilidade em apurar"
Por Igor Paulin, da redação
O presidente Lula atacou de ombudsman durante viagem oficial a Ipojuca, na região metropolitana do Recife, onde inaugurou, na última sexta feira, uma refinaria.
No palanque, colocado ao lado do chefe de estado venezuelano, Hugo Chávez, o presidente do Brasil aproveitou para fazer soltar petardos contra a imprensa brasileira, que foi comparada a da Venezuela, onde os empresários da comunicação são inimigos declarados do presidente.
"Estamos vivendo um momento em que as pessoas não têm preocupação de saber se é verdade ou não a denúncia", afirmou Lula e lembrou de quando esteve na Venezuela e conheceu Chávez, num período em que a imprensa de seu país o criticava duramente. "A propaganda contra Chávez e as ofensas pessoais eram de tamanha magnitude que eu jamais imaginei que num país democrático pudesse a imprensa agir da forma que agiu", disse o petista se referindo ao presidente vizinho por "amigo e irmão".
A comparação entre as imprensas dos dois países serviu de gancho para que Lula fizesse uma avaliação negativa do comportamento do jornalismo brasileiro, dizendo que um clima de denuncismo se estabeleceu na nação, onde denúncias, feitas constantemente sem apuração ou apresentação de provas, são capazes de estigmatizar "a alma de cada pessoa atacada".
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 11h30
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Dano Moral: Legenda errada custa indenização à Folha
Por Thaís Naldoni / Portal IMPRENSA
A Folha de S. Paulo foi condenada a pagar uma indenização de R$ 18 mil por danos morais por ter colocado uma legenda errada em uma foto – que mostrava um homem ao lado de policiais, identificando-o como José Eduardo Batista, acusado de assalto e detido no 70º Distrito Policial. Na verdade, o nome da pessoa na foto era Daniel Floriano.
A 4ª Câmara de Direito Privado do TJ paulista, de acordo com o Consultor Jurídico, decidiu, por unanimidade, a condenação do jornal, considerando o erro “inadmissível e bastante grave”. O jornal já havia sido condenado, em primeira instância, pela 37ª Vara Cível de São Paulo, mas decidiu recorrer da decisão, argumentando que não houve a intenção de atingir a imagem de Floriano.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 11h29
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Pesquisa IMPRENSA/MaxPress/ABERJE: Pressão do governo sobre imprensa é maior na região norte
Por Pedro Venceslau, da redação
As redações da região norte do Brasil são as mais pressionadas pelo governo. Informa a pesquisa IMPRENSA/MaxPress/ABERJE, que será publicada na edição de janeiro da revista IMPRENSA, que 41% dos jornalistas da região dizem já Ter sofrido algum tipo de ação corretiva do governo. 59% dos entrevistados afirmam que nunca foram pressionados.
O estado de São Paulo aparece na pesquisa como o mais independente na relação imprensa/governo. Apenas 8% dos jornalistas da região dizem que já sofreram algum tipo de ação corretiva direta ou indireta do governo, enquanto 92% dos entrevistados dizem que nunca se sentiram pressionados. A região sul apresentou o segundo menor índice de pressão do país - 86% não, 12% sim, 1% não sabe. Brasília ficou em terceiro lugar no ranking dos menos pressionados - 80% não, 13% sim, 7% não sabem.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 11h28
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Renata Lo Prete, da Folha de S.Paulo, vence Prêmio Esso de Jornalismo
Redação Portal IMPRENSA
A jornalista Renata Lo Prete, editora do Painel do Leitor, da Folha de S.Paulo, foi a grande vencedora do 50º edição do Prêmio Esso de Jornalismo. A cerimônia de entrega aconteceu ontem (13/12), no Rio de Janeiro. O furo de Renata foi a entrevista com o hoje ex-deputado Roberto Jefferson, no qual ele revelou ao Brasil as primeiras pistas do que ficou conhecido como "escândalo do mensalão".
Polêmica Na edição do ano passado, em carta enviada à organização do prêmio, Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo; criticaram duramente a atuação dos organizadores do concurso. Segundo os jornais, "a estrutura do prêmio conspira contra a análise do mérito jornalístico do trabalho e a composição do corpo de jurados não é representativa do mercado editorial do país e tende a favorecer determinados grupos de mídia".
Confira os ganhadores:
PRÊMIO ESSO DE JORNALISMO 2005 Diploma e R$ 30.000,00 Renata Lo Prete, com o trabalho DENÚNCIA DO MENSALÃO, publicado no jornal FOLHA DE S. PAULO.
PRÊMIO ESSO ESPECIAL 50 ANOS Paulo Marqueiro e Selma Schmidt, com o trabalho VIDA SEVERINA, publicado no jornal O GLOBO.
PRÊMIO ESSO ESPECIAL DE TELEJORNALISMO Diploma e R$ 20.000,00 Leandro Cipoloni, Antonio Chastinet, Steve Ribeiro, Luiz Mendes e Paulo Nicolau, com o trabalho IMBROGLIONE - O CIDADÃO FANTASMA, exibido no programa DOMINGO ESPETACULAR, veiculado pela REDE RECORD.
PRÊMIO ESSO DE REPORTAGEM Diploma e R$ 10.000,00 Fábio Gusmão, com o trabalho JANELA INDISCRETA, publicado no jornal EXTRA.
PRÊMIO ESSO DE FOTOGRAFIA Diploma e R$ 10.000,00 Evandro Monteiro, com o trabalho GUERRA NO CENTRO, publicado no jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO (SP).
PRÊMIO ESSO DE INFORMAÇÃO ECONÔMICA Diploma e R$ 5.000,00 Bernardino Furtado, com o trabalho A VERDADE SOBRE A TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO, publicado no jornal ESTADO DE MINAS.
PRÊMIO ESSO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA, TECNOLÓGICA E ECOLÓGICA Paulo Marqueiro e Tulio Brandão, com o trabalho NATUREZA À DERIVA, publicado no jornal O GLOBO.
PRÊMIO ESSO ESPECIAL DE PRIMEIRA PÁGINA Diploma e R$ 5.000,00 João Bosco A. de Almeida, Carlos Marcelo, Cristine Gentil, Alexandre Botão e Luis Tajes, com o trabalho MAIS QUATRO ANOS..., publicado no jornal CORREIO BRAZILIENSE.
PRÊMIO ESSO DE CRIAÇÃO GRÁFICA - CATEGORIA JORNAL Diploma e R$ 5.000,00 Andrea Araújo e Gil Dicelli, com o trabalho AMÉM - KAROL WOJTYLA, publicado no jornal O POVO (Fortaleza).
PRÊMIO ESSO DE CRIAÇÃO GRÁFICA - CATEGORIA REVISTA Diploma e R$ 5.000,00 Paola Giavina-Bianchi e Sérgio Cury, com o trabalho DESCRIMINE JÁ, publicado na revista TPM.
PRÊMIO ESSO ESPECIAL INTERIOR Diploma e R$ 5.000,00 Roberto Alexandre e Valdivo Pereira, com o trabalho A ROTA DAS MULAS, publicado no jornal FOLHA DA REGIÃO.
PRÊMIO ESSO REGIONAL NORTE Diploma e R$ 3.000,00 Jaqueline Almeida, com o trabalho ESCRAVAS NO SURINAME, publicado no jornal O LIBERAL.
PRÊMIO ESSO REGIONAL NORDESTE Diploma e R$ 3.000,00 Cláudio Ribeiro, Demitri Túlio, Luiz Henrique Campos, Flávio Pinto e equipe, com o trabalho ASSALTO AO BANCO CENTRAL, publicado no jornal O POVO (Fortaleza).
PRÊMIO ESSO REGIONAL CENTRO-OESTE Diploma e R$ 3.000,00 Lucas Figueiredo e Equipe, com o trabalho OURO DE MINAS - 300 ANOS DE HISTÓRIA, publicado no jornal ESTADO DE MINAS.
PRÊMIO ESSO REGIONAL SUL Diploma e R$ 3.000,00 Renato Bertuol Barros, Júlio Cordeiro e Equipe, com o trabalho PAIXÃO PELO FUTEBOL, publicado no jornal ZERO HORA.
PRÊMIO ESSO REGIONAL SUDESTE Diploma e R$ 3.000,00 Pedro Landim, Fábio Varsano, Sérgio Ramalho, Aluizio Freire e equipe, com o trabalho CHACINA, publicado no jornal O DIA
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 11h26
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