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Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso
 

Comissão aprova indenizações para jornalistas


BRASÍLIA. A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça concedeu indenizações de R$ 4,3 milhões e mais salários mensais superiores a R$ 12,4 mil aos jornalistas Hermano de Deus Nobre Alves e José Augusto de Godoy a título de indenização por perseguições políticas durante a ditadura militar. Segundo auxiliares do ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, os valores foram calculados com base nos salários que os dois deixaram de receber entre 1991 e junho deste ano, período de abrangência da Lei de Anistia. Bastos assinou a portaria autorizando os pagamentos das indenizações no dia 22 de agosto.

Pela portaria, o ex-redator do “Correio da Manhã” e ex-deputado federal Hermano Alves receberá R$ 2,1 milhões e salário de R$ 14,7 mil por mês. Alves teve o mandato cassado em 1968, a partir da edição do AI-5. A indenização do ex-deputado foi calculada com base no salário de redator-chefe, cargo máximo que poderia chegar, caso tivesse seguido carreira de jornalista. Depois de perder o mandato, Alves se exilou na Inglaterra. Bastos também autorizou o pagamento de R$ 2,2 milhões e salário de R$ 12,4 mil ao ex-diretor de arte da “Folha de S. Paulo” José Augusto de Godoy.

Fonte: Jornal O Globo



Escrito por Sindjor/mt às 18h24
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É só adotar o conselho do garganta profunda

Comentário da cientista política Lucia Hippolito na CBN:

" “Follow the money”, “Siga o dinheiro”, é uma das frases mais repetidas e mais festejadas do jornalismo investigativo dos últimos 30 anos.

Foi a sugestão do famoso “Garganta Profunda”, o agente do FBI americano que se tornou a principal fonte de uma das mais importantes investigações políticas dos tempos modernos, o hoje clássico escândalo Watergate, que terminou com a renúncia do presidente Richard Nixon, para escapar de um processo de impeachment pelo Congresso americano.

Nixon sofreria o impeachment porque mentiu ao povo americano, ao afirmar publicamente que não sabia de nada do que os membros do seu partido e do seu governo fizeram contra a lei. Mentiu ao povo americano quando grampeou conversas da oposição sem autorização da justiça e, quando confrontado com o fato, mentiu de novo.

Mentiu também sobre as relações mais do que delicadas entre altos funcionários de seu governo e práticas econômico-financeiras prá lá de esquisitas.

Finalmente, Nixon caiu porque não entendeu a diferença entre público e privado, porque aparelhou a Casa Branca e o governo americano com jovens militantes do Partido Republicano, doidos para implantar na administração pública americana uma tal de “economia de mercado”. Os waldomiros da década de 70 nos Estados Unidos.

Não foi só Watergate que derrubou o presidente do país mais poderoso do mundo. A captura da administração pública dos Estados Unidos por um grupo do Partido Republicano, interessadíssimo em fazer negócios, foi parte importante do caminho que levou à desgraça de Richard Nixon.

O mais curioso é que o escândalo Watergate não foi suficiente para impedir que Ricard Nixon fosse reeleito. Reeleito foi, mas não conseguiu governar, vergado sob o peso das gravíssimas denúncias que se confirmavam, dia após dia. Reeleito em novembro de 1972,  Richard Nixon renunciou em agosto de 1974.

Já no Brasil, nesta semana, a CPI dos Correios está começando a chegar à ponta do fio da meada da corrupção no governo e nos partidos aliados, ao aparelhamento do Estado, à compra do apoio de bancadas para  os projetos do governo.

Enquanto isso, membros da CPI têm seus telefones grampeados e suas vidas vasculhadas, Deus-sabe-lá-por-quem.

Tudo isto porque as investigações na imprensa, na Polícia Federal, no Ministério Público, ou nas várias CPIs, decidiram adotar o conselho de Garganta Profunda: “Siga o dinheiro”."

Fonte: Blog do Noblat



Escrito por Sindjor/mt às 18h15
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Marilena Chauí, entre Caros Amigos, finalmente resolve falar: "A crise é um produto da mídia"

Pedro Venceslau, da redação



Nem adianta tentar. Sempre que um repórter da Folha de S.Paulo, Estado de S. Paulo, Veja ou qualquer outro veículo que não seja a revista Caros Amigos se aproxima da filósofa popstar Marilena Chauí, a resposta é a mesma: "não é nada pessoal, mas não falo". Uma das fundadoras do PT e estrela do mundo acadêmico, Chauí vem sofrendo um forte assédio da mídia desde que o governo Lula foi envolvido no escândalo do "mensalão". Os editores da chamada grande imprensa querem porque querem que ela fale sobre a crise. Na ausência de palavras, sua insistência em permanecer calada acabou se convertendo em notícia. "O silêncio dos intelectuais" rendeu páginas e mais páginas de matérias em jornais e revistas. 

Eis que, neste mês de novembro, Marilena finalmente resolveu falar. O veículo escolhido não podia ser outro.

Para a revista Caros Amigos, o último bastião da esquerda editorial brasileira, ela concedeu uma interminável entrevista em letras miúdas, onde escolheu a mídia como alvo. No meio da avalanche de frases de efeito, a escolhida pelo editor como chamada de capa não podia ser outra: "A crise é um produto da mídia". Bem à vontade entre caros amigos, com o perdão do trocadilho infame, Marilena disse tudo o que os repórteres dos semanários e diários gostariam de ouvir, mas não tiveram chance. "A crise não existe, é uma invenção da mídia e faz parte da luta de classes no Brasil". "O governo Lula está se saindo muito melhor do que o seu retrato pintado pela mídia". "O PT está em processo de efervescência e vai se renovar".

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 18h09
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Furo notívago: repórteres caem na balada para cobrir Tyson

Por Pedro Venceslau, da redação




O clima na boate Love Story - tradicional casa noturna do centro de São Paulo - foi de euforia na manhã de hoje. O dia mal tinha começado e as "funcionárias" com seus trajes sumários já procuravam uma banca nas imediações da rua Major Sertório, conhecido point da prostituição paulistana. O objeto do desejo era um exemplar do jornal Diário de S.Paulo, que "furou" todo mundo e estampou na capa uma foto de Mike Tyson saindo da balada às 7h da manhã, trajando uma camisa da casa e ladeado por sorridentes moçoilas de lingerie. 

"Exclusivo: Tyson cai na gandaia em São Paulo", foi o título em letras garrafais. 
O texto da foto legenda deixa claro que a foto foi tirada ontem de manhã, pelo fotógrafo Lawrence Bodnar, que cobre a madrugada paulistana para o jornal. Quem vê a capa na banca apenas de passagem, depois de ouvir rádio, porém, imagina logo que a boate Love Story foi o desfecho da tumultuada noite de ontem, terminada na madrugada de hoje, na delegacia. 

Avesso a entrevistas, Tyson foi hostil com os jornalistas, sobretudo os papparazi, durante toda sua passagem por São Paulo. O ápice do descontrole aconteceu na casa noturna Bahamas, um clube privê localizado em Moema, na Zona Sul. Foi lá que o cinegrafista Carlos Mello, do SBT, devidamente autorizado pelo dono da boate, o midiático Oscar Maroni (aquele foi preso e depois pousou para fotógrafos vestido de presidiário), insistiu em filmar o ex-pugilista se esbaldando na pista. Ao perceber a ação do repórter, Tyson partiu para cima, quebrou a câmera da emissora, exigiu a fita para destruí-la, agrediu o jornalista e partiu ligeiro para outra balada, onde foi detido. Para a polícia, Mello disse que Tyson "bateu com o equipamento” em sua cabeça. Até o momento, Portal IMPRENSA não conseguiu falar com Gio Mendes e Lawrence Bodnar, do Diário de S.Paulo nem com o Carlos Mello, do SBT. Estão todos dormindo...

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 17h59
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A notícia e de ontem (09.11), porém merece ser republicada para mostrar a força da categoria na Itália. E nós aqui no Brasil??? Mato Grosso então...

EFE: Jornalistas italianos entram no segundo dia de greve

 

Roma 9 nov (EFE).- A Itália amanheceu hoje quase sem jornais e com noticiários de rádio e televisão muito reduzidos como resultado da greve dos jornalistas para protestar contra a precariedade no trabalho e exigir a renovação do convênio coletivo.

Enquanto os periódicos, incluindo as edições de Internet e as agências, iniciaram a greve ontem e a darão por terminada esta noite, as televisões e rádios começaram o protesto hoje às 06h00 (03h00 de Brasília) e durará até a mesma hora de sexta-feira.

Poucos são os diários que esta manhã podem ser encontrados nas bancas, entre eles o Il Giornale, propriedade do irmão do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi.

A rádio e a televisão, tanto nacional como local, emitiram esta manhã às 03h00 (hora de Brasília) um breve informativo, sem imagens, lido somente por um apresentador, e oferecerão outro às 15h (hora de Brasília).

A renovação do convênio coletivo e, sobretudo, a luta contra a precariedade são os motivos fundamentais do protesto dos jornalistas, que desde junho passado já realizaram três interrupções similares.

A Federação Nacional da Imprensa da Itália (FNSI) denunciou que "a flexibilidade sem regras é a pior inimiga da liberdade de informação". 

Fonte: © Agencia EFE e Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 17h45
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Os riscos da proximidade

Marcelo Russio

Olá, amigos. Até onde vai o limite de um setorista de clube de futebol? Pela rotina incessante de treinos e jogos, os setoristas de clubes acabam ficando mais tempo cobrindo as atividades de um time do que em suas próprias casas. Essa exposição prolongada ao ambiente dos clubes e aos seus jogadores acabam tornando os jornalistas (ou lhes dando a impressão de serem) íntimos de atletas, membros das comissões técnicas e funcionários dos clubes. Até onde deve ir esse limite?

Não é raro vermos colegas saindo com jogadores e, no dia seguinte, criticando-os por irem para a noite às vésperas de jogos importantes. Não estão errados em criticar, mas estariam certos em sair com eles para os embalos de sábado à noite? Acho isso questionável, já que há o risco da perda da credibilidade e da independência para criticar quando for devido.

Esse assunto é polêmico até mesmo entre os jornalistas. Conversando com alguns colegas, colhi opiniões totalmente diferentes. Alguns acham que não devem ser amigos de jogadores e dirigentes com quem trabalham diariamente. Outros acham que isso não é relevante, e que todos devem ser profissionais para saberem diferenciar um momento do outro.

Na minha opinião, é preciso ser profissional para evitar que uma situação que gere problemas aconteça. E ser amigo de um jogador de futebol que atue em clubes que façam parte da minha área de atuação é um risco. Risco de perder o amigo, risco de comprometer a minha análise justamente por estar falando de um amigo, risco de não ser tão imparcial quanto gostaria. Não digo que não seria. Digo que é uma possibilidade que eu prefiro evitar.

Até porque as amizades podem cair para o lado errado, da cobrança por parte dos atletas. Há casos em que jogadores são amigos de cronistas e se chateiam, chegando até a cobrar destes jornalistas quando as críticas acontecem.

Definitivamente, este é um risco que não estou disposto a correr.

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 17h40
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Rompendo fronteiras

Jornalista de Mato Grosso lança jornal em New York

A jornalista mato-grossense Nilza Barros lançou em New York, o jornal Extra Usa, destinado a comunidade brasileira que vive nos Estado Unidos. O jornal comandado por ela pode ser conferido na internet no endereço: http://www.extrausa.net/
Vale lembrar que o jornal conta colaboradores de peso como  o ex-presidente da república, Fernando Henrique Cardoso. Nilza Barros trabalhou durante um bom tempo na imprensa de Rondonópolis, manteve uma coluna no "Jornal de Hoje" e depois no "A Tribuna".

Fonte: Blog do Lucas Perrone


 



Escrito por Sindjor/mt às 20h27
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PT entra na Justiça contra Veja

Redação Portal IMPRENSA

O Partido dos Trabalhadores informou ontem em seu site que entrou com ação ordinária de reparação por danos imateriais contra a Editora Abril, empresa responsável pela publicação da revista Veja.

A ação, que foi ajuizada no Fórum Distrital de Pinheiros, em São Paulo, alega que, desde janeiro deste ano, a revista vem repetindo capas que ofendem a imagem e o nome do PT e que não têm apoio na realidade dos fatos.

O processo cita oito capas que, segundo o partido "tentam marcar a imagem e nome do PT como partido composto de quadros incompetentes ou corruptos".

As capas são: 

Edição nº 1.889, de 26/01/05 - "O PT deixou o Brasil mais burro?"
Edição nº 1896, de 16/03/05 - "Tentáculos das Farcs no Brasil"
Edição nº 1906, de 25/05/05 - "Corrupção - Estamos perdendo a guerra contra essa praga"; "O Pavor da CPI - Delúbio Soares e Sílvio Pereira, operadores do PT, não escapariam da investigação"
Edição nº 1908, de 08/06/05 - "Corrupção - Amazônia à venda" - "Petistas presos aceitavam a propina de madeireiras que devastavam a floresta"
Edição nº 1909, de 15/06/2005 - Quem mais? - Com uma CPI instalada a outra a caminho, a pergunta agora é qual será o rosto do próximo escândalo"
Edição nº 1923, de 21/09/05 - "...Era vidro e se quebrou - A história de uma tragédia política"
Edição nº 1927, de 19/10/05 - "Um fantasma assombra o PT"
Edição nº 1929, de 02/11/05 - "Os dólares de Cuba para a campanha de Lula"


O partido alegou que essas capas, publicadas de forma sucessiva, "constituem um robusto conjunto de ofensas (...) claramente destinadas a grafar negativamente a imagem do partido e seus militantes, sem apego concreto com a realidade fática contida nas respectivas matérias insertas no corpo das revistas".

Não se sabe quanto o PT pediu de indenização no processo. De acordo com o seu departamento jurídico, o valor da indenização pretendida pelos danos morais causados deverá ser arbitrado pela Justiça.

Fonte:Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 20h18
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O bode, os precários e os estagiários

Vitor Ribeiro (*)

Uma conhecida piada ensina: "se as coisas vão mal, coloque um bode fedorento em casa; ao tirar o bode haverá uma falsa impressão de que algo melhorou". A piada aplicada à grave precarização da profissão de jornalista no Brasil pode vir a cair como uma luva, mas não tem graça nenhuma.

O Brasil parece ser imbatível em sua forte candidatura ao Guiness Book, como o país com maior número de faculdades de Jornalismo. Não é para menos, afinal o número já beira a casa de 400. Uma irresponsabilidade promovida na última década, que só beneficiou os proprietários de faculdades particulares, apesar dos protestos das entidades de defesa de classe dos jornalistas brasileiros.

No último dia 26 de outubro, o Tribunal Regional Federal da 3º Região retirou o bode fedorendo colocado na profissão de jornalista. Com a retirada do bicho, foram cancelados cerca de 13 mil registros de jornalista precário, em todo o País. Mas o alívio provocado pela saída do bode pode se transformar apenas em uma falsa impressão de que algo melhorou.

A exótica decisão judicial que instituiu os jornalistas precários no Brasil, na prática impediu qualquer combate ao exercício ilegal da profissão. Os Sindicatos de Jornalistas foram imobilizados pela decisão da juíza Carla Rister. Afinal, qualquer pessoa poderia solicitar um registro de jornalista precário e fugir do exercício ilegal da profissão.

Muitos estudantes de Jornalismo também optaram por obter um registro precário, na esperança de ingressar mais cedo no mercado de trabalho. Dos cerca de 13 mil registros precários, alguns milhares devem estar em nome de estudantes das quase 400 faculdades espalhadas pelo País.

O que fazer?

Com o fim dos precários, ressurgiu das cinzas o exercício ilegal da profissão e os Sindicatos foram libertados das algemas que cercearam a sua atuação. Prometem uma caça implacável aos precários, que se inteligentes forem, já devem ter corrido das poucas redações que os acolheram, caso contrário responderão por exercício ilegal da profissão.

As redações brasileiras não estão tomadas por precários e muito menos por jornalistas. Mas, sim, por estagiários que reinam absolutos, exercendo funções de profissionais formados por salários reduzidíssimos. Alguns veículos chegam ao cúmulo de ter quase toda a sua redação formada por estagiários. Se até agora os Sindicatos nada podiam fazer, a história mudou. Com o fim dos precários foi restituído o exercício ilegal da profissão. Os Sindicatos agora podem agir e muito.

Até mesmo as Câmaras Municipais do país estão repletas de estagiários tocando as suas TVs Câmaras, rádios e até assessorias de imprensa, onde a cada dia se encontram menos jornalistas.

A legislação vigente no Brasil libertou os Sindicatos de suas amarras, na luta contra o exercício ilegal e a precarização da profissão. Mas caso o estágio em jornalismo prossiga como nos tempos do jornalista precário, a profissão continuará a caminhar a passos largos para o abismo da precarização. Um cenário que dificilmente terá vencedores e a profissão não passará de um bode gordo e fedorento.

(*) Editor executivo do "O Jornalista"

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 20h06
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Lançamento de Livro

Paulo Markun lança hoje em SP "Meu querido Vlado"

Da Redação

Mais uma obra sobre Vladimir Herzog chega às livrarias de todo o País. Paulo Markun lança, pela Editora Objetiva, "Meu querido Vlado - A história de Vladimir Herzog e do sonho de uma geração". O lançamento está marcado para 19h desta terça-feira (09/11), na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, em São Paulo. No dia 10/11, ele lança o livro na Livraria  Catarinense  do  Shopping  Beira  Mar,  em  Florianópolis, também às 19  horas.



Escrito por Sindjor/mt às 20h04
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Valorização da profissão

FENAJ pede audiência com ministro do Trabalho para cancelar registros precários
 
A FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas intensificam esforços para a suspensão dos registros de precários. Mas o Ministério do Trabalho ainda não definiu orientação nacional sobre procedimentos. Logo após o julgamento de 26 de outubro que resgatou o diploma como requisito para o exercício da profissão, a FENAJ solicitou ao Ministério do Trabalho e Emprego a imediata orientação para que as DRTs suspendessem emissão de novos registros precários e cancelamento dos já existentes. Como isso não ocorreu até agora, a entidade pediu audiência diretamente com o ministro Luiz Marinho para esta semana.

Após o julgamento do recurso da FENAJ e SJSP no TRF-3ª Região, a FENAJ também distribuiu o certificado do julgamento aos Sindicatos de Jornalistas, que já acorreram às Delegacias Regionais do Trabalho. Na maioria dos estados estão sendo feitos levantamentos para identificar os registros de precários. Na Bahia, por exemplo, os dirigentes sindicais dos jornalistas auxiliaram diretamente a DRT, dando "plantão" na sede do órgão e observando os livros para levantar os locais de trabalho dos 98 precários lá existentes.

Na coletiva virtual da FENAJ publicada na última sexta-feira, o advogado João Roberto Egydio Piza Fontes, que defendeu os recursos da Federação e do SJSP, foi categórico ao afirmar que os precários não têm direito adquirido. Ele também sustentou que os órgãos oficiais não têm porquê titubear quanto aos "titulares da ilusão": "os órgãos tidos como oficiais devem imediatamente cancelar os registros, sob pena de compactuar-se com o exercício ilegal de profissão que, todos sabemos, é tipo penal", disse.
 
Fonte: Fenaj


Escrito por Sindjor/mt às 13h04
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Campanhas Salariais

Jornalistas de Minas ganham aumento real
em julgamento de dissídio
 
No dia 3 de novembro o TRT/MG julgou o dissídio coletivo dos jornalistas de jornais e revistas do estado. A decisão de conceder aumento real de 3% - o que não ocorria há 8 anos -, além de reposição salarial de 6,10% (índice de inflação) e 100% em todas as horas extras, foi bem recebida pelo SJPMG e pela categoria. Os percentuais são retroativos a 1º de abril, data-base da categoria.

Intransigentes, os empresários do setor recusavam-se a negociar com o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais há dois meses. A expectativa dos dirigentes dos jornalistas é de que o bom senso prevaleça e os patrões não recorram da decisão. Os juízes também determinaram o pagamento de ticket refeição de R$ 9,00, restrição do número de estagiários a 20% do total de vagas de jornalistas nas redações de jornais e revistas, entre outras conquistas.

Em SC negociação chega ao impasse
A campanha salarial dos Jornalistas de SC vem se dando com muitas dificuldades. Reticentes a retomar as negociações formais, as empresas só se expressam “informalmente” através de contato telefônico. Mas já deixaram claro o condicionamento de um possível acordo somente se o SJSC aceitar a implantação do banco de horas e ainda na base de 1 hora trabalhada por 1 hora de descanso. Considerando a proposta “informal” inaceitável, a direção do Sindicato, embora continue buscando o diálogo, não vê outra saída que não a busca da intermediação da Justiça do Trabalho no conflito.
 
Fonte: Fenaj


Escrito por Sindjor/mt às 13h02
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Este blog reproduz parte da entrevista que a jornalista Ana Paula Padrão concedeu ao Site Revista Imprensa, sobre os bastidores da sua viagem à Coreia do Norte. Para ler na íntegra, acesse o link: http://www1.uol.com.br/imprensa/

Ana Paula Padrão conta os bastidores da viagem à Coréia do Norte

Denise Moraes | Redação Portal Imprensa



"Nós começamos a tentar contato em fevereiro e conseguimos ir para lá em outubro. Foi super-rápido", diz uma animada Ana Paula sobre os oito meses de negociação que culminaram com a viagem que rendeu uma série de reportagens no "SBT Brasil" sobre a fechada Coréia do Norte.

Na verdade, "fechada" é força de expressão. Enclausurada talvez fosse o termo mais correto. O otimismo de Ana Paula em relação ao tempo de negociação ocorre justamente por isso. Durante a viagem, em uma das poucas vezes que conseguiu estabelecer uma conversa com alguém que não fosse os quatro guias que a acompanhavam, ela conheceu uma jornalista de um periódico francês, que trabalhava em Pequim. Esta mulher também fazia reportagens sobre a Coréia do Norte. Tempo que ela esperou para conseguir o visto para o país: cinco anos.

A equipe do "SBT Brasil", formada por Ana Paula, a editora Mônica Gugliano e o cinegrafista Edílson Rizzo, foi a primeira equipe jornalística brasileira a entrar no país conhecido como "o mais fechado do mundo", segundo relatório da ONG Repórteres sem Fronteiras, para realizar reportagens. Antes deles, apenas o jornalista Marcelo Abreu havia visitado o país e, ainda assim, como turista.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 13h00
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México: jornalista é atingido por sete tiros

Por Thaís Naldoni, da redação

 

Na noite de ontem (07/11), mais um jornalista foi vítima de uma emboscada no México. Benjamín Fernández, repórter e locutor de rádio do estado de Oaxaca, levou sete tiros de pistola 9mm que atingiram braços, pulmão, abdômen e peito. O autor dos tiros fugiu. O jornalista está internado e seu estado de saúde é considerado grave.

Violência
Os jornalistas mexicanos estão cada vez mais assustados com a onda de violência que atinge a imprensa do país desde o ano passado. Até agora, foram oito os jornalistas assassinados e há um desaparecido. Todas as ocorrências - segundo a Sociedade Interamericana de Imprensa - são creditadas ao narcotráfico.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 12h55
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Instituto americano homenageia o jornalista Marcelo Beraba

Redação Portal IMPRENSA


O ombudsman da Folha de S.Paulo, Marcelo Beraba, recebe na próxima quarta-feira (09/11), em Washington, o prêmio Kinght International Press Fellowship, por seus serviços prestados no jornal paulistano.

A premiação é promovida anualmente pelo Internacional Center for Journalists (ICFJ) e tem como objetivo prestar homenagens a jornalistas que trabalham pela qualificação do jornalismo elaborado em seu país. O ICFJ é uma entidade americana com mais de 20 anos de atuação na área de estudos do jornalismo e que já formou cerca de 16 mil profissionais de mais de 170 países.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 12h54
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RMT concorre ao Prêmio Ethos de Jornalismo pelo terceiro ano consecutivo

A Rede Matogrossense de Televisão concorre hoje à noite em São Paulo a um dos principais prêmios de jornalismo do país. A TV Morena em Mato Grosso do Sul foi selecionada pelo Instituto Ethos com a reportagem sobre crianças catadoras de iscas que deixavam de estudar para trabalhar à noite nos alagados pantaneiros. Este é o terceiro ano consecutivo que reportagens da RMT são finalistas do prêmio.

No ano passado, a Rede Matogrossense ganhou o Prêmio Ethos pela reportagem sobre a exploração sustentável de madeira no norte de Mato Grosso, produzida pela TV Centro América de Cuiabá. E em 2003 a RMT foi premiada pela série de reportagens sobre responsabilidade social nas empresas, produzida também pela TV Centro América.

A produção concorre com outras três reportagens, duas da Rede Globo e uma da TV Cultura. O vencedor será conhecido hoje à noite no Sesc Vila Mariana, em São Paulo.

Fonte: RMT OnLine



Escrito por Sindjor/mt às 12h52
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Lula diz que o PT "tem a arrancada de Tevez"

Por Leandro Colon, repórter do blog:

PFL sem autoridade 

Em entrevista ao Roda Viva, o presidente Lula deu uma resposta ao PFL. Disse que não reconhece autoridade no partido para pedir seu impeachment. Lula não se sentiu muito pressionado pelos jornalistas. Talvez pelo fato de o programa ter sido gravado na sala de audiências do Palácio do Planalto e de ele não ter ficado no meio da roda. Os jornalistas ficaram de frente para Lula, num formato de meia-roda.

Lula ainda falou do caso Celso Daniel. Afirmou que o PT não tem
qualquer ligação com a morte do ex-prefeito de Santo André. Para Lula, o assunto sempre volta à tona em época de eleição.

Bush sem frescura

Lula elogiou Bush em um dos intervalos do programa. Para ele, o presidente dos EUA é um homem sem frescura. É que Bush aceitou tudo o que Lula ofereceu ontem no churrasco na
Granja do Torto. "Até uma costelinha", disse Lula.

Segundo ele, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, é mais precavido. Carrega a própria água que bebe - enquanto Fidel Castro faz questão de provar tudo aos poucos antes de se
deliciar com um bom almoço.

"PT tem a arrancada de Tevez"

Lula disse que gostaria de falar de outros assuntos além da crise. Não conseguiu muito. O programa foi quase todo dominado pelas onda de denúncias ligadas ao Palácio do Planalto e ao Congresso. Mas o corintiano Lula não perdeu a oportunidade. Falou de futebol. Comparou o PT a Carlitos Tevez, atacante argentino e astro do Corinthians:

- O PT tem a arrancada do Tevez.

E ainda comentou a goleada de 7 x 1 que seu time aplicou ontem no Santos. Lula disse que agüentou muita humilhação nos anos 60 e que a vitória de ontem tem um sabor de vingança.

Não chorei, não...

O mistério continua: Lula chorou ou não ao saber por meio de Roberto Jefferson que o PT pagava "mensalão" aos aliados?

Jefferson diz que sim. Lula diz que não. Mas ele diz que ficou indignado. Muito indignado. Apesar de ter dito no mesmo programa que tem certeza que o "mensalão" não existe.



Escrito por Sindjor/mt às 19h05
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Lucia Hippolito por dentro do governo Lula

A cientista política Lucia Hippolito lança amanhã, 08, o livro Por dentro do governo Lula. O lançamento será na restaurante Carpe Diem de Brasília (na 104 Sul), a partir das 19h. O livro reúne pequenos e saborosos textos elaborados desde o início do atual governo.

Lucia Hippolito é comentarista da Rádio CBN, do UOL News, do jornal O Estado de S. Paulo e da Globonews. Também  é colaboradora de  jornais e revistas, como O Globo, Correio Braziliense, Jornal de Brasília, Insight/ Inteligência e Imprensa.

Por dentro do governo Lula  já é o livro de não-ficção mais vendido no Brasil segundo ranking das revistas  Veja e Época,  e dos jornais O GloboFolha de São PauloJornal do Brasil.

Fonte: Blog do Noblat



Escrito por Sindjor/mt às 19h02
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