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Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso
 

Encontro de assessores de comunicação movimenta a categoria
 
O Rio de Janeiro será o palco do XV ENJAC, de 22 a 25 de setembro, com o tema “O mercado de Comunicação – oportunidades e ameaças”. O evento promovido pela FENAJ e organizado pelo Sindicato dos Jornalistas do Rio será, também, espaço de manifestação política dos jornalistas. Estão previstas manifestações de solidariedade aos presidentes dos Sindicatos dos Jornalistas do Rio e São Paulo, bem como em defesa do diploma.

Durante os três dias do evento estarão em pauta assuntos como a relação entre jornalistas e RPs na assessoria de comunicação, as perspectivas de conquista de espaço na mídia das capitais e do interior e a situação do mercado da comunicação no Brasil com a participação das empresas estrangeiras. Já nos grupos de trabalho serão abordadas questões como saúde dos jornalistas, formação de preço no mercado da assessoria de comunicação, o ensino da assessoria de comunicação nas universidades brasileiras, a organização sindical nas Assessorias de Comunicação, bem como a terceira edição do Manual de Assessoria de Comunicação da FENAJ.

Solidariedade e luta
Uma manifestação em solidariedade aos presidentes dos Sindicatos dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro (Aziz Filho) e de São Paulo (Fred Ghedini), ao repórter Mauro Fiúza de Melo e ao diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio, Luiz Chaves será desenvolvida possivelmente na Sexta-feira (23/09), em frente ao Jornal do Brasil. Eles estão sendo processados por Nelson Tanure, proprietário do Jornal do Brasil e que explora a Gazeta Mercantil, porque afirmaram que o empresário é “predador” do mercado de trabalho dos jornalistas e metalúrgicos. Nos jornais, Tanure alterou contratos de trabalho, promovendo a pejotização.

A intensificação da luta em defesa do diploma como requisito para o exercício do Jornalismo também deverá marcar o XV ENJAC. A FENAJ e o FNPJ estão promovendo novas ações para buscar a agilização do julgamento de um recurso que tramita no TRF da 3a Região.


Escrito por Sindjor/mt às 11h48
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Pesquisa

Jornalistas avaliam governo Lula como ruim ou péssimo

A Revista Imprensa publica em seu site a pesquisa exclusiva "Imprensa/Maxpress/Aberje" sobre o governo Lula. Para 92% dos jornalistas entrevistados Lula sabia dos empréstimos irregulares para campanhas eleitorais do PT e 88% acham que ele sabia do mensalão. A pesquisa ouviu 400 jornalistas de todos os estados. Pela primeira vez desde que tomou posse, o presidente recebe nota abaixo de 5.

Mais detalhes da pesquisa da Imprensa/Maxpress/Aberje pode ser vsita no link http://www.portalimprensa.com.br/pesquisa_2005.asp



Escrito por Sindjor/mt às 11h43
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Literamérica

Cony é destaque hoje na Literamérica

O escritor ministra palestra dentro do seminário “Troca-Letras”, às 19 horas. O evento reúne escritores, editores, livreiros e produtores culturais dos 13 países do continente

ADRIANA NASCIMENTO
Da Reportagem


O escritor Carlos Heitor Cony é o destaque de hoje na Feira Sul-Americana do Livro – Literamérica 2005, que começou oficialmente ontem à noite, no Centro de Eventos do Pantanal. Cony ministra, às 19h, a palestra “Cultura e Literatura Latino-Americana”, dentro do seminário Troca-Letras, evento este que acontece no Piso das Águas e abordará, também em mesas-redondas, temas ligados à Educação, Cultura e Mercado Editorial.

O evento reunirá até dia 25, escritores, editores, livreiros e produtores culturais brasileiros e do continente. Nos moldes das Bienais do Livro do Rio de Janeiro e São Paulo e de outras feiras importantes que se realizam no País, a Literamérica 2005 transformará Cuiabá numa referência cultural do Brasil e do livro na América do Sul.

As atividades do Troca-Letras, assim como as de toda a Feira, começam às 9h. Neste horário tem início a Mesa Redonda: Cultura e Literatura Latino-Americana, com a escritora colombiana, Blanca Gómez; e o venezuelano, Adlin de Jesús Prieto Rodríguez. A coordenadora será a professora da UFMT, Rhina Landos Martinez.

Às 11h acontece a palestra: Vanguardas – Culturas e Artes, com Gilberto Mendonça Teles e coordenação de Yasmim Jamil Nadaf. Às 14h haverá a palestra: Estudos de Linguagem e Integração Sul-americana, com Roberto Baronas e cooordenação de Elias Alves de Andrade.

Cancelamento - Amanhã, a palestra marcada para as 9h, sobre Literatura e Jornalismo, com o escritor Fernando Morais, não acontecerá pois, por problemas particulares, ele não poderá vir. Mas a programação prossegue às 11h com a palestra: Literatura em Mato Grosso, que traz a presença de Gilvone Furtado (UFMT), Mário Cezar Leite (UFMT /ALIMEMTO) e Yasmin Nadaf (UFMT), com a coordenação de Isaac Newton Ramos (UNEMAT).

Línguas Afro-brasileiras será o assunto da palestra ministrada por Yêda Pessoa de Castro, com a coordenação de Maria Inêz Pagliarini Cox (UFMT), às 14h. João Gilberto Noll, fecha a noite com palestra coordenada pela poetisa Lucinda Persona (UNIC). Mais informações e restante da programação podem ser encontrados no site www.literamérica.com.br

Fonte: Jornal Diário de Cuiabá



Escrito por Sindjor/mt às 11h27
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Congresso Brasileiro de Comunicação no Serviço Público em SP

Da Redação

Estão abertas as inscrições para o 5º Congresso Brasileiro de Comunicação no Serviço Público, evento que será realizado nos dias 20 e 21/10, na Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM. O evento deverá reunir perto de 400 assessores de imprensa e comunicação de todo o País.

Tendo como tema central “Ética na comunicação pública”, o encontro debaterá a crise do mensalão e a cobertura da imprensa, o uso do blog na política e na imprensa, os caminhos do combate à corrupção, entre outros assuntos atuais e de interesse de quem hoje atua em organizações dos chamados Três Poderes.

Os debates terão como protagonistas nomes como os de Edson Vidigal, presidente do STJ - Superior Tribunal de Justiça, Marcelo Beraba, ombudsman da Folha de S.Paulo, Ricardo Noblat, do Blog do Noblat, Armando Rollemberg, diretor de Comunicação Social do Senado, Mauro Malin, comentarista do Observatório da Imprensa, Cláudio Weber Abramo, diretor executivo da ONG Transparência Brasil, Mauro Salles, da Publicis Salles Norton, Audálio Dantas, da ABI, entre outros.

As inscrições podem ser feitas diretamente através do site www.megabrasil.com e custam R$ 550. O evento é organizado pela Mega Brasil Comunicação, telefone (11) 5573-3627.

 

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 11h25
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Dica de Leitura

102 minutos.


Entre o instante em que o primeiro avião atingiu a Torre Sul do World Trade Center, às 8h46 do dia 11 de setembro de 2001, e o momento em que a Torre Norte desabou, passaram-se 102 minutos. É este intervalo de tempo que os jornalistas Jim Dwyler e Kevin Flynn, repórteres do New York Times, recriam nesse livro eletrizante.

Para isso, adotam uma estratégia reveladora - dar voz às pessoas que estavam dentro dos prédios naquele momento. A partir de centenas de entrevistas com agentes de resgate e sobreviventes, documentos oficiais, gravações de telefonemas, e-mails e transcrições de pedidos de socorro nos serviços de emergência, produzem uma reportagem investigativa de primeira qualidade. Expõem também, de forma dramática, os motivos das falhas nos serviços de bombeiros e da polícia de Nova York - que o mundo todo reputava como impecáveis.

A habilidade narrativa dos autores, somada a diagramas da estrutura das torres, reconstitui para o leitor a confusão e o caos que dominaram o ambiente no interior dos prédios. Um relato implacável, que traz à tona detalhes impressionantes, encontros fortuitos, reações intempestivas, momentos de heroísmo e incompetência - e muito sofrimento.

Ficha técnica

Autores: Jim Dwyer e Kevin Flynn
ISBN: 8571108706
Edição: 1º Edição/2005
Páginas: 332 páginas
Editora: Jorge Zahar

Fonte: Mega Brasil Comunicação



Escrito por Sindjor/mt às 11h22
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Comunicado da Fenaj

Prezados colegas,
 
a FENAJ, os Sindicatos de Jornalistas de todo o país e o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo(FNPJ), através da Coordenação da Campanha Nacional em Defesa da Formação Superior Específica e da Regulamentação Profissional, solicita que todos os jornalistas enviem telegramas fonados e e-mails ao juiz federal Manoel Álvares, relator do processo sobre a obrigatoriedade do diploma para o registro (Orig.: 200161000259463/SP) no TRF-3ª Região. O objetivo é pressionar para que seja finalmente votado o recurso da FENAJ e do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo no processo em que a juíza Carla Rister, atingindo um dos pilares da nossa regulamentação profissional, derrubou a obrigatoriedade da formação superior para o registro de jornalista e consequente exercício do jornalismo. O processo tramita já há quase quatro anos no TRF-3ª Região, em São Paulo, e para que vá à votação, o juiz Manoel Álvares precisa se pronunciar como relator. Abaixo, sugestão de texto e endereços para o envio. Vamos pressionar!
 
Saudações sindicais,
Valci Zuculoto
diretora de Relações Institucionais da FENAJ diretora regional sul do FNPJ p/ Coordenação da Campanha em Defesa da Formação e Regulamentação
_____________________________________________________________________________________________________
Exmo juiz federal convocado Manoel Álvares Manifesto preocupação pela demora no julgamento do recurso da FENAJ e do Sindicato dos Jornalistas de SP sobre a obrigatoriedade do diploma. Jornalista XXXXXXXXXX Registro profissional xxxxxxxxxx
____________________________________________________________________________________________________
Os endereços para envio: TRF 3ª Região Juiz Federal Convocado Dr. Manoel Alvares Av. Paulista, 1842 - 18º and. Cerqueira César CEP 01310-923 - São Paulo - SP e-mail: demarque@trf3.gov.br


Escrito por Sindjor/mt às 11h47
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Fenaj - Campanha em defesa do diploma de Jornalismo será intensificada

Por: Federação Nacional dos Jornalistas


A campanha em Defesa da Regulamentação Profissional e Formação Específica dos Jornalistas se intensifica a partir desta semana. A FENAJ distribuirá camisetas, cartazes e adesivos aos sindicatos. Um ato em defesa do diploma está programado para o Rio de Janeiro, durante o XV ENJAC. Manifestações solicitando urgência do TRF no julgamento do recurso da FENAJ e SJSP e uma audiência com o STF também estão sendo encaminhadas.

A Coordenação Nacional da Campanha decidiu intensificar o movimento nas suas últimas telereuniões. “Jornalistas por Formação, Melhor para o Jornalismo, Melhor para a Sociedade” é o lema que estará estampado nos materiais promocionais da campanha, que também é respaldada pelo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ).

Suspensa em outubro de 2001 por decisão da juíza substituta Carla Rister, da 16ª Vara Cível da Justiça Federal, em São Paulo, a obrigatoriedade da exigência do diploma de Curso Superior em Jornalismo para a obtenção do registro é fundamental para a regulamentação da profissão.

O recurso impetrado pela FENAJ e pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo está tramitando há quase quatro anos no Tribunal Regional Federal da 3ª Região e tem como relator o juiz federal convocado Manoel Álvares. “A demora no julgamento do processo tem causado muitos problemas aos jornalistas e à sociedade, dentre elas a concessão de registros precários a cidadãos sem qualificação para o exercício profissional responsável e a precarização das relações de trabalho”, sustenta o presidente da Federação, Sérgio Murillo de Andrade.

Além de propor que os jornalistas do país encaminhem fonograma ( telegrama fonado) manifestando preocupação com a demora na tramitação do processo ao juiz federal convocado Manoel Alvares, a FENAJ solicitará audiência dos presidentes da FENAJ, do FNPJ e dos 31 Sindicatos de Jornalistas filiados à Federação com o magistrado, bem como uma audiência com o Supremo Tribunal Federal.

Cópias das artes da campanha para que Sindicatos, Universidades e outras instituições produzam materiais incluindo suas respectivas marcas, estão disponíveis no site da FENAJ. A sugestão de mensagem para o fonograma a ser encaminhado ao juiz segue abaixo.

Exmo juiz federal convocado Manoel Álvares Manifesto preocupação pela demora no julgamento do recurso da FENAJ e do Sindicato dos Jornalistas de SP sobre a obrigatoriedade do diploma. Jornalista XXXXXXXXXX Registro profissional xxxxxxxxxx

Os endereços para envio:
TRF 3ª Região
Juiz Federal Convocado Dr. Manoel Alvares
Av. Paulista, 1842 - 18º and.
Cerqueira César CEP 01310-923 - São Paulo - SP
e-mail: demarque@trf3.gov.br


Escrito por Sindjor/mt às 11h46
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Começa hoje a Literamérica 2005

Nova página da literatura mato-grossense será escrita hoje com a abertura da Feira Sul-Americana do Livro de Mato Grosso, que já está sendo considerado o evento cultural mais importante do Estado

Da Redação

Será aberta oficialmente hoje à noite, pelo governador Blairo Maggi, a Feira Sul-Americana do Livro de Mato Grosso – Literamérica 2005. O público, no entanto, já poderá conhecer e adentrar ao espaço da Feira (Centro de Eventos do Pantanal) entre 9 e 22h até dia 25. O evento vai trazer grandes nomes da literatura estadual e nacional e gêneros literários de qualidade internacional para todos os gostos. Além disso vai fomentar o crescimento do setor através de cursos, fórum e debates. Haverá ainda eventos paralelos, que tornarão a Feira o evento cultural mais importante do qual se tem história em Mato Grosso.

Tendo como foco central o mercado editorial e a literatura a Literamérica também vai contracenar como II Encontro de Diversidade Cultural de Mato Grosso, o Fórum Nacional de Secretários de Cultura e a pré-conferência do Sistema Nacional de Cultura, na qual confirmou presença o ministro da Cultura, Gilberto Gil.

Entre os escritores nacionais estão confirmadas as presenças de João Gilberto Noll, Fernando Morais, Carlos Heitor Cony e Milton Hatoun, entre outros. Vários poetas e escritores de países sul-americanos também estarão lá. Entre eles: Ana Ribeiro (Uruguai), Edwin Madrid (Equador), Blanca Gómez (Colômbia), Ana Quiroga (Argentina) e Adlin de Jesús Prieto Rodrigues (Venezuela). São autores especiais em seus países de origem e frequentadores de encontros, seminários e eventos afins, que têm a literatura como tema.

Esta primeira edição da Literamérica homenageia os escritores: Manoel de Barros, Ricardo Guilherme Dicke e Wlademir Dias Pino. Os dois primeiros nasceram em Cuiabá e Wlademir, apesar de ser carioca, já morou mais de 30 anos em Cuiabá e sempre declarou o seu amor pela cidade. São escritores do primeiro time da literatura brasileira contemporânea e também confirmaram presença.

A Feira vai abrigar vários lançamentos que vão acontecer em diferentes espaços dentro da sua estrutura, no Centro de Eventos Pantanal. São mais de 100 estandes, todos ocupados com editoras locais, nacionais e internacionais; gráficas, veículos de comunicação e outras empresas ou instituições afins. Poetas, atores e músicos como Wera Capilé, Luiz Carlos Ribeiro, Antonio Sodré e Luciene Carvalho realizarão performances. A Feira estará aberta das 9 às 22h, todos os dias e a entrada é franca.

Paralelos – O II Encontro da Diversidade Cultural de Mato Grosso trará à capital, com apoio do Governo do Estado, pelo menos um agente cultural de cada município. A expectativa em torno do Encontro é a mais positiva possível, uma vez que além dos cursos oferecidos, os agentes culturais terão acesso à Literamérica. Entre as apresentações artísticas regionais já estão confirmadas as participações do Chorado (Vila Bela da Santíssima Trindade); Orquestra de Câmara de MT, com participação de Roberto Correa, os Mascarados de Poconé, Herança Serrana, entre outros.

Durante a feira vai acontecer o lançamento do projeto Circuladô, que promove o intercâmbio musical entre os Estados brasileiros. Através dele vão se apresentar a Orquestra Jovem de São Paulo, a Troupe do Aquiry (Acre), a Troupe da Gaita (Paraná) e José Lucena Vaz (Minas Gerais).

Programação 20 de setembro

9 às 22h – Abertura ao público

20h – Abertura oficial da Literamérica: Homenagem a Manoel de Barros com performance do ator Luiz Carlos Ribeiro e Pedro Alfonso Almario Rojas, presidente da Associação dos Adidos Culturais Ibero-americanos.

21h – Performance com o ator Luiz Carlos Ribeiro e a cantora Wera Capilé

Programação 21 de setembro

9h – Abertura ao público e apresentação de Teatro de Bonecos, com alunos da professora Deny (Cefapro)

15h – Teatro de Bonecos – alunos da professora Deny (Cefapro)

16h – Isis Carla declama Manoel de Barros

18h30 – Coro do Estado de Mato Grosso

19h30 – Leitura de poemas do livro Empório Literário, com Antonio Sodré e o Grupo Caximir

20h – Orquestra da Secretaria de Estado de Cultura

Fonte: Jornal Diário de Cuiabá



Escrito por Sindjor/mt às 11h18
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Abaixo trecho do artigo do César Tralli sobre a cobertura do caso Maluf, que foi publicado no site da Revista Imprensa. Ele revela como chegou ao furo jornalístico. Como o artigo é grande este blog publicou apenas uma trecho. O link é: http://www.portalimprensa.com.br/new_ultimasnoticias_data_view.asp?code=1646

Anatomia de um furo, por César Tralli

Por César Tralli



Há mais de cinco anos, cubro as denúncias contra o ex-prefeito Paulo Maluf. Tenho orgulho dos furos que dei durante essa cobertura tão longa. Foram o resultado de investigações sempre demoradas, de madrugadas passadas em claro, da leitura de pilhas de documentos, da procura de testemunhas que pudessem dar alguma informação, da conversa com os policiais e promotores que há anos trabalham no caso. 

No momento em que ficou claro que a prisão do ex-prefeito Maluf e do filho dele era questão de horas, dediquei-me integralmente ao assunto. Foi minha a reportagem de oito minutos no Jornal Nacional que, na segunda-feira, 5 de setembro, revelava as gravações telefônicas que provavam que o ex-prefeito e o filho tentavam impedir que o doleiro da família prestasse depoimento. Estas gravações foram a base para o pedido de prisão preventiva. Nos dias seguintes, continuei no assunto.



Escrito por Sindjor/mt às 17h06
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Os bastidores do furo da Band no caso Maluf

Por: Pedro Venceslau, da redação



Da esquerda para a direita: Josenildo Tavares – cinegrafista, Carla Prado – produtora, Sandro Barboza – repórter, Débora Cunha – chefe de reportagem, Edurado Prestes Diefenbach- editor. Foto: Eliane Leme

O repórter Sandro Barboza, da Band News, tem apenas 35 anos de idade mas já é um veterano perdigueiro. Foi duas vezes finalista do Prêmio Libero Badaró e, no ano de 2002, concorreu com o lendário Tim Lopes e com Caco Barcelos na final do Prêmio Esso, o Oscar do jornalismo brasileiro. Recentemente, uma matéria sua culminou com a reabertura do caso Celso Daniel. Aos fatos, pois.

Barboza estava de folga, em casa, vendo TV, quando assistiu a reportagem exclusiva de César Tralli, da Globo, que filmou Flávio Maluf, o filho, sendo algemado. A primeira providência do repórter da Band foi buscar sua agenda e disparar uma série de telefonemas para fontes de longa data. Depois de conversar com os advogados José Roberto Batochio e José Roberto Leal e com o antológico assessor de imprensa de Maluf, Adílson Laranjeira, o repórter conseguiu articular seu furo. "Convenci eles que a idéia era ouvir o outro lado, já que, até o momento, só tinham dado a versão do Ministério Público", conta Barboza.

O passo seguinte foi batalhar uma autorização da justiça para a entrevista. Depois de superadas todas as barreiras burocráticas, o repórter finalmente conseguiu chegar até Paulo Maluf. Em sua cela na sede da PF, com a barba por fazer e os cabelos despenteados, o ex - prefeito recebeu o jornalista com desconfiança. Nada mais natural, depois da "furo" de Tralli. "Ele estava desconfiado e exigiu que a entrevista fosse ao vivo. Mas não tinha como a gente entrar ao vivo. Depois de muita conversa, ele fez um desabafo. Contou que tinha feito um acordo que não foi cumprido: o filho se entregaria e pilotaria o próprio helicóptero até a sede da PF. Mas o delegado, Prótogenes Queiroz, resolveu avisar a Globo e o helicóptero fez uma escala no Morumbi, onde Flávio foi algemado e preso na frente de César Tralli. No final, Maluf topou dar a entrevista. E finalizou: essa será uma entrevista de verdade, não um favorecimento como vemos em outras emissoras", conta Sandro Barboza. Antes que o cinegrafista Josenildo Tavares ligasse a câmera, porém, Maluf pediu 20 minutos para fazer a barba, pentear o cabelo e tomar banho. A entrevista foi ao ar na última quarta feira. Ponto para a Band.



Escrito por Sindjor/mt às 17h00
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TV Globo também condenada no caso Escola Base

Da Redação

Mais um veículo de Comunicação foi condenado a pagar indenização por danos morais aos donos e ao motorista da Escola Base. Na última quarta-feira (14/09), os desembargadores da 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram negar o recurso da TV Globo e condená-la a pagar R$ 1,35 milhão aos três autores da ação. Também já foram condenados no caso Escola Base a Folha de S. Paulo, o Estadão e a revista ISTOÉ. A emissora pode recorrer da decisão.

Mais uma vez o TJ acolheu a tese de que o direito de informação e a liberdade de imprensa não se sustentam neste caso. Segundo a Câmara, a atuação da imprensa deve se pautar pelo cuidado na divulgação ou veiculação de fatos ofensivos à dignidade e aos direitos de cidadania.

Para quem não lembra, a imprensa divulgou uma série de reportagens, em março de 1994, denunciando abuso sexual de alunas da Escola Base, localizada no Bairro da Aclimação, na capital paulista. As matérias eram baseadas em fontes como a polícia, laudos médicos e depoimentos de pais e alunos.

Quando a mídia descobriu que tudo se tratava de um erro já era tarde. A escola havia sido depredada e os donos estavam falidos.

Fonte: Comunique-se - Matéria publicada originalmente no site Consultor Juridico.



Escrito por Sindjor/mt às 16h45
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Existe jornalismo na Internet?

Marcelo Russio

 

Olá, amigos. Dando uma olhada nos artigos publicados sobre a seleção brasileira durante alguma competição importante, ou mesmo conversando com os jogadores de clubes que viajam bastante nacional ou internacionalmente, vê-se que eles se mantém ligados em tudo o que acontece através da Internet. Não é fácil ler notícias do Paraná em Goiás, ou da Bahia no Rio Grande do Sul. Por isso, atletas e jornalistas informam-se através dos sites esportivos, seja de jornais ou de clubes.

Até aí, nada de mais. Mas por que será que os estádios brasileiros, e mesmo os clubes de futebol, ainda não se adaptaram, com raras e honrosas exceções, à essa mídia nem mais tão nova assim?

Ao cobrir uma partida em estádios de futebol pelo país, vê-se que os cartolas brasileiros dão muito pouca importância aos veículos digitais. Alguns clubes, principalmehte alguns de São Paulo, disponibilizam acesso wi-fi nas dependências de seus estádios e nos Centros de Treinamento. Mas, mesmo no estado mais rico do país, há lugares em que um repórter de site literalmente sua sangue para conseguir enviar suas matérias em tempo
real, uma realidade hoje em dia.

Há estádios em que não há sinal consistente de celular, poucas linhas discadas e uma série de empecilhos para se conseguir um acesso decente para envio de matérias e fotos. Até mesmo na Granja Comary, dita e havida como centro de excelência em futebol, as dificuldades para se obter uma linha de transmissão de dados são quase olímpicas.

Por que os clubes não se modernizam, fornecendo salas de imprensa decentes para os veículos de Internet? Por que não conversam com os repórteres para saber quais as suas necessidades? Se houvesse ao menos algumas baias montadas com cadeiras e mesas em altura decente para se digitar um texto, seria uma melhoria. Há clubes em que os repórteres de veículos digitais digitam suas matérias em pé, em bancadas divididas com armários de emissoras de rádio e tendo que desviarem-se dos fios das câmeras de TV.

Honestamente, chega a ser ridículo.

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 16h38
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Prêmio ABIMAQ

Mais de R$ 50 mil serão distribuídos no prêmio ABIMAQ de jornalismo

Por Assessoria de Imprensa

Com um total que pode exceder R$ 50 mil, a Associação Brasileira da
Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) premia as melhores
reportagens sobre a indústria brasileira de bens de capital mecânicos.
Concedido nas categorias mídia impressa, rádio e televisão, internet e
revista especializada, o Prêmio Abimaq de Jornalismo está com as
inscrições abertas até 5 de novembro.

Podem participar jornalistas que tenham seus trabalhos publicados no
período de 1.º de novembro de 2004 até 31 de outubro de 2005. Em sua
quarta edição, o concurso tem o mérito de já ter contemplado 12
profissionais dos principais veículos do País, que abordaram aspectos
da indústria de máquinas e equipamentos, contribuindo para a
divulgação do setor estratégico para a economia, que acaba de
conquistar a quarta posição no ranking dos principais exportadores
brasileiros, com um total de US$ 4,106 bilhões em vendas externas
realizadas até julho.

De acordo com o regulamento, cada jornalista pode inscrever, no
máximo, três trabalhos escritos em língua portuguesa, contando as
co-autorias. São aceitas reportagens assinadas por até três
profissionais da imprensa.

As inscrições podem ser feitas pela Internet, através do site da
entidade (www.abimaq.org.br ) e os trabalhos
devem ser enviados pelo correio ou entregues diretamente na Assessoria
de Imprensa em sete vias - uma delas o original publicado - com o nome
do veículo e a data da edição. É importante anexar a cópia da
inscrição ou página de rosto com os dados do concorrente e trabalho
(segundo modelo do site).

O julgamento das reportagens e a indicação dos vencedores são
realizadas por uma comissão julgadora, formada por empresários do
setor e jornalistas convidados pela Associação. A entrega dos prêmios
é realizada durante jantar de confraternização anual da Abimaq, que em
2004 contou com a participação de mais de 400 pessoas, entre
autoridades, empresários e jornalistas.

No ano passado, o Prêmio Abimaq de Jornalismo contemplou conceituados
jornalistas e veículos da imprensa nacional com prêmios no valor
individual de R$ 12,5 mil, mais troféu artístico. Foram selecionados
os seguintes profissionais : Marcelo Rehder, do jornal O Estado de S.
Paulo, com o trabalho "Setor de máquinas planeja investir R$ 6 bi";
Silvia Noronha dos Santos, da publicação especializada Rumos, com "O
Brasil bate de novo na tecla"; Alexandra Duarte, do portal Remade, com
"Máquinas que geram máquinas"; e, Tânia Morales e Vanessa Di Sevo, da
rádio CBN, com a reportagem "O custo do aço na indústria de máquinas".

IV PRÊMIO ABIMAQ DE JORNALISMO
Inscrições: www.abimaq.org.br
Entrega dos trabalhos: Av. Jabaquara, 2925 - 6º andar - 04045-902 - S.
Paulo - SP

Assessoria de Imprensa da ABIMAQ
Jornalistas: Tereza Anunziata / Fabiana Dourado
Tels : 5582-6355 / 5582-6482 / 5582-6483

Fonte:Portal da Imprensa


Escrito por Sindjor/mt às 21h22
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ARTIGO

Três cenas para refletir

Por Antonio Peres Pacheco

Cena 1 – Ji-Paraná, interior de Rondonônia, madrugada de domingo, dia
04 de setembro. Ocultos nas sombras da noite, grupo invade a garagem
da casa do repórter fotográfico Lenadro Nunes e a pauladas e
marretadas destroem o seu carro. A família do jornalista,
aterrorizada, mantém-se trancada dentro de casa.
Passados mais de 10 dias do atentado, as autoridades policiais não
tomaram providências no sentido de identificar e prender os
criminosos. Ainda atordoado, Leandro Nunes não tem idéia da motivação
do atentado ao seu patrimônio e teme que, diante da ineficácia da
Polícia de Rondônia, os bandidos voltem para atacar desta vez sua
família.
Cena 2 – Marília, interior de São Paulo, madrugada de quinta-feira 08
de setembro. Uma mulher bate na porta do Jornal Diário de Marília
fingindo querer uma informação, o vigia sai para atende-la e é rendido
por homens armados e encapuzados. Trancado no banheiro, o vigia nada
pode fazer para impedir que o bando espalhe gasolina e ateasse fogo na
redação do jornal e nos estúdios das duas rádio que funcionam no mesmo
prédio.
Apesar da polícia ter o nome do suspeito de ser o mandante do atentado
aos veículos de comunicação, nada de concreto foi feito até agora. As
investigações simplesmente não saem do lugar.
Apesar da gravidade extrema do caso, um inaceitável ataque à liberdade
de imprensa e de expressão e da evidente tentativa de calar os
veículos atacados, a reação da grande imprensa foi praticamente nula e
o caso caminha para escaninhos do esquecimento.
Cena 3 – Dourado, interior de São Paulo, manhã de segunda-feira, dia
12. Um grupo de policiais federais esperam o raiar do sol para dar voz
de prisão ao empresário Flávio Maluf em cumprimento a um mandado de
prisão provisória expedido pela Justiça Federal. Misturada aos agentes
federais, inclusive vestindo roupas idênticas as dos policiais, uma
equipe de jornalistas do Sistema Globo de Comunicação. Entre os
jornalistas, o repórter César Trali, da TV Globo e o repórter
fotográfico Edílson Lopes, do Diário de São Paulo, também pertencente
ao mesmo grupo.
A participação dos jornalistas na prisão de Flávio Maluf poderia ter
sido apenas mais um dos inúmeros casos em que os veículos de
comunicação caem na tentação do sensacionalismo e espetacularização
barata para vender notícia e pegar leitor/telespectador no susto. E só
não foi porque Trali, talvez empolgado pela emoção de "ser policial",
se deixou filmar, na atitude execrável de papagaio de pirata, como se
fosse "escolta" do preso na hora em que, de forma visivelmente
desnecessária e gratuita, Flávio Maluf foi algemado para "garantir o
procedimento" e, evidentemente, a cena "fantástica" e "espetacular"
para os jornais da Globo e empresas afiliadas.
As cenas aqui reunidas nos cobram, aos jornalistas principalmente, a
seguinte reflexão: que imprensa é a brasileira, afinal? A imprensa em
que seus profissionais são ameaçados, atacados e, as vezes, até mortos
sem que as autoridades julguem procedente a urgência de investigar,
identificar e punir os autores dessas barbaridades contra o direito de
expressão e liberdade de imprensa? Ou é essa imprensa sardônica e
virulenta que está sempre em busca do show, do espetáculo e do
sensacionalismo fácil para se promover e promover interesses outros
que conflitam com o verdadeiro interesse público e do público?

*Antonio Peres Pacheco-jornalista, presidente licenciado do Sindjor-MT


Escrito por Sindjor/mt às 21h20
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O repórter multimídia torna-se um bom negócio

Por Carlos Castilho

O jornalismo do eu sozinho deu um passo decisivo esta semana com a
decisão do site de buscas Yahoo de contratar o jornalista Kevin Sites
para produzir, de forma totalmente autônoma, uma página com
reportagens internacionais, em sistema multimídia.

Sites se tornou famoso no Iraque por ter filmado a execução de um
prisioneiro iraqueano por soldados americanos. Ele é considerado
também o protótipo do chamado "repórter multimidia" , ou seja, aquele
que escreve, fotografa, filma e interage com o leitor.

A iniciativa do Yahoo, que não é um site jornalístico, mostra como a
Web está embaralhando as categorias formais como serviços,
entretenimento, informação e negócios, na área da informação. O
jornalismo não é mais privativo dos sites de jornais, revistas,
emissoras de rádio ou televisão. Além disso é a primeira evidência de
que o jornalismo autônomo está deixando de ser uma excentricidade para
assumir ares de alternativa rentável.

Trata-se de uma inovação muito importante no exercício da profissão,
pois é a vez da reportagem ganhar o mesmo status antes reservado aos
grandes comentaristas, colunistas, fotógrafos, caricaturistas e
cinegrafistas. Aqueles que podem fazer o que querem, onde querem e
quando desejarem.

Kevin Sites, 42 anos, terá um espaço reservado chamado Hot Zone (Zona
Quente) dentro da página principal do Yahoo onde publicará textos,
fotografias e vídeos produzidos por ele, em locais de sua livre
escolha e sem interferência editorial alguma de seus patrocinadores.

É o sonho de 9 em cada 10 jornalistas que agora começa a se tornar
viável, na medida em que a internet e a Web colocam a disposição do
profissional as ferramentas necessárias para que ele torne-se patrão
de sí próprio. Quem dispuser de um telefone celular, de um laptop, de
uma máquina fotográfica digital e de uma câmera também digital estará
minimamente equipado para seguir os passos de Sites.

O grande diferencial não será mais os equipamentos mas sim a
experiência profissional, ética, cultura, informação e sensibilidade,
que não podem ser comprados numa loja. É aí que o jornalismo volta a
ser o que sempre foi: a arte de oferecer às pessoas aquilo que elas
necessitam para tomar decisões em função dos seus interesses e
necessidades.

Kevin Sites se tornou famoso sem usar o modelo mais moderno de
filmadora digital. O que fez dele um grande profissional foi a coragem
para documentar um arbitrariedade no melhor estilo dos velhos
jornalistas

(publicado originalmente no blog Código Aberto/Observatórioda Imprensa)



Escrito por Sindjor/mt às 21h18
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