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Seminário Jornalismo e Direito
Débora Pinho confirma presença em seminário Jornalismo e Direito
A jornalista Débora Pinho, editora da Coluna Leis & Negócios da Revista Exame, confirmou esta semana presença como palestrante no Seminário Jornalismo e Direito, a ser realizado em outubro, em Cuiabá. Débora é formada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Em Cuiabá, atuou nos jornais Folha do Estado e em A Gazeta. Antes de assumir a função atual, foi editora-chefe do site Consultor Jurídico. O seminário é uma programação conjunta da Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), Departamento de Comunicação Social da UFMT, IVE e Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor).
Escrito por Sindjor/mt às 13h48
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Prêmio Esso 2005
Prêmio Esso faz 50 anos e abre inscrições
Fonte: RP Consultoria
Trabalhos de Telejornalismo devem ser inscritos até 31 de agosto. Prazo para inscrições de jornais e revistas permanece até dia 30 de setembro
Os jornalistas de mídia impressa que se dispuserem a incluir seu nome na galeria dos vencedores do Prêmio Esso 2005 - 50 anos têm até o dia 30 de setembro para inscrever seus trabalhos e se credenciar a receber, além das distinções previstas para este ano, as homenagens que serão prestadas a todos os agraciados na história do Programa. As providências para a organização do cinqüentenário do Prêmio Esso já estão em andamento com o objetivo de destacar a data e as contribuições prestadas ao Jornalismo brasileiro por um programa institucional cuja história se confunde com a própria historia da Imprensa brasileira, desde a sua criação há meio século.
As inscrições ao Prêmio Esso de Jornalismo 2005 - 50 anos estão abertas para trabalhos publicados em jornais e revistas no período entre 1º de outubro de 2004 e 30 de setembro deste ano. Todavia, os concorrentes ao Prêmio Esso Especial de Telejornalismo 2005 devem apresentar trabalhos veiculados entre 1º de outubro de 2004 e 30 de agosto de 2005, já que esta é a data final para as inscrições das matérias de TV.
Nada menos que 13 categorias estarão em disputa, além do Prêmio Esso Especial de Telejornalismo e do prêmio principal que leva o nome do programa.
Um total de R$ 115 mil, já descontado o imposto de renda, está sendo destinado à premiação dos vencedores. O prêmio principal será distinguido com R$ 30 mil e o Prêmio Esso Especial de Telejornalismo, em sua quinta edição, destinará R$ 20 mil à equipe vencedora. São as seguintes as categorias da mídia impressa com seus respectivos valores de premiação: Reportagem (R$ 10 mil), Fotografia (R$ 10 mil), Informação Econômica (R$ 5 mil), Informação Científica-Tecnológica-Ecológica (R$ 5 mil), Primeira Página (R$ 5 mil), Criação Gráfica-Jornal (R$ 5 mil), Criação Gráfica-Revista (R$ 5 mil), Interior (R$ 5 mil), além de cinco Prêmios Regionais, no valor de R$ 3 mil cada.
ATENÇÃO PARA O ENDEREÇO DAS INSCRIÇÕES
PRÊMIO ESSO DE JORNALISMO A/C RP Consultoria Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 928 - Cj. 1001 - Copacabana Rio de Janeiro - RJ - CEP 22060-002
PARA OBTENÇÃO DOS REGULAMENTOS 2005 FAVOR REMETER E-MAIL PARA rp.consultoria@uol.com.br
PARA OUTRAS INFORMAÇÕES, FAVOR ACESSAR: www.premioesso.com.br
RP CONSULTORIA rp.consultoria@uol.com.br Tel: (21) 3208-3646
ESSO dae@exxonmobil.com Tel: (21) 3433-2196
Escrito por Sindjor/mt às 13h47
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Prêmio Senai de Reportagem
Abertas as inscrições para o Prêmio Senai de Reportagem
Redação Portal Imprensa
Estão abertas até 30 de setembro as inscrições para o Prêmio Senai de Reportagem 2005. A finalidade do prêmio é incentivar a produção de reportagens sobre educação profissional. Os trabalhos inscritos devem conter apuração de fatos, informações e serviços relacionados ao tema e ter sido publicados de 1º de outubro de 2004 a 30 de setembro deste ano. Serão julgados apenas trabalhos em português, publicados em revistas ou jornais brasileiros, veiculados em emissoras de televisão e rádio brasileiros, ou internet, com sede no Brasil.
As categorias são Jornalismo Impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo e Internet. Na entrega do prêmio, em 30 de novembro, os primeiros e segundos colocados em cada categoria receberão, respectivamente, R$ 15 mil e R$ 7 mil. Nos trabalhos com mais de um autor, o prêmio será dividido entre os vencedores. O vencedor geral receberá R$ 20 mil. Informações sobre como se inscrever pelos telefones (61) 3317-9971 e 3317-9274 ou através do e-mail premiosenaidereportagem@cni.org.br.
Fonte: Site Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 13h39
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Blogs e sites pessoais
O jornalismo nos blogs e sites pessoais
Gabriel Kwak
Os dez anos da Internet comercial estão sendo comemorados no momento em que os blogs vivem o auge da sua popularidade. De mero diário eletrônico, repleto de confidências e passagens do dia-dia das pessoas, passou a veículo de jornalismo com peso na balança, assinado por nomes que o leitor de há muito se acostumou a ver nas páginas dos jornais impressos, reproduzindo uma prática já muito comum nos Estados Unidos (o próprio romance entre o então presidente Bill Clinton com a sua estagiária Mônica Lewinski foi noticiado pela primeira vez num site de jornalista, o Drudge Reports). Com a proximidade das eleições presidenciais e da Copa do Mundo de Futebol, essa ferramenta tende a ter cada vez mais visibilidade. "Aqui no Brasil, este ano, especialmente por conta da movimentação política, a imprensa brasileira começou a prestar mais atenção nos blogs", diz o jornalista multimídia Marcelo Tas, dono de um blog que deu certo, o Blog do Tas. Um dos primeiros sites independentes de jornalista foi o do ex-porta voz do presidente Fernando Collor de Mello, Cláudio Humberto Rosa e Silva, o introdutor do estilo "bateu, levou" (lembra-se?). Humberto vive disso: sua página, responsável por alguns furos, é reproduzida em mais de 30 jornais, de 24 estados, e tem diversos contratos de publicidade. "A coisa mais curiosa é a cara-de-pau dos que usam os nossos furos diários e não se dignam a citar a fonte", reclama. Seu site pessoal permitiu-lhe voltar ao jornalismo político diário em 1998, depois de enfrentar resistências no mercado de trabalho. Um exemplo do jornalismo blogueiro logo citado por dez entre dez internautas é o blog do jornalista Ricardo Noblat, lançado em março de 2004. Depois que deixou as redações, o jornalista não pôde deixar adormecido o seu lado repórter, privando leitores de informações quentes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e da Esplanada dos Ministérios. Seu blog teve audiência recorde durante os últimos escândalos de Brasília. Desde março deste ano, Ricardo Noblat começa a colher os frutos do êxito da sua empreitada. "O IG está me pagando para que eu continue com o blog hospedado lá", conta. Marcelo Tas também recebe do UOL para postar suas notinhas. Cláudio Humberto acredita que essa é uma tendência do mercado. "Sem profissionalização não há como ser competitivo, inclusive para criar e manter uma estrutura, contratar colaboradores e, sobretudo, para manter a independência." O jornal "O Globo" foi o primeiro a oferecer a seus colunistas a opção de manterem blogs no site do jornal. Tereza Cruvinel, Cora Ronái e mais dezesseis articulistas não precisam seguir qualquer padrão técnico em suas páginas. Exige-se apenas que o blog não passe mais de uma semana sem atualização. Outra jornalista experiente que destaca-se na blogosfera é Rosana Hermann. A idéia de manter um blog com notícias e comentários surgiu quando ela saiu da TV Record, onde apresentava o noticiário "Fala Brasil". Sua página tem em média 10 mil visitantes únicos por dia. Comparando a reação dos telespectadores com a do público dos blogs, Rosana fala das desvantagens de escrever para esse meio. "Há um anonimato virulento contra você como pessoa. Você está no mesmo meio de quem recebe. Há uma relação de igualdade com o leitor", diz. "O blog deixa você mais vulnerável. Ao contrário de apenas ter um programa no rádio, TV ou coluna no jornal, você vira um alvo atingível pelo consumidor de notícias do outro lado", analisa Tas, "alvo" ao alcance de cerca de 30 mil visitantes únicos. Os blogs também são um complemento, um braço das atividades que esses jornalistas desempenham em outras mídias, como jornal e televisão. A página de Mauro Ventura, repórter especial de "O Globo", procura contar os bastidores das suas reportagens, ou seja, aquilo que a versão impressa não disse. Marcelo Tas usa seu blog para discutir com o internauta idéias para sua coluna em "O Estado de S. Paulo" e para seu programa no Canal 21, "Saca-Rolha". Além disso, a blogosfera ajuda seus adeptos a conseguir novos horizontes profissionais. "Já consegui free-lancers graças aos textos que publico no meu blog, que se tornou uma espécie de portfólio informal do meu trabalho como jornalista", conta Alexandre Inagaki, colaborador da revista "Flashback", da Abril, e dono do site "Pensar Enlouquece" (com 2000 pageviews diários). Os analistas da Internet dizem que os blogs vieram para pôr em prática o chamado "jornalismo autônomo", ou seja, um jornalismo sem intermediações que permite ao cidadão comum ser editor de si próprio. "Os blogs deram para cada brasileiro o sonho de ter sua própria mídia. Pelos anos de repressão, o brasileiro tem uma grande sede de expressão", conclui Rosana Hermann.
Serviço
Marcelo Tas - www.blogdotas.com.br
Cláudio Humberto - www.claudiohumberto.com.br
Ricardo Noblat - www.noblat.blig.com.br
Tereza Cruvinel - www.oglobo.globo.com/online/blogs/tereza/
Cora Ronái - www.cronai.com
Rosana Hermann - www.queridoleitor.zip.net
Mauro Ventura - www.dizventura.blogger.com.br
Alexandre Inagaki - www.pensarenlouquece.com
Fonte: Site da Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 13h35
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Assessores de imprensa
Artigo publicado no site da revista Imprensa.
Assessores de imprensa, pelo amor de Deus!, por Ricardo Azeredo
Por Ricardo Azeredo*
Para começar, vamos ser francos: nem sempre tratamos nossos coleguinhas de assessoria de imprensa como iguais. Há dentro de nós, jornalistas de linha de frente ou de redação, um diabinho sentado no nosso ombro esquerdo que nos faz desconfiar do pessoal das assessorias, estejam eles a serviço de instituições, empresas ou políticos. É preconceito mesmo, não adianta querer disfarçar.
Claro que convém sempre avaliar com toda precaução as sugestões ou as respostas dos assessores aos questionamentos dos veículos. Afinal, o trabalho deles é esse mesmo: defender, dentro de padrões aceitáveis, as posições dos que os contrataram. Não há nada de anti-profissional nisso. A não ser, é claro, quando algum assessor despreparado - ou mal intencionado - insulta nossa inteligência com posturas acintosamente contrárias ao bom jornalismo. Mas todos sabemos o quanto um assessor de imprensa competente - ética e profissionalmente - contribui para o trabalho dos veículos e por fim , para o esclarecimento de toda sociedade.
Em vinte anos de carreira como repórter de TV, incontáveis vezes dependi destes contatos para fazer meu trabalho. E hoje percebo que o maior problema para os assessores já não é a desconfiança dos colegas dos veículos.
O mercado gerou uma distorção que encolheu as frentes de trabalho para este tipo de profissional, e por tabela, criou um obstáculo para os repórteres, editores, produtores, enfim, todos que precisam arrancar informações consistentes para uma matéria.
Até algum tempo atras, quando ligávamos para uma empresa em busca de uma posição sobre determinado assunto, quem fazia esta ponte era a assessoria de comunicação - isso quando a empresa ou instituição mantinha uma. Hoje, a resposta mais comum que ouvimos da telefonista É "estou passando para o departamento de marketing".
Sempre que isto acontece, desanimo. E digo pra mim mesmo: "Paciência, vamos encarar mais uma saraivada de anglicismos marketeiros como o odioso case, benchmarking, players, e outras pérolas do mundo dos negócios".
Fosse só isso, tudo bem. Decifrar linguagens dos setores é parte do nosso oficio. O brabo é ter que tratar de jornalismo com profissionais que geralmente confundem comunicação com publicidade.
Nada contra os profissionais de marketing. Eles tem o seu papel profissional. Mas pô, cada um na sua! Como é que a gente vai poder extrair uma informação jornalística quando o dito assessor só conhece a linguagem e os padrões da propaganda? Estou cansado de chegar nos lugares para gravar e o sujeito do marketing se preocupar só em dirigir meu cinegrafista, exigindo as imagens mais bonitas, querendo botar a marca da empresa em cada take, aquilo pode, aquilo não pode... Informação boa? Nada. Se a gente insiste, ele diz que vai ter que consultar o "board" da empresa pede solicitação formal por e-mail e promete responder em alguns dias...
Na hora da entrevista, em vez de dados sobre a empresa, o que ele traz? Um espalhafatoso banner para emoldurar o patrão, com se fosse montar um cenário para um institucional. Esculhamba a imagem achando que está sendo esperto. E em vez que discutir a pauta, acabamos perdendo valiosos minutos para convencer o funcionário que merchandising - outra palavrinha danada desta turma - não cabe em matéria jornalística.
A coisa vai longe. Dou mais alguns exemplos. Reportagem numa grande montadora de ônibus na serra gaúcha, uma das maiores do setor no mundo. Uma potência empresarial, com unidades em outros paises, milhares de funcionários. Assessoria de imprensa? Ah, tem sim. Só que em São Paulo. É outro vício das empresas. Não conseguem confiar no pessoal da região. Tem que contratar consultorias do centro do país. E estas, por sua vez, já que estão há mais de 1000 km do local da pauta, quando solicitadas, designam quem para atender a imprensa? - a turma do marketing, é claro.
Bem, voltemos aos ônibus. O funcionário do marketing que nos acompanha diz - um pouco acabrunhado, percebo - que no departamento dele tem dezesseis pessoas da área e nenhum jornalista. Durante a gravação nas instalações, o cinegrafista observa um mar de micro-ônibus estacionados, prontos para entrega. Uma bela imagem que ilustrava magnificamente a matéria. Eis que a assessora de marketing - outra - saltou para impedir as gravação, alegando que aquilo era o "case" de outra agência de propaganda...Polidamente, fui obrigado a dizer que ela não entendia nada de jornalismo e fiz meu trabalho.
Quer outra? Matéria sobre o setor de avicultura, com uma das empresas mais tradicionais do setor. Caio novamente nas mãos do marketing. Minha produção pede que indiquem um exemplo de pequena propriedade de agricultores associados ao aviário. Me arrumam uma a setenta km de onde estava gravando. "Impossível não ter mais perto", argumentei. Mas eles insistiam que aquele exemplo era o mais indicado para mostrar o nível tecnológico a que se chegou, com instalações de última geração, etc. Fui. E encontrei um aviário em construção. Nem um pinto. Não valeu um "take". E a viagem me fez perder meio dia de trabalho.
São apenas dois exemplos para ilustrar uma desgastante rotina. Se fosse enumerar todas as trapalhadas marketeiras com que me deparei nos últimos anos, cansaria o amigo leitor.
Não culpo o pessoal de marketing. A responsabilidade por esta distorção é das direções das empresas e instituições que colocam no mesmo saco jornalismo e marketing. E como são pessoas mais habituadas ao mundo dos negócios, acham que o marketing é tudo. Uma demonstração clara de ignorância quanto ao papel da imprensa. Ou menosprezo mesmo. Incrível como estes senhores não se dão conta de que este arranjo, que os executivos consideram um engenhoso modelo de gestão na área de comunicação empresarial, na verdade, não raro é desastroso para as relações da empresa com a imprensa.
Por isso, faço este apelo aos ilustres empresários. Marketing é para gente de marketing. Imprensa é para jornalistas.
*Repórter, Coordenador do programa "O Rio Grande que dá certo", Rádio Bandeirantes/RS
Escrito por Sindjor/mt às 13h19
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Artigo
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Imprensa: o foco é outro
Fabrício Francis (*)
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O Brasil está de pernas para o ar. Ao longo de vários anos vimos um partido político – PT – prometendo inovações quando assumisse o poder. Os brasileiros com certeza achavam, talvez, que um partido de esquerda como o PT pudesse mudar o rumo de nosso país e apresentar os podres desta nação. Atualmente, estamos sim presenciando uma série de atitudes desonestas, podres, mas que não foram apresentadas pelo PT e sim, praticadas pelo PT. Mas o objetivo da conversa de hoje não é meramente político e sim avaliar o trabalho de nossa mídia diante dos fatos estapafúrdios de nosso dia-a-dia.
O Partido dos Trabalhadores tem conseguido girar o foco dos escândalos para os seus protagonistas principais, Delúbio Soares, Marcos Valério, José Genuíno, José Dirceu, entre outros. O problema disso tudo é que os nossos colegas estão engolindo a estratégia. Temos que nos atentar ao governo Lula. A fonte está no Palácio do Planalto.
Em nenhum momento da história política a imprensa teve a oportunidade de agir de forma investigativa, entretanto, está deixando a oportunidade passar. Palavras bonitas e que estão na boca do povo brasileiro, como mensalão, corrupção e suborno estão provocando a indignação de todos. É impressionante a criatividade desses políticos que conseguem criar novas palavras para o nossa língua pátria e logicamente, formas de desviar verbas públicas. Imprensa: não feche os olhos diante de tantos problemas. Vamos investigar, fazer valer o bom jornalismo, que nada mais é do que levar a informação verdadeira ao povo brasileiro e levantar os fatos de forma correta.
O criador (Lula) afirma que a criatura (PT) falhou e ninguém fala nada, não faz nada. Vamos pensar em outros momentos em que Brasil se viu diante de crises como esta, alías, vamos falar da mais recente. Vamos falar da era Collor de Melo. Lembro-me bem que a imprensa correu atrás e apurou. E, o povo, foi às ruas, os caras-pintadas, e colocaram o presidente, que prometeu acabar com os marajás, na rua. Hoje, se o partido fosse outro, com certeza, já estaríamos ouvindo o povo mencionar a palavra CPI. Mas acho que isso está longe de acontecer pelo que estou vendo.
Ao meu ver o PT nos apresentou sua improbidade administrativa. E, com certeza, os números de nossa economia não são o que parecem ser. Quando divulgam que a nossa economia cresceu, que as exportações estão batendo recorde, precisamos saber que recordes são esses. Que tipo de produto estamos exportando, matéria-prima ou não. Temos que observar a nossa pauta de exportação, lá está a informação verdadeira. Acreditar em Papai Noel não dá. Vamos acordar, povo brasileiro, vamos acordar imprensa.
(*) Jornalista | Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 13h04
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Para Reflexão
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O texto abaixo foi publucado no site Comunique-se. É uma história triste, porém importante para reflexão...
Morte no Miami Herald
Ana Beatriz (*)
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Um homem se matou com um tiro na cabeça hoje à tarde no lobby do edifício do jornal The Miami Herald no centro de Miami.
Não era um mendigo vindo das ruas insuportavelmente quentes do centro da cidade, nem um ex-repórter desempregado e endoidecido. Era um político chamado Arthur Teele, um dos principais administradores da cidade de Miami até o ano passado.
Teele tinha sido oficialmente acusado de fraude, lavagem de dinheiro e outros crimes de corrupção semana passada. Se condenado, Teele poderia pegar de 10 a 20 anos de cadeia por cada uma das acusações, 26 delas no total.
O Miami Herald tinha publicado algumas matérias sobre Teele, as acusações e a reação da família dele. Porém, foi um outro jornal, o Miami New Times, que estava se preparando para publicar uma matéria de capa acusando Teele não só de corrupção, mas também de envolvimento com tráfico de drogas, várias amantes e até garotos de programa.
É sensato dizer que Teele não aguentou a pressão. Mas as razões pelas quais ele decidiu se suicidar naquela hora e naquele local ainda são um mistério e talvez serão para sempre.
Talvez Teele tivesse considerado a localização do Miami Herald, em pleno centro de Miami, em conjunção com o fato que o jornal está entre os dez de maior prestígio no país. Uma maneira de chamar atenção na hora da morte e mandar uma mensagem para a imprensa, de como jornalistas podem destruir a vida de um homem ao revelar informações dolorosas e trágicas - porém muitas vezes necessárias para defender os interesses dos cidadãos.
A verdade, como o suicídio de Teele, nem sempre é bela. Entretanto, a verdade é o dever dos jornalistas.
Enquanto muitos jornalistas já fabricaram estórias, outros já foram presos ou morreram corajosamente para defender a verdade. Agora, com o suicídio de Teele, o jornalismo pode ter levado mais um tiro, depois de ter sido condenado pela “injustiça” americana por simplesmente proteger suas fontes.
Enfim, o que se sabe por certo é que Teele havia falado várias vezes por telefone com um colunista do Miami Herald chamado Jim DeFede, que o conheceu há 14 anos, bem antes dos escândalos de corrupção. A última chamada, na qual Teele avisava a DeFede que ia deixar uma encomenda para ele no edifício, aconteceu alguns minutos antes de sua morte.
O Miami Herald conta que, vestido de terno e gravata, Teele entrou no edifício às seis da tarde, apertou a mão do guarda e pediu que passasse uma mensagem a DeFede. Depois tirou a arma de uma bolsa, apontou-a para a cabeça e esperou a polícia chegar para apertar o gatilho contra si mesmo. Cerca de uma hora e meia depois, foi declarado morto no hospital.
Com tudo isso, a mensagem que Teele deixou para DeFede não tinha nada a ver com indiscrições jornalísticas. Segundo o guarda, Teele disse mais ou menos a seguinte frase:
“Fale para ele dizer à minha esposa que a amo.”
(*) Ana Beatriz, 21 anos, estuda jornalismo na Florida International University, em Miami. Ana é também cantora e compositora e se apresenta em bares e restaurantes. Esta escrevendo um livro sobre o submundo da adolescência nos EUA. |
28/07/2005 - Fonte: Comunique-se
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Escrito por Sindjor/mt às 11h52
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Defesa
Mestrado em História
A professora, historiadora e jornalista Neila Barreto defendeu, no último dia 25, o seu Mestrado em História pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O título foi Aguá: gota da vida - Abastecimento e uso no espaço urbano de Cuiabá (1790-1886) . A banca foi formada pelos professores Otávio Canavarros, Eliana Beatriz Nunes Rondon Lima, Valmir Batista Corrêa e Maria Adenir Peraro. Fomos informados que a Neila se saiu bem. Ninguém duvida, pois ela é competente. O sindicato parabeniza a colega e espera poder ver em breve um livro publicado do assunto.
Escrito por Sindjor/mt às 10h44
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FENAJ prorroga prazo
O texto abaixo foi enviado pela colega jornalista Najla Passos. Agradecemos a colaboraçao e voltamos a informar que todos podem ajudar com textos, críticas ou sugestões. O e-mail para correspondência é: alice.matos@uol.com.br ou alicematos.matos@gmail.com
FENAJ prorroga prazo para entrega dos formulários sobre violência
A Fenaj e os sindicatos filiados estão promovendo uma ampla Campanha Nacional em Defesa da Liberdade de Imprensa e combate à violência contra jornalistas. A seguir, você vai encontrar um formulário para coletar dados sobre agressões contra jornalistas. Lembre-se: você é nossa fonte e sua participação é fundamental para definirmos estratégias e denunciarmos os casos aos órgãos competentes, inclusive quanto a repressões dentro da empresa onde trabalha ou já trabalhou. As informações repassadas à Fenaj guardarão o sigilo absoluto da fonte. Faça o donwload do arquivo (no fim da página), preencha o formulário e envie para o e-mail fenaj@fenaj.org.br e sindicato-rio@jornalistas.org.br ; Atenção: o prazo para retorno dos questionários à Federação ou aos Sindicatos foi prorrogado até o dia 15 de agosto.
Escrito por Sindjor/mt às 10h31
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Debate sobre jornalismo televisivo
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Âncoras da CNN, Globo e Band em debate sobre jornalismo televisivo
Da Redação
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Um debate sobre o cenário do jornalismo televisivo nos dias de hoje, abordando desde a ética na cobertura de crises (guerra e política), passando pela questão da segurança dos jornalistas, proteção de fontes até a concorrência da TV com outras mídias eletrônicas, especialmente a Internet e o celular. Assim será o evento gratuito e aberto ao público que vai acontecer no dia 04/08, na ABTA 2005 Feira e Congresso, em São Paulo. Os âncoras Michael Homels (CNN International), William Waak (TV Globo) e Carlos Nascimento (Rede Bandeirantes) já confirmaram presença.
Para se inscrever, basta acessar o site www.abta2005.com.br , na seção “Credenciamento Visitante”.
A ABTA 2005 Feira e Congresso de TV por Assinatura acontece entre 02 e 04/08, no ITM Expo (R. Dr. Roberto Zuccolo, 555 – Vila Leopoldina). É uma iniciativa da Associação Brasileira de TV por Assinaturae organizado pela Converge Eventos. Informações através do e-mail info@convergeeventos.com.br ou telefone: (11) 3120-2351.
Fonte: Comunique-se
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Escrito por Sindjor/mt às 12h13
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Artigo da Mirian Leitão
Abaixo o artigo da jornalista Mirian Leitão, que o Ricardo Noblat publicou em seu blog´. Disponibilizamos na íntegra para conhecimento de todos.
"A crise está corroendo a confiança no governo e do presidente"
É da colunista Miriam Leitão, hoje em O Globo, a melhor análise sobre as mais recentes pesquisas de opinião pública divulgadas pelo Datafolha, Ibope e Instituto Sensus. Sob o título "Pessimismo cresce", Miriam destaca alguns dados:
* "A crise está corroendo a confiança no governo e no presidente. Apenas 12%, diz o Datafolha, acham que não há corrupção no governo, 80% acham que o presidente tem responsabilidade e 67% acham que o PT pagava mensalão. A ficha começou a cair no mercado financeiro, que tem ficado dia após dia mais pessimista.
* "Entre os petistas, 76% acham que o presidente Lula tem muita responsabilidade ou um pouco de responsabilidade na corrupção. (...) Entre os pesquisados que têm o PFL como seu partido de preferência, 84% acham que o presidente tem alguma ou muita responsabilidade nos casos de corrupção, apenas oito pontos percentuais a mais que a percepção dos petistas. * "Entre os entrevistados pelo Datafolha que têm curso superior, 83% acham que o PT pagava mensalão. Como esse grupo é o que se informa mais rapidamente, o número fica mais impressionante. Entre os que têm apenas o fundamental, 57% já acham que o partido do governo comprava votos.
* "Os mesmos sinais preocupantes estavam inclusive na pesquisa da CNT-Sensus, que o governo comemorou como prova de que o presidente permaneceria inatingível.
O governo deveria olhar por dentro das pesquisas para ver como está se dissolvendo rapidamente a imagem sobre a qual o PT construiu sua vitória em 2002.
* "No Datafolha, houve um aumento de mais de 143% dos que acham que há corrupção no governo em apenas seis meses. A alta de 32% para 78% é avassaladora para um período tão curto.
No Ibope, havia várias más notícias para o governo: dos 72% que tiveram conhecimento das denúncias de corrupção, apenas 1% as considera totalmente falsas e 47% acreditam que elas são totalmente verdadeiras.
O ex-ministro José Dirceu, que foi, nos primeiros dois anos e meio do mandato, a pessoa mais forte do governo, está total ou parcialmente envolvido nas denúncias de corrupção para 76% dos entrevistados pelo Ibope."
Fonte: Blog do Noblat
Escrito por Sindjor/mt às 12h58
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Este artigo do colega Gibran foi publicado no no site do Observatório da Imprensa.
MÍDIA E CRISE POLÍTICA O mensalão da imprensa de Cuiabá
Gibran Lachowski (*)
Em tempos como o de agora, nos quais muito se fala de corrupção generalizada na política, é de bom alvitre que também a mídia faça a sua autocrítica.
Bom saber que Caetano Veloso afirmou à Folha de S.Paulo que a TV Globo cobra dinheiro das gravadoras para que seus cantores se apresentem em programas como o Domingão do Faustão e o da Xuxa. Para Caetano, que demorou muito a abrir a boca, o hábito da Globo pode ser classificado de mensalão. A emissora de TV afirma que o cantor está mentindo.
Sobre a mídia de minha cidade, Cuiabá (Mato Grosso), bom saber que o Diário de Cuiabá Ltda., o mais antigo da capital, tem dívida de R$ 9,2 milhões com o INSS, segundo consulta ao site do Ministério da Previdência. E olha que a diretoria do Diário gaba-se de seus 35 anos de compromisso social.
Bom saber, nessa mesma linha, que o Grupo Sávio Brandão, que detém o jornal Folha do Estado e a Rádio Cidade FM, deve mais de R$ 20 milhões ao INSS, tratando-se, apenas, de duas de suas empresas, a saber, a Sávio Brandão Planejamento e Construções Ltda. e a Cormat Segurança e Transporte de Valores Ltda.
Lista de crimes
Também é bom saber que a agência de publicidade DMD Associados, de parentes de João Dorileo Leal, dono do Grupo Gazeta de Comunicação, está sendo processada por, supostamente, terem se beneficiado de forma espúria durante o governo Dante de Oliveira, do PSDB (1995-2002), no caso que ficou conhecido como Secomgate. O Grupo Gazeta é o maior de Mato Grosso, com emissora de TV, rádios, jornal, instituto de pesquisa e portal virtual.
Consta da sentença do juiz da 1ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso, Julier Sebastião, emitida em 16 de dezembro de 2003 e que determinou 37 anos de cadeia ao ex-policial civil João Arcanjo Ribeiro, até então o chefe do crime organizado do estado, que o Grupo Gazeta de Comunicação emprestou R$ 1,3 milhão de sua factoring, a Confiança. O valor foi confirmado no Banco Central. A informação foi repassada pelo ex-gerente de factorings de Arcanjo, Nilson Teixeira, em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF-MT). Como o deputado federal Roberto Jefferson, Nilson apresentou muitas informações graves, no entanto foi punido com 10 anos de cadeia.
A punição de Arcanjo, conhecido no fim de 2002 por suas incursões no noticiário nacional como o comendador, foi motivada, entre outros, por crime contra o sistema financeiro (lavagem de dinheiro e evasão de divisas). O bando dele controlou o crime organizado em Mato Grosso por cerca de 20 anos. Especializou-se na condução do jogo do bicho e de máquinas de caça-níqueis no estado, além de tráfico de armas, financiamento de campanhas políticas e numerosos empresários e de assassinatos.
Jornal credor
O MPF-MT, na denúncia apresentada à Justiça Federal que resultou na sentença mencionada, também apontou a Universidade de Cuiabá (Unic) como uma das empresas que emprestaram dinheiro da Confiança, o que é proibido por lei, posto que empresas de fomento estão autorizadas, sim, a vender títulos de crédito, e não a agir como bancos. A Unic pertence ao Grupo Galindo, que também detém a concessão pública de uma emissora de televisão UHF, Canal 17, em 2003 chamada de TV Mundial (CNT).
Em fevereiro e março do referido ano, diante de informações veiculadas pelo programa de entrevistas de sua grade, Amplo, Geral e Irrestrito, de que deputados estaduais tinham fortes ligações com a gangue de Arcanjo, a direção da emissora resolveu podar, quase no talo, qualquer referência direta ao tema. Eu, à época, ajudava a conduzir o programa e presenciei isso. Arcanjo e a mulher, Silvia Shirata, tinham as concessões públicas das emissoras de rádio FM, Cuiabana e Club, segundo consta da sentença do juiz.
Nilson Teixeira citou, ainda, que o jornal Diário de Cuiabá era credor da Assembléia Legislativa e que trocou faturas com a Confiança nos valores de R$ 162.300 e de R$ 184.700. Conforme Julier Sebastião, com base em dados do BC, entre 1998 e fevereiro de 2003, a Assembléia depositou mais de R$ 65 milhões públicos nas contas de Arcanjo, tendo à frente das operações os deputados estaduais José Riva, hoje no PP, e Humberto Bosaipo, atualmente no PFL. Os deputados estão sendo processados por improbidade administrativa pelo Ministério Público Estadual-MT. E há pedido para que Riva seja afastado da primeira-secretaria da Assembléia.
Ainda pouco, mas suficiente
Por isso, por certo, é que em 2002, quando as investigações do MPF e, também, do MPE, contra o bando de Arcanjo endureceram, a mídia de Cuiabá silenciou diante do assunto, dando pequenas matérias, evitando fotos de parlamentares, mantendo cuidado excessivo em relação aos meliantes de alta estirpe.
Os meios de comunicação de Cuiabá mergulharam no tema somente em dezembro de 2002, a partir de reportagens veiculadas pelo Fantástico (da TV Globo) e da operação da Polícia Federal, desbaratando a quadrilha do comendador e mostrando evidências de relações íntimas do mafioso e seu grupo com entes políticos e grandes empresários de Mato Grosso.
Hoje, na mídia de Cuiabá, por exemplo, a dupla Riva & Bosaipo é muito bem tratada e minimamente posta em sua devida posição, a de suspeita de furto de dinheiro público. Também é notório que os anúncios publicitários da Assembléia contemplam inúmeros meios de comunicação da capital de Mato Grosso, passando por jornais, sites, emissoras de TV e rádio.
Isso é um pouco sobre o mensalão da mídia de Cuiabá, mas o suficiente, creio, para iniciar uma sincera autocrítica.
(*) Jornalista em Cuiabá
Escrito por Sindjor/mt às 12h51
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Eleição: Melhor do Jornalismo Brasileiro
O site da Revista Imprensa recolocou no ar a enquete que elegerá o "Melhor do Jornalismo Brasileiro". A nova enquete está com novo formato, que permitirá a escolha de uma categoria por vez. A enquete acontecerá em duas fases. Na primeira, abaixo, os internautas farão votos espontâneos, apontando seus sites de notícias favoritos. Os sites que receberem maior número de votos, irão para a segunda fase, na qual a votação acontece por meio de cédulas eletrônicas.
Vamos participar... O endereço é: http://www.portalimprensa.com.br/enquete.asp
Escrito por Sindjor/mt às 18h33
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Blog
Olha como a notícia se propaga... O site da Revista Imprensa publicou uma nota, assinada pelo jornalista Gabriel Kwak, que relata a existência de um blog chamado 'Vizinho do Jefferson'. Acompanhe parte da nota...
"O jornalismo brasileiro ganhou um novo e inusitado repórter nesses dias de crise. Sua redação fica num lugar dos mais privilegiados: no Bloco E da superquadra 302 Norte, em Brasília. O jornalista-debutante é o publicitário Ricardo Lobo, que criou um blog para registrar o dia-dia de seu ilustre e desafinado vizinho: o deputado Roberto Jefferson, morador do Bloco I, bem em frente. O blog "Vizinho do Jefferson" trouxe para Ricardo dias de fama. Tem sido muito procurado pelos jornais e revistas - os "colegas". Conseguiu até se credenciar para assistir "in loco" o depoimento do ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, à CPI dos Correios. Acompanhando passo a passo o "homem-ventilador", o publicitário até furo de reportagem deu,..."
Veja mais no endereço: http://www1.uol.com.br/imprensa/
Escrito por Sindjor/mt às 18h23
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Diferenças
O texto abaixo foi copiado do site da Revista Imprensa, que foi publicado originalmente no Jornal Zero Hora, de Porto Alegre/RS. Achei-o interessante e criativo....
Marco Aurélio apresenta as grandes diferenças entre Lula e Collor
Por Marco Aurélio*
Ambos os presidentes são nordestinos. Mas Collor nasceu nas Alagoas e o Lula em Pernambuco. Os dois tiveram políticos mineiros como vice, porém com uma diferença, o Itamar cultiva um topete e o José Alencar é careca. Collor implorou para os companheiros: "Não me deixem só!" Lula, ao contrário, mandou Zé Dirceu, Genoino, Valério e Cia. para o espaço. Collor intitulava-se caçador de marajás. O governo Lula criou alguns. Collor comprou deputados à vista. Lula em 12 mensalões. Collor, substituiu a mulher forte do seu governo, Zélia Cardoso, por um homem, o Marcílio. Lula trocou seu homem forte, Zé Dirceu, por uma mulher, a Dilma Rousseff. Collor tinha a Tropa de Choque. Lula a Tropa do Cheque. Roberto Jefferson, no tempo do Collor, era gordo. Roberto Jefferson da era Lula é magro. Collor mexeu na poupança do brasileiro. Lula mexeu na confiança. O Arnon de Mello teve de explicar as "sobras de campanha". Luiz Inácio, as dívidas de campanha. O carro oficial do PRN era um Fiat Elba. Do PT, um Land Rover. A música de maior sucesso durante o governo Collor foi um bolero, Besame Mucho. Como Lula é nacionalista, o sucesso de hoje é Nervos de Aço, do Lupi. Collor tinha aquilo roxo. Os dólares nas cuecas do assessor do irmão do Genoino deixaram aquilo dos petistas verdes. Quem tirou o Collor da presidência foram os caras-pintadas. Lula corre perigo com os caras-de-pau. Collor, no auge da crise, deu uma entrevista para uma TV estrangeira, da Argentina. Lula, para uma TV francesa. A turma do Collor adorava futebol. Eram bons de "bola". A turma do Lula, vôlei. São bons de "saque". Collor "viajava", em terra, na Casa da Dinda. Lula, nos ares, no Airbus. Collor se escreve com dois eles. Lula, com um só... Para confirmar a regra, uma única semelhança! Os dois não sabiam de nada...
*Marco Aurélio é chargista. Texto publicado originalmente no jornal Zero Hora (Porto Alegre/RS).
Escrito por Sindjor/mt às 17h42
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Sobrou para a imprensa....
Nota de Esclarecimento do José Dirceu
Abaixo a nota divulgada pelo deputado e ex-Ministro da Casa Civil, José Dirceu. Nela ele se defende das denúncias e acusa a imprensa de promover o seu linchamento.
“O linchamento moral ao qual estou sendo submetido nas últimas semanas é de uma covardia jamais vista na história política deste país. A frustração por não encontrar uma única evidência concreta de minha participação nas ilicitudes investigadas pelo Congresso Nacional, pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, tem levado parte representativa da imprensa brasileira a fazer o jogo dos meus adversários políticos. Estou sendo sumariamente condenado em praça pública, sem direito de defesa.
Na competição sem freios pelas denúncias, qualquer referência a mim promove a notícia do cesto de lixo para a manchete do dia. Citações desconexas de pessoas sem credibilidade são transmitidas como verdade à opinião pública, sem que meus argumentos sejam sequer levados em conta na apuração. A revista Veja faz isso três vezes na edição 1.915, de 27 de julho de 2005. Nas reportagens ‘A chantagem’ e ‘O petróleo é deles’, minha contestação foi completamente ignorada. Na reportagem ‘Fábrica de fraudes’, sequer fui ouvido. Veja apresenta pessoas que supostamente teriam feito tráfico de influência como meus ‘representantes’. Assume como verdade o fato, mesmo após eu ter dito que ‘nunca autorizei ninguém a usar meu nome’ para abrir portas no governo. Lembrei ainda que isso foi dito em relação ao ex-subchefe de Assuntos Legislativos da Casa Civil Waldomiro Diniz, mas o depoimento do próprio denunciante Carlinhos Cachoeira na CPI dos Bingos provou o contrário.
Veja também me coloca como interlocutor de conversas entre o ex-presidente da Câmara deputado João Paulo Cunha (PT-SP) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em suposta operação para ‘acalmar’ o empresário Marcos Valério. A reportagem não registrou que neguei ter conversado sobre esse assunto. Na outra reportagem, a revista me acusa de ter "acertado’ a edição de uma medida provisória para beneficiar o banco BMG. Não me deu a oportunidade de, além de negar o fato, argumentar que a liberação do crédito consignado para trabalhadores, aposentados e pensionistas do INSS, objeto da MP, foi solicitada pelas centrais sindicais, aprovada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, referendada pelos ministérios da Fazenda e da Previdência Social e aprovada pelo Congresso Nacional.
A mesma falta de consideração e respeito aos princípios básicos do jornalismo ocorreu com reportagem de igual teor do jornal Correio Braziliense, publicada em 17 de julho passado. Também fui vítima da mesma anomalia na exibição e publicação de reportagens com citações ao meu nome em conversas interceptadas de fraudadores do INSS. Meu patrimônio moral foi massacrado em duas reportagens que totalizaram mais de 13 minutos no Jornal Nacional da TV Globo, que só no terceiro dia informou seus telespectadores que os denunciantes eram pessoas envolvidas com a máfia do INSS que tinham o objetivo de atingir quem estava moralizando o órgão. A versão inicial foi reproduzida por toda a imprensa, mas a outra foi quase completamente ignorada.
Em outras vezes, apesar de ser ouvido na apuração da reportagem, minhas afirmações e argumentos são registrados apenas como obrigação formal. Nesta semana ocorreram dois casos. A Folha de S.Paulo considerou como dívida o reembolso de adiantamentos de despesa feito por mim ao PT, mesmo sendo esclarecida previamente. Outros veículos da imprensa reproduziram a mesma versão. Poucos tentaram me ouvir. Os que o fizeram também desconsideraram a informação correta. Outro caso semelhante ocorreu novamente com o Correio Braziliense. Mesmo depois de sustentar que não conhecia um determinado diretor de finanças de um fundo de pensão e que os controles sobre a indicação de cargos não apontavam que a indicação partiu da chefia da Casa Civil ou do PT, a reportagem assumiu como inteira verdade apenas a palavra de outras fontes, que não se sabe qual interesse podem ter para me desmoralizar.
Em razão desse comportamento inadequado de parte da imprensa brasileira, me dirijo à opinião pública do país para afirmar mais uma vez: não me envergonho de nada que fiz nos 30 meses em que permaneci no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Espero ser tratado com respeito, ponderação e justiça nesse processo político de desmoralização, que busca justificar minha condenação sumária em um tribunal de exceção.”
Escrito por Sindjor/mt às 17h30
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